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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

No Brasil, 45% dos consumidores já fazem pagamentos pelo celular

Roupas, celulares e eletrônicos são as compras mais frequentes de quem usa smartphones para consumo, diz estudo do Mercado Pago


 

Pagamentos mais realizados pelos brasileiros que usam o celular são de roupas e acessórios, celulares, eletrônicos em geral e pagamentos de contas de casa, como luz e água (VEJA.com/Thinkstock)



O número de consumidores que fazem pagamentos online dobrou entre 2014 e 2015, segundo estudo do MercadoPago, sistema de pagamento do MercadoLivre, em parceria com o Instituto IPSOS. De acordo com o levantamento, 45% dos entrevistados já realizam algum tipo de operação de pagamentos via smartphones, mais do que o dobro (21%) do registrado no ano passado pela mesma pesquisa. Foram entrevistados 450 internautas do país.

Entre os pagamentos mais realizados pelos brasileiros que usam o celular estão roupas e acessórios (59%), celulares (56%), eletrônicos em geral (49%) e pagamentos de contas de casa, como luz e água (45%).

Segundo Celina Ma, que comanda o marketing do MercadoPago, os resultados mostram que o consumidor se sente cada vez mais seguro para fazer pagamentos. "O uso do celular para operações de pagamento avança rapidamente. Varejistas, grandes ou pequenos, têm que estar preparados para o avanço dos pagamentos feitos por celular", diz.

Veja.com


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Farinha alavanca o preço da Cesta Básica em Manaus

O item teve um incremento de (18,98%). No último mês, os alimentos custaram R$ 328,49, valor R$ 14,31 maior que em fevereiro, quando os mesmos itens puderam ser adquiridos por R$ 314,18. Os números deram a Manaus o status de 3ª cidade do país onde os alimentos são mais caros

Farinha é o alimento base da cultura alimentar amazônica. O quilo chega a R$ 9
Farinha é o alimento base da cultura alimentar amazônica. O quilo chega a R$ 9 (Winnetou Almeida)
Não é de hoje que o consumidor manauara comenta os altos preços cobrados pelo quilo da farinha. Mas, nesta segunda-feira (8) o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) comprovou por meio de pesquisa o aumento no valor da iguaria. De acordo com o Dieese, a farinha teve um incremento mensal de (18,98%), com relação ao mês de fevereiro.

O produto foi o que mais contribuiu para o salto de 4,55% no valor da Cesta Básica em Manaus. Em março, os alimentos custaram R$ 328,49, valor R$ 14,31 maior que em fevereiro, quando os mesmos itens puderam ser adquiridos por R$ 314,18. Os números deram a Manaus o status de 3ª cidade do país onde os alimentos são mais caros.

A banana também deu sua parcela de contribuição para a elevação do preço da cesta, ela teve um aumento de (14,62%), seguida pelo feijão (10,9%), óleo (5,36%), tomate (4,56%), açúcar (4,14%), café (1,4%), pão (0,12%) e da carne (0,65%).

JOELMA MUNIZ

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Amazonense pagou 0,32% a mais pela Cesta Básica em junho

Os dados revelados pela pesquisa mensal do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), demonstram que apenas cinco dos 12 produtos que integram a cesta básica apresentaram redução em seus valores

O mês das guloseimas juninas teve retração no preço do açúcar, mas, o valor da cesta básica continua em alta em Manaus.
O mês das guloseimas juninas teve retração no preço do açúcar, mas, o valor da cesta básica continua em alta em Manaus. (Divulgação)

Mês tradicionalmente 'regado' por doces, junho teve retração no valor do açúcar, que ficou 4,35%, mais barato que no mês anterior. Os dados pesquisados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), porém, mostram que a queda foi sentida em apenas cinco itens da cesta básica, que continua em alta (0,32%) em Manaus, passando de R$ 272,86 em maio para R$ 273,73 em junho de 2012.
Os itens que acompanharam a baixa do açúcar foram arroz (-2,05%), banana (-1,83%), da carne (-1%) do café (-0,98%) e do leite (-0,38%).
Já os vilões são velhos conhecidos das donas de casa, tendo o óleo como novidade, o produto encabeçou a lista dos mais caros no mês de junho, ficando (5,56%) mais caro. Seguindo a tendência ficaram a manteiga (3,44%), feijão (3,22%), tomate (1,45%), farinha (1,08%) e pão (0,52%).
Das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese Manaus foi onde o óleo mais apresentou aumento no preço, de acordo com a pesquisa do Departamento o aumento do dólar, foi o fator que alavancou as exportações e diminuiu a oferta do produto.
Com o aumento do valor da cesta a capital amazonense ocupa o 4° lugar no ranking de cidades com a alimentação básica mais cara do país, ficando atrás apenas dos Estados de Rio de Janeiro (3,79%), Porto Alegre (2,87%) e Curitiba (2,62%).

JOELMA MUNIZ