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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Farinha alavanca o preço da Cesta Básica em Manaus

O item teve um incremento de (18,98%). No último mês, os alimentos custaram R$ 328,49, valor R$ 14,31 maior que em fevereiro, quando os mesmos itens puderam ser adquiridos por R$ 314,18. Os números deram a Manaus o status de 3ª cidade do país onde os alimentos são mais caros

Farinha é o alimento base da cultura alimentar amazônica. O quilo chega a R$ 9
Farinha é o alimento base da cultura alimentar amazônica. O quilo chega a R$ 9 (Winnetou Almeida)
Não é de hoje que o consumidor manauara comenta os altos preços cobrados pelo quilo da farinha. Mas, nesta segunda-feira (8) o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) comprovou por meio de pesquisa o aumento no valor da iguaria. De acordo com o Dieese, a farinha teve um incremento mensal de (18,98%), com relação ao mês de fevereiro.

O produto foi o que mais contribuiu para o salto de 4,55% no valor da Cesta Básica em Manaus. Em março, os alimentos custaram R$ 328,49, valor R$ 14,31 maior que em fevereiro, quando os mesmos itens puderam ser adquiridos por R$ 314,18. Os números deram a Manaus o status de 3ª cidade do país onde os alimentos são mais caros.

A banana também deu sua parcela de contribuição para a elevação do preço da cesta, ela teve um aumento de (14,62%), seguida pelo feijão (10,9%), óleo (5,36%), tomate (4,56%), açúcar (4,14%), café (1,4%), pão (0,12%) e da carne (0,65%).

JOELMA MUNIZ

sábado, 30 de março de 2013

Telefonia deve ficar mais barata e gasolina mais cara neste ano

O conjunto de preços administrados por contrato e monitorados devem subir 2,7%, este ano, contra 2,4% considerados no relatório divulgado em dezembro

Para o preço da gasolina, a estimativa é de aumento de 5%, até dezembro
Para o preço da gasolina, a estimativa é de aumento de 5%, até dezembro (Agência Brasil)
O Banco Central (BC) estima que as tarifas de telefonia fixa terão queda de 2% neste ano, segundo informou nesta quinta-feira (28) no Relatório de Inflação, documento publicado trimestralmente. Para o preço da gasolina, a estimativa é de aumento de 5%, até dezembro.

No caso do preço da eletricidade, a projeção é queda de 15%, devido ao impacto direto das reduções de encargos do setor, anunciadas recentemente pelo governo, e dos reajustes e revisões tarifárias programados para 2013. Para o preço do botijão de gás, o BC projeta estabilidade.

O conjunto de preços administrados por contrato e monitorados devem subir 2,7%, este ano, contra 2,4% considerados no relatório divulgado em dezembro. Para 2014, a estimativa é 4,5%, mesma projeção divulgada no relatório anterior. Em 2015, a expectativa também é de 4,5%.

Sobre a política fiscal, o BC informou que considera como “hipótese de trabalho” a geração de superávit primário (economia para pagamento dos juros da dívida) de R$ 155,9 bilhões em 2013, de acordo com os parâmetros definidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2013.

Para 2014, a expectativa é a geração de superavit primário em torno de 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma dos bens e serviços produzidos no país.

KELLY OLIVEIRA/ AGÊNCIA BRASIL

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Lei promete disciplinar critérios que aliviem custos com material escolar no AM

Amazonas terá uma lei disciplinando como as escolas particulares devem proceder em relação a este problemático assunto

Lista de material escolar gera sempre desconforto para pais de alunos
Lista de material escolar gera sempre desconforto para pais de alunos (Reprodução/Internet)
A Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) aprovou nessa quarta-feira (27) um projeto que pode representar um bom “alívio” financeiro aos pais no começo do ano.
O projeto de lei nº 127/2011, a “Lei do Material Escolar”, estabelece critérios para que as escolas da rede particular do Estado, elaborem as listas de materiais didáticos. O texto já foi encaminhado para a sanção do Governador Omar Aziz e entra em vigor a partir da sua publicação.

Autor do projeto, o deputado Marcos Rotta (PMDB) explicou que a nova lei tem o objetivo de “frear” os abusos que vinham sendo cometidos por alguns estabelecimentos de ensino, que cobravam materiais de limpeza e expediente, não utilizados pelos alunos. “Muitos pais manifestaram a insatisfação com a quantidade de material que era exigida. Com base nessas reclamações, promovemos debates e audiências públicas para discutir a questão. O projeto é fruto disso”, contou Rotta.

ADAN GARANTIZADO

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Preço do pão deve aumentar de 10% a 15% ainda em fevereiro

Segundo o presidente do Sindicato  de Indústrias de Panificação e Confeitarias do Amazonas (Sindpan), Carlos Azevedo, os motivos para a elevação no preço do pãozinho são dentre outros, a elevação nos preços dos insumos, em especial na farinha de trigo, fermento, gordura, gás além do aumento do salário mínimo

Por enquanto, as padarias ainda não repassaram o reajuste para o consumidor. Mas isso não deve demorar a acontecer
O preço do pão sofrerá reajuste no dia 20 de fevereiro (CLÓVIS MIRANDA/ACRITICA)
O preço do pão francês deve aumentar em torno de 10% a 15% a partir do dia 20 deste mês. A informação foi repassada na manhã desta sexta-feira (15) pelo presidente do Sindicato de Indústrias de Panificação e Confeitaria do Amazonas (Sindpan) Carlos Azevedo.
De acordo com o presidente, os motivos para a elevação no preço do pãozinho são dentre outros, a elevação nos preços dos insumos, em especial na farinha de trigo, fermento, gordura, gás além do aumento do salário mínimo.

Ele explicou que a quebra na safra do grão de trigo americano foi o principal vilão. Carlos Azevedo disse ainda, que caberá aos empresários  escolher em que patamar elevarão o preço do produto que comercializam. Entretanto, a taxa não poderá ultrapassar 15%.
Em Manaus, o quilo do pão custa entre R$ 6 a R$ 10,90.

ACRITICA*
*Colaborou a repórter Luana Gomes.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Amazonense pagou 0,32% a mais pela Cesta Básica em junho

Os dados revelados pela pesquisa mensal do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), demonstram que apenas cinco dos 12 produtos que integram a cesta básica apresentaram redução em seus valores

O mês das guloseimas juninas teve retração no preço do açúcar, mas, o valor da cesta básica continua em alta em Manaus.
O mês das guloseimas juninas teve retração no preço do açúcar, mas, o valor da cesta básica continua em alta em Manaus. (Divulgação)

Mês tradicionalmente 'regado' por doces, junho teve retração no valor do açúcar, que ficou 4,35%, mais barato que no mês anterior. Os dados pesquisados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), porém, mostram que a queda foi sentida em apenas cinco itens da cesta básica, que continua em alta (0,32%) em Manaus, passando de R$ 272,86 em maio para R$ 273,73 em junho de 2012.
Os itens que acompanharam a baixa do açúcar foram arroz (-2,05%), banana (-1,83%), da carne (-1%) do café (-0,98%) e do leite (-0,38%).
Já os vilões são velhos conhecidos das donas de casa, tendo o óleo como novidade, o produto encabeçou a lista dos mais caros no mês de junho, ficando (5,56%) mais caro. Seguindo a tendência ficaram a manteiga (3,44%), feijão (3,22%), tomate (1,45%), farinha (1,08%) e pão (0,52%).
Das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese Manaus foi onde o óleo mais apresentou aumento no preço, de acordo com a pesquisa do Departamento o aumento do dólar, foi o fator que alavancou as exportações e diminuiu a oferta do produto.
Com o aumento do valor da cesta a capital amazonense ocupa o 4° lugar no ranking de cidades com a alimentação básica mais cara do país, ficando atrás apenas dos Estados de Rio de Janeiro (3,79%), Porto Alegre (2,87%) e Curitiba (2,62%).

JOELMA MUNIZ