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sábado, 5 de dezembro de 2015

Balsa Iranduba já está fazendo a travessia de Manicoré para Democracia

Prefeito do Município de Manicoré, Lúcio Flávio do Rosário, assinou no dia 25


(Foto: Arquivo Edy Lima) Esse decreto que foi assinado pelo governo municipal, em consideração as exigências




Prefeito do Município de Manicoré, Lúcio Flávio do Rosário, assinou no dia 25 de novembro de 2015, o Decreto Municipal de Nº 081/2015, que estabelece normas para travessia de veículos na balsa Iranduba, que liga Manicoré ao Distrito de Democracia, via BR- 174, e dá outras providências.

Esse decreto que foi assinado pelo governo municipal, em consideração as exigências estabelecidas no Termo de Cessão de uso celebrado entre Estado do Amazonas, por intermédio da Superintendência Estadual de Navegação, Porto e Hidrovias (SNPH) e o município de Manicoré, o qual o objetivo é o uso da Embarcação F/B Iranduba, para atender a necessidade da ligação Hidroviária entre as rodovias BR- 174 e BR- 319 e a cidade de Manicoré.

Também considera a necessidade de estabelecer as normas para utilização da Balsa Iranduba, que liga a cidade de Manicoré, ao Distrito de Democracia, definindo os horários e locais de saída e de retorno da travessia, bem como os valores das taxas que serão cobrados por cada categoria de veículos.

Edy Lima, com informação da PMM


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Audiência Pública na Aleam discute reais impactos ambientais no Amazonas das hidrelétricas do rio Madeira

Participarão da audiência representantes do Ipaam

(Foto: O maracana) Municípios são afetados pelos efeitos negativos das hidrelétricas, ou seja, não é uma situação


Representantes de instituições ambientais, cientistas e populações que vivem ao longo do rio Madeira deverão participar, nesta sexta-feira (6), no miniplenário Cônego Azevedo da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam, da Audiência Pública “Impactos ambientais da instalação das Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau na calha do Madeira”. A audiência foi proposta pelo deputado Dermilson Chagas (PDT) e tem a finalidade de expor os graves impactos na região, além de discutir medidas compensatórias para a população.

O parlamentar, que preside a Comissão de Agricultura, Pecuária, Pesca, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPPADR), afirmou que a ideia é retomar o debate sobre os impactos  sociais e ambientais após a construção das usinas de Santo Antônio e Jirau (RO)  e como elas afetam negativamente as comunidades que vivem e dependem do rio Madeira para sobreviver.  “Nós já levantamos o assunto e a vamos retomar essa discussão. 

Municípios são afetados pelos efeitos negativos das hidrelétricas, ou seja, não é uma situação subjetiva e sim real. Nossa proposta é fazer com  que o Ministério Público Federal peça a inclusão dos impactos ambientais no Amazonas nos termos dos convênios compensatórios que a empresas responsáveis pelas hidrelétricas precisam fazer”, disse.

Uma reunião técnica já foi feita no dia 19 de junho deste ano onde representantes da comunidade científica informaram que, após a construção das usinas, há problemas de assoreamento e mudança na migração de peixes. Paralelo a esse registro, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) informou que as barragens de Santo Antônio e Jirau  provocaram alteração na velocidade e curso do Madeira, o que aumentou o assoreamento do rio. Segundo o órgão, a dragagem (retirada de sedimentos do fundo do rio para aumentar profundidade e facilitar a navegabilidade) era necessária a cada cinco anos. 

O Dnit informou que, após a obra, a manutenção da dragagem precisa ser feita uma vez ao ano e o Governo Federal não tem recursos financeiros para realizar o serviço. “Não há mais várzea no rio Madeira. Há perdas na produção agrícola e pessoas terão que procurar outro lugar para morar. Precisamos ver uma forma para que essas famílias sejam compensadas”, declarou Chagas que julho propôs Seguro-Defeso dobrado para os pescadores da região.

Participarão da audiência representantes do Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam), Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental, Superintendência Estadual de Navegação, Portos e Hidrovias (SNPH), Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Federação das Empresas de Transportes de Cargas da Amazônia (Fetramaz), Ministério das Minas e Energia, presidentes das Câmaras Municipais de Novo Aripuanã e Manicoré, além do presidente da Comissão de Meio Ambiente Regional e Sustentável (CAAMA); deputado Luiz Castro (REDE).

O pesquisador Doutor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Dr. Philip M. Fearnside, fará uma palestra e trará dados científicos da região.

SERVIÇO

Assunto: Audiência Pública “Impactos ambientais da instalação das Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau na calha do Madeira”
Data: dia 06/11
Hora: 9 horas
Local: Miniplenário Cônego Azevedo, Assembleia Legislativa do Amazonas.

Com Informação da Assessoria



segunda-feira, 23 de março de 2015

Francisco Souza pede regularização dos trabalhadores rodoviários e aquaviários de Manaquiri

Com a ideia de prevenir e organizar essa classe de trabalhadores

Francisco Souza pede que à Mesa Diretora encaminhe sob a forma de indicação ao governo (Foto: Aleam)

Foi encaminhado à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) o requerimento de autoria do deputado Francisco Souza (PSC), para que todos servidores de transporte Rodoviário e Aquaviário do Município de Manaquiri sejam regularizados em suas profissões.

Com a ideia de prevenir e organizar essa classe de trabalhadores, Francisco Souza pede que à Mesa Diretora encaminhe sob a forma de indicação ao governo estadual, ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e à Superintendência Estadual de Navegação Portos e Hidrovias (SNPH) para que viabilizem estudos técnicos no sentido de realizar o processo de regularização dos serviços. Os órgãos são específicos e incumbidos de gerir essas atividades, nesse processo de capacitação.

Muitas ações ainda são necessárias para que o setor possa alcançar níveis de aperfeiçoamento ainda mais satisfatórios, tais como: a regularização integral da atividade, de seus procedimentos, triagem, cadastramento técnico, normatização, entre outras coisas, bem como a regularização dos profissionais que operam neste imprescindível setor de crescimento do Amazonas, diante disto a medida se faz necessária.

Na próxima semana Souza irá discursar na tribuna da (Aleam) sobre o assunto.



quarta-feira, 6 de junho de 2012

Vazante do rio Negro deve se prolongar até outubro

Em menos de uma semana o rio já baixou cinco centímetros, após ter registrado a marca de 29,97m, por aproximadamenbte uma semana

A cota máxima do rio Negro, 29,97m, foi registrada no dia 29 de maio
A cota máxima do rio Negro, 29,97m, foi registrada no dia 29 de maio (Jornal a crítica)
Com a marca de 29,89m, nesta quarta-feira (6), o nível do rio Negro começou a baixar, após chegar a marcar 29,97m e permanecer por aproximadamente uma semana, com a referida cota. Em menos de uma semana o rio já baixou cinco centímetros.
“A partir de agora o nível do rio deve começar a descer até outubro, quando ele atinge o ponto máximo da vazante”, salienta o engenheiro encarregado do serviço hidrográfico da Sociedade de Navegação, Portos e Hidrovias do Amazonas (SNPH), Valderino Pereira.
Nos últimos cinco dias, destaca ele, o nível do rio está descendo dentro do período considerado de vazante (junho), apesar de 2009, observa Valdelino o ponto máximo da cheia ter ocorrido em 1º de julho, ocasião em que o Negro atingiu a marca de 29,77m, iniciando a vazante, a partir do dia 3 do mesmo mês.
“Não vejo nada que possa contribuir para uma alteração no nível do rio neste momento. A não ser que ocorra um dilúvio, para que ele volte a subir”, explica o engenheiro, que há mais de 40 anos realiza a mensuração do nível do rio.

SÍNTIA MACIEL 

terça-feira, 5 de junho de 2012

Nível do rio Negro baixa mais 2 centímetros, nesta terça (5)

Enquanto o rio baixa aos poucos, as chuvas na região da calha do rio Negro – que refletem diretamente no nível do rio Negro em Manaus -, continuam fortes, de acordo com o Inmet

Rio Negro atinge cota que supera a da cheia recorde de 2009
Rio Negro atinge cota que supera a da cheia recorde de 2009 (Euzivaldo Queiroz)
A confirmação de uma possível vazante do rio Negro deverá ocorrer nesta quarta-feira (6), a partir da cota verificada pela manhã, durante a medição do rio, pela Sociedade de Navegação, Portos e Hidrovias do Amazonas (SNPH).
Nesta terça-feira (5), de acordo com o engenheiro encarregado do serviço hidrográfico do SNPH, Valderino Pereira da Silva, o Negro desceu mais dois centímetros, marcando a cota de 29, 92 metros.
Na última segunda-feira (4), o nível registrado foi de 29,94 metros.
“Poderíamos considerar que este já seria o início da vazante do rio. Mas como a enchente deste ano foi grande, e ainda pode haver uma pequena alteração no nível do rio, a certeza absoluta de que as águas já estariam descendo ó mesmo amanhã (quarta-feira 6) ”, salienta Valderino.   

Chuvas

Enquanto o rio vai baixando aos poucos, as chuvas na região da calha do rio Negro – que refletem diretamente no nível do rio Negro em Manaus -, continuam fortes, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
“As chuvas para o Norte do Amazonas estão acima da normal climatológica”, informa o meteorologista Veríssimo Farias de Assis, do Inmet/AM.
Até às 16h desta terça-feira no distrito de Iauaretê, no município de São Gabriel da Cachoeira – a 858 quilômetros de Manaus -, já havia chovido 159.3 milímetros. Um pouco mais da metade da normal climatológica do lugar, que é de 368.7 milímetros.
Em Barcelos – a 405 quilômetros da capital -, o total de chuvas registrado no mesmo horário era de 50 milímetros. A normal climatológica de Barcelos é de 256.5 milímetros.
A quantidade pluviométrica mensurada, explica Veríssimo, se refere ao período de 1º de junho até às 16h, desta terça-feira.
Ainda segundo ele, apesar das previsões para a região Norte do Estado serem de chuvas, ele não descarta a possibilidade do rio Negro ter iniciado o processo de vazante.
“Pode até chover o suficiente para manter o nível do rio Negro, mas acredito que ele não chegará a registrar uma nova subida”, avalia.

SÍNTIA MACIEL 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Rio Negro registra vazante de 3 centímetros em seu nível

Rio passou uma semana praticamente estabilizado em 29,97m, entretanto, apesar da descida. o nível do Negro ainda deverá apresentar alterações

Foto:Clóvis Miranda
A nova cota do Negro é de 29,94 metros.
“Isso não significa que já começou a vazante. Pode haver uma variação no nível do rio Negro. Ele pode voltar a subir novamente ou continuar descendo. Vamos aguardar os próximos dois dias para ver como ele se comporta”, explica o engenheiro encarregado do serviço hidrográfico do SNPH, Valderino Pereira da Silva.
Segundo ele, as variações no nível do rio, tanto na subida quanto na descida deverão ser de 1 a 2 centímetros por dia.


SÍNTIA MACIEL