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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

No Brasil, 45% dos consumidores já fazem pagamentos pelo celular

Roupas, celulares e eletrônicos são as compras mais frequentes de quem usa smartphones para consumo, diz estudo do Mercado Pago


 

Pagamentos mais realizados pelos brasileiros que usam o celular são de roupas e acessórios, celulares, eletrônicos em geral e pagamentos de contas de casa, como luz e água (VEJA.com/Thinkstock)



O número de consumidores que fazem pagamentos online dobrou entre 2014 e 2015, segundo estudo do MercadoPago, sistema de pagamento do MercadoLivre, em parceria com o Instituto IPSOS. De acordo com o levantamento, 45% dos entrevistados já realizam algum tipo de operação de pagamentos via smartphones, mais do que o dobro (21%) do registrado no ano passado pela mesma pesquisa. Foram entrevistados 450 internautas do país.

Entre os pagamentos mais realizados pelos brasileiros que usam o celular estão roupas e acessórios (59%), celulares (56%), eletrônicos em geral (49%) e pagamentos de contas de casa, como luz e água (45%).

Segundo Celina Ma, que comanda o marketing do MercadoPago, os resultados mostram que o consumidor se sente cada vez mais seguro para fazer pagamentos. "O uso do celular para operações de pagamento avança rapidamente. Varejistas, grandes ou pequenos, têm que estar preparados para o avanço dos pagamentos feitos por celular", diz.

Veja.com


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Pela 1ª vez, número de celulares ativos diminui no Brasil

Essa tendência era esperada, mas de forma mais lenta e só daqui a dois ou três anos. Os 275 milhões de celulares em setembro de 2015 representam queda de 1% ao longo do ano

 

Números foram divulgados pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) (Bruno Kelly)


Estudo divulgado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) mostra que, pela primeira vez, houve diminuição do número de linhas de celulares ativas no Brasil.
Essa tendência era esperada, mas de forma mais lenta e só daqui a dois ou três anos, informou o presidente da entidade, Eduardo Levy. Os 275 milhões de celulares ativos em setembro de 2015 representam uma queda de 1% ao longo do ano.
Boa parte da queda é atribuída à diminuição do número de celulares com chips pré-pagos, segmento que teve redução de 4,5%. O percentual corresponde a uma queda de 10 milhões de chips. No mesmo período, os celulares pós-pagos apresentaram leve aumento, de 0,3%. Segundo Levy, isso se explica, em parte, pela crise econômica e pelo uso de aplicativos que possibilitam a comunicação por texto, serviço que consome dados de internet – e não minutos de telefonia móvel.
O presidente da Teleco, consultora responsável pela pesquisa encomendada pelo SindiTelebrasil, Eduardo Tude, disse que a comunicação por aplicativos de mensagens como WhatsApp ajudaram a reduzir principalmente o número de chamadas entre diferentes operadoras, tipo de ligação telefônica que custa mais caro.
As próprias operadoras têm desconectado chips que não têm sido usados, como forma de diminuir os gastos com o Fistel, tributo cobrado anualmente pelos chips ativos. “Isso leva a uma tendência de as empresas seguirem os regulamentos que possibilitam a desconexão”, afirmou Levy. Ele disse que essa tendência de queda poderia ser revertida caso o governo desonerasse tributos incidentes na comunicação máquina a máquina (M2M). Caso contrário, a queda do número de chips ativos se manterá também nos próximos anos.
De acordo com levantamento feito pelo SindiTelebrasil, entidade que representa as grandes empresas do setor de telecomunicações, no Brasil, o custo do minuto para ligações de celular (US$ 0,043) é o quarto mais baixo do mundo, atrás apenas dos da China e da Rússia, onde paga-se US$ 0,02 por minuto de ligação, e da Índia, onde o preço do minuto é US$ 0,03. Os valores consideram os impostos incidentes sobre os serviços oferecidos em 18 países pesquisados, nos quais vivem 55% da população mundial.
O estudo é apresentado em contrapartida ao divulgado anualmente pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), que tem apontado o serviço de telecomunicações brasileiros como um dos mais caros do mundo. Pelo último levantamento da UIT, o minuto do celular custaria US$ 0,55 no Brasil, valor que, segundo Eduardo Levy, não condiz com a realidade do país. “Se considerarmos que o brasileiro fala em média 117 minutos por mês, ele pagaria R$ 244 mensais. Isso não procede”, disse o representante das operadoras.
Levy argumenta que a metodologia utilizada pela UIT é falha por utilizar planos homologados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que são uma espécie de preço máximo do minuto da telefonia móvel, e não os valores efetivamente praticados no mercado brasileiro. “A própria Anatel entregou à UIT, em outubro, um documento com propostas de aperfeiçoamento da metodologia de avaliação de preços, a fim de melhor refletir os preços praticados”, informou Levy.
Para chegar à conclusão de que os serviços são baratos no Brasil, o levantamento do SindiTelebrasil adotou como referência uma cesta que abrange planos de serviços e tráfego de dados assemelhados ao perfil do usuário brasileiro, com 100 minutos de ligações – das quais 90% são destinados a celulares da mesma prestadora, 5% para celulares de outras prestadoras e 5% para telefones fixos.
Conforme o levantamento do SindiTelebrasil, a banda larga móvel pré-paga brasileira também está entre as mais baratas do mundo, ao custo de US$ 6 nos planos de entrada – atrás apenas da Índia, onde o valor pago pelo mesmo serviço é US$ 3,90, da Rússia (US$ 5,30) e da Espanha (US$5,60).
Segundo o SindiTelebrasil, no Brasil, os preços poderiam ser ainda menores, caso o país não fosse o de maior carga tributária entre os países pesquisados. De acordo com a entidade, a tributação aplicada no Brasil (43%) é bem superior à do segundo colocado, a Argentina, com tributação de 26%.

PEDRO PEDUZZI (AGÊNCIA BRASIL)


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

‘Há tanta vida lá fora...’: conheça casos de pessoas que decidiram se afastar do Facebook

Estudo recente apontou que obsessão por curtidas e compartilhamentos pode nos causar mal. Pessoas que saíram da rede e uma especialista comentam o tema


"Acordava e ia direto com a mão no smartphone para verificar as notificações e notícias do dia", disse a estudante Karoline Zany (Aguilar Abecassis)


Quando foi a última vez que você olhou seu Facebook na última hora? Talvez nem você mesmo(a) consiga responder essa pergunta. A verdade é que as redes sociais entraram de vez no cotidiano das pessoas nos últimos anos, de maneira que não nos percebemos à sua mercê.
No entanto, é válido perguntar: até que ponto isso nos afeta? Em estudo divulgado este mês, o Instituto de Pesquisa da Felicidade, sediado em Copenhagen, apontou que nossa obsessão em chegar novas curtidas e compartilhamentos pode nos causar mal.
Eles testaram a tese separando um grupo de aproximadamente 1,1 mil pessoas em dois grupos, um dos quais passaria uma semana fora da rede social de Mark Zuckerberg e outro continuaria a usá-la normalmente pelo mesmo período.
Pedidos para avaliar seu grau de satisfação pessoal antes e depois do experimento, os participantes que ficaram fora ranquearam a sua vida melhor dos que os que permaneceram na rede. Ao fim da semana, a média de “índice de satisfação pessoal” do grupo que continuou no Facebook era de 7,75, enquanto o do grupo que saiu era de 8,12.
O presidente do instituto, Meik Wiking, disse a um jornal dinamarquês que acredita que a distorção de realidade provocada pela rede é fator que contribui muito para o resultado, o que encontra ecos em estudiosos aqui no Brasil. 
Aline Restano, psicóloga que integra o Grupo de Estudos Sobre Adições Tecnológicas (Geat), baseado no Rio Grande do Sul, em entrevista ao VIDA&ESTILO comentou que, para certas pessoas na web, “parece mais importante parecer que está feliz do que estar feliz de verdade”. 
Por esse e outros motivos, há pessoas que realmente optaram por se desconectar mais um pouco, como na experiência na Dinamarca, vivendo mais momentos e menos “likes”.
‘Motivo de sofrimento’
A estudante Karoline Zany era uma daquelas pessoas que quase nunca ficava offline. “Acordava e ia direto com a mão no smartphone para verificar as notificações e notícias do dia. No caminho para o trabalho, casa, faculdade, a grande distração era o uso das redes sociais, mas com o tempo aquilo se tornou monótono e percebi a baixa produtividade em outras atividades como estudos, conversas face a face com os amigos, em casa com a família, etc”, falou.
Incomodada, ela acabou saindo das redes. “O Facebook se tornou motivo de sofrimento, é uma ferramenta  que escraviza aqueles que não têm autocontrole. O impacto pelo mal uso é muito grande, destrói relacionamentos e amizades. [Fora], você passa a ter mais tempo para si, o fator ansiogênico de ver as notificações foi totalmente desativado (risos). A sensação é realmente de liberdade”, explicou.
Karoline afirmou que teve quatro contas no Facebook desde 2010, das quais ela só possui e-mail e senha de uma, a qual não usa ativamente desde o ano passado.
“Não tenho vontade de usar, não sinto falta, não é algo que tem importância ou que me faz ficar bem. Às vezes a gente pensa: ‘Poxa, vamos deixar de ver o que as pessoas postam e compartilhar de certos momentos’, mas sinceramente estou melhor sem o uso dessas ferramentas do mal. Sério, são coisas que causam dependência”, reflete.
Mais dedicação
Para o aluno de Engenharia da Computação Avelino Morganti, o intervalo de um ano e meio que ele se deu do Facebook lhe proporcionou vários prêmios acadêmicos e a aprovação em um intercâmbio em Portugal, onde ele ficará até o ano que vem.
Ele disse que reativou a rede duas vezes desde então: uma por pressão de colegas de faculdade para compartilhar informações sobre aulas, que durou até ele usar ferramentas como o Google Drive e o Dropbox para isso, e outra por conta do intercâmbio.
“Eu voltei a ativar o Facebook um pouco antes de vir para Portugal, pela pressão da família e de amigos. Achei também que era a maneira mais fácil de compartilhar fotos e ‘dizer que estou bem’”, comentou o estudante.
Avelino aponta que ferramentas como o feed infinito de notícias tornam a rede aditiva. “O usuário tem a sensação de ‘estou perdendo algo se não rolar o feed até o fim’ e isto faz com que ele sempre tenha ‘vontade de dar uma olhadinha’”, exemplificou.
Ele reflete que, dada a sua área de estudo (computação), é difícil abandonar por completo as redes sociais. “Esta é a razão pela qual eu ainda tenho Facebook. No entanto, com o surgimento de outros serviços, eu tenho ficado vários dias seguidos sem usá-lo”, explicou.
‘Como uma droga’
Segundo Aline Restano, psicóloga integrante de Geat, grupo de estudo da UFRGS sobre o tema, nem sempre o tempo gasto na rede é o que influencia na felicidade do indivíduo.
“O que temos que avaliar é se a rede social gera prejuízo na vida da pessoa, no seu convívio social ou familiar, na sua condição física, no seu desempenho acadêmico... Não é o número de horas que define se uma pessoa está dependente. O que define o uso problemático é o prejuízo”, comentou.
“Assim como uma droga, ela gera um prazer quando você vê curtidas e comentários positivos, então você tende a repetir o comportamento”, explica a psicóloga.
A base desse prazer, segundo Aline, varia de pessoa para pessoa, ainda que a questão da aprovação seja um fator. “[Um artigo apontou] que pessoas que têm muita necessidade de aprovação social tendem a ter um uso mais problemático de redes sociais, porque ela vai ter que conferir muito mais vezes”, comentou, destacando, no entanto, que as pessoas mais ansiosas, deprimidas ou com mais fobias sociais também se encontram particularmente vulneráveis aos encantos da web.
Potencializador
Aline Restano também enfatiza um aspecto das redes sociais que ela vê constantemente ignorado em reportagens que as demonizam: o de potencializador de questões prévias.
“Não é a rede social que gera o problema. [...] É preciso entender o que estava se passando com a pessoa antes, [o] porquê da sua vida real estar tão empobrecida a ponto de uma rede social se tornar tão mais interessante”, destacou a psicóloga.
Ela também aponta o contexto cultural problemático do qual as redes fazem parte: “Vivemos numa cultura em que temos que mostrar tudo o que estamos fazendo. Isso é anterior às redes sociais e é humano, mas agora a gente enxerga mais forte”, disse.
Sobre o estudo feito na Dinamarca, Aline é cautelosa quando o assunto é a “felicidade” dos participantes, mas admite que é natural sentir um alívio quando uma meta é obtida (no caso, ficar fora das redes sociais).
Para quem está incomodado com a influência de redes como o Facebook em sua vida, ela recomenda terapia para se chegar à raiz do problema. Para quem só quiser se afastar delas, Avelino Morganti faz a provocação: “Se eu pudesse dar um recado aos seus leitores, diria para tentarem viver sem Facebook durante um mês. Eu me arriscaria dizer que poucos vão conseguir, pois é tão difícil como largar um vício como álcool ou cigarro”. Está lançado o desafio!

Lucas Jardim


sexta-feira, 20 de março de 2015

Ação civil coletiva contra empresas de telefonia por corte de Internet ao fim da franquia

Procon, Defensoria Pública e Comissão de Defesa do Consumidor da CMM vão ingressar com uma ação contra as quatro operadoras que atuam no Amazonas por conta do corte de Internet quando o consumidor atinde a franquia contratada 

Defensor público, ouvidor do município e vereador (Divulgação/Assessoria)



O Procon Manaus e demais órgãos de Defesa do Consumidor da cidade, em conjunto com a Defensoria Pública do Estado do Amazonas, vão reunir todos os processos existentes para ingressar com ação coletiva contra as operadores Vivo, Oi, Tim e Claro, que desde novembro do ano passado estão utilizando como prática o corte do serviço de Internet quando o consumidor atinge a franquia contratada. Anteriormente, o serviço era mantido com a velocidade reduzida.

A decisão de ingressar com ação coletiva foi tomada em reunião realizada na tarde desta quinta-feira, 19, na sede da Ouvidoria Municipal, com representantes do PROCON Manaus, Defensoria Pública do Estado do Amazonas, Departamento do Programa Estadual de Proteção, Orientação e Defesa do Consumidor (PROCON Amazonas) e Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Municipal de Manaus (Comdec –CMM). 
“As empresas estão utilizando uma regulamentação da Anatel que garante a modificação de alguns contratos, porém estão modificando todos os contratos, até mesmo os antigos. Lembramos que nenhuma resolução pode sobrepor o Código de Defesa do Consumidor”, explica o Ouvidor do Município, Alessandro Cohen.
Na reunião, o defensor público Carlos Alberto de Almeida Filho, da Defensoria Pública de Tutelas Coletivas, pediu a reunião de todos os processos nos demais órgãos de defesa do consumidor para impetrar a ação.  “Para o consumidor, não há como mensurar o consumo de dados e há um corte no serviço, por isso os órgãos de defesa do consumidor procuraram a Defensoria e agora eles vão fazer a entrega de todos os processos para dar o devido andamento na ação”, explicou.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) determina que as operadoras podem estabelecer limites ao serviço e que, ao fim da franquia, o serviço pode ser interrompido, mas que isso depende do contrato firmado entre consumidor e prestadora.
“Nesse caso específico as operadoras não informaram ao consumidor que estavam mudando as práticas e o consumidor está sentindo no bolso, portanto a prática é abusiva”, complementa o presidente da Comdec, vereador Álvaro Campelo.
Com informações da Secretaria Municipal de Comunicação


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Operadora ‘Vivo’ mais de 30 horas sem sinal em Manicoré

Isso é uma falta de respeito com a população Manicoreense


Até a postagem desta matéria o sinal ainda não tinha restabelecido (Foto: Divulgação)



A operadora ‘Vivo’, mais uma vez deixa a desejar a todos que usam de alguma forma seus serviços de telefonia, ou seja, Unidade Móvel de Telefonia. Dia 04 de novembro aconteceu a mesma coisa, ficando por quase 13 horas sem sinal algum.

No último sábado (08) a Vivo simplesmente deixou de funcionar e depois de 24 horas ainda não tinha restabelecido o sinal, deixando muita gente aborrecida. “O impressionante é que quando chega à fatura, ou seja, a conta do celular eles não querem nem saber, temos que pagar se não nosso nome fica sujo”. Desabafou um cidadão que não quis que seu nome fosse divulgado.

“Quando tentamos ligar, o que aparece na tela do celular é a seguinte frase: Não registrado na rede, isso é uma falta de respeito com a população Manicoreense”. Disse dona Maria Antonieta. “Na realidade esse é um problema crônico que acontece corriqueiramente, não é só em Manicoré, mais em todos os municípios do Amazonas”. Falou o radialista Edy Lima.

Até a postagem desta matéria o sinal ainda não tinha restabelecido.


O maracanã da Amazônia DRT/AM 1823

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Vivo está morto a mais de 12 horas em Manicoré

Hoje o município de Manicoré conta com três operadoras


Até a postagem dessa matéria, o sinal da Vivo ainda não tinha restabelecido (Imagem: Internet)


A Operadora ‘VIVO’ em Manicoré deixou de funcionar ontem (04) por volta das 18h, deixando usuários da mesma na mão, ou melhor, sem sinal nenhum em seus aparelhos celulares. Desde o último final de semana o sinal da operadora Vivo já vinha apresentando defeitos.

Pessoas que vieram de Manaus, Porto Velho ou de municípios vizinhos para passar o dia de finados em Manicoré, tiveram dificuldades em fazer ligações, para parentes que estavam esperando por notícias dos mesmos. Quando se ligava, dava ligação interrompida, quando não, sinal de ocupado ou caixa postal. Agora o que aparece na tela do celular é: “Rede móvel indisponível”.

O pior é que, uma boa parte das pessoas, ou a maioria, que antes eram clientes da operadora ‘OI’, com a inauguração da Vivo a dois atrás, e a promessa de ser uma revolução quando o assunto era comunicação, as pessoas aos poucos foram migrando para tal, deixando a Oi literalmente de lado.

A Operadora ‘Oi’ também, na época como só existia ela de operadora em Manicoré deixava muito a desejar. Muitas vezes as pessoas em Manicoré que usavam o sinal da Oi fizeram inúmeros protestos ameaçando até de derrubar a torre da própria, mas a turma da paz não deixou, colocaram somente uma faixa negra em forma de luto, protesto ou repudio.  

Hoje o município de Manicoré conta com três operadoras: OI, VIVO e CLARO, mais nenhuma delas oferece sinal de internet. “Precisamos que as autoridades do nosso Amazonas, ou seja, do governo de Manaus, da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), Câmara Legislativa de Manaus (CMM), e outras instituições constituídas, que façam alguma coisa em relação o mau serviço prestado por essas operadoras em nosso município. Disse um morador, que não quis ser identificado. 
 
Até a postagem dessa matéria, o sinal da Vivo ainda não tinha restabelecido. Já são mais de 13 horas.


Edy lima DRT-AM 1823

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Nokia fabrica celulares em Manaus

Nokia lança celular com bateria que dura 20 dias por R$ 300  

(Foto: Divulgação)



O aparelho tem internet classificada pela Nokia como "3.5G" que pode ser compartilhada com outros aparelhos usando um cabo USB. Ele é capaz de acessar aplicativos como Facebook e Twitter (que já vêm pré-instalados) e também reproduz vídeos do YouTube.

Tem Bluetooth e entrada para cartão SD de até 32 GB. A bateria dura, em stand by, até 20 dias. O Nokia 208 será vendido na cor preta pela loja virtual da marca e também em redes varejistas.

sábado, 2 de março de 2013

Tecnologia: novidades sobre versão de baixo custo do iPhone

O modelo estará disponível por US$330 (R$ 653), em diversas cores. O novo aparelho, no entanto, só deve ser lançado em 2014

Novidades sobre versão de baixo custo do iPhone vazam na web
Novidades sobre versão de baixo custo do iPhone vazam na web (Divulgação)
Sites especializados em tecnologia, divulgaram nesta sexta-feira (1) algumas informações sobre o falado “irmão de baixo custo” do iPhone da Apple. A primeira confirmação feita pelo site “Macotakara” é com relação ao material: as fontes do site afirmam que o aparelho será feito de policarbonato, o mesmo plástico usado nos MacBooks. O aparelho deve ficar muito mais resistente que os atuais, que ficaram famosos por sofrerem danos sem qualquer queda.

Mas não foi só em espessura que ele aumentou. Diferente do que havia sido mostrado em outros rumores, o novo iPhone viria com uma tela de 4,5 polegadas. Assim, ele vai ser consideravelmente maior em comparação aos outros modelos, mas não deve ser tão grande quanto o resto.

Outro ponto mencionado foi a possível adição de mais um LED para o flash da câmera, semelhante ao que já é utilizado em aparelhos como o HTC Desire HD. Isso, porém, deve ser a única diferença realmente perceptível na aparência do smartphone – os botões e o design geral se mantêm os mesmos do iPhone 5.

Custo 

Quanto ao preço, as fontes informaram que o modelo estará disponível por US$330 (R$ 653), em diversas cores. O novo aparelho, no entanto, só deve ser lançado em 2014.


ACRITICA

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Amazonas ultrapassa a marca dos quatro milhões de celulares

Amazonas, segundo a Anatel, possui 4.131.682 milhões de linhas ativas de celular. Número superior aos 3.590.985 milhões de amazonenses segundo estimativas.

Celulares
Celulares (Divulgação )



De acordo com dados divulgados no site da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), até o mês de outubro deste ano, o Amazonas alcançou o total de 4.131.682 linhas ativas de celular. Isto representa um número maior de aparelhos de telefonia móvel do que de habitantes no Estado, que, segundo estimativa do IBGE, é de 3.590.985 milhões.

A quantia representa o segundo maior número de linhas ativas em toda a região Norte, perdendo apenas para o estado do Pará, com 8.727.394 milhões de aparelhos telefônicos móveis. O estado do Amazonas ainda possui uma 'teledensidade' de acessos ao serviço de 114,41 por 100 habitantes.

259,29 milhões de linhas no Brasil
 
A Anatel também informa que o Brasil atingiu a marca de 259,29 milhões de linhas ativas de celulares até o mesmo mês de outubro. Com 80,94% deste número sendo de linhas pré-pagas, contra apenas 19,05% de pós-pagos.

Os terminais de acesso 3G ainda aparecem de forma tímida entre usuários brasileiros com apenas 59,07 milhões de clientes.

A operadora de celular Vivo continua sendo a empresa com o maior número de usuários, com 76.279.692 clientes, sendo seguida pela Tim (69.460.373), Claro (63.919.513) e Oi (48.833.698).



terça-feira, 11 de setembro de 2012

Número de celulares no AM ultrapassa a casa dos 4 milhões

Linhas ativas de telefones móveis ultrapassam o número da população no Estado, que registra 3.590.985 habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Número de celulares no Amazonas ultrapassa a casa dos quatro milhões
Número de celulares no Amazonas ultrapassa a casa dos quatro milhões (Reprodução )

Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), já foram registrados no Amazonas, até o mês de julho deste ano, 4 milhões, dezenove mil e 56 linhas de telefones celulares.

As ativações são maiores que o número da população no Estado, que registra 3 milhões, quinhentos e noventa mil e 985 habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O crescimento acima do populacional pode ser explicado pela busca dos usuários por mais opções de chips de outras operadoras. O consumidor visa garantir a economia nas promoções oferecidas pelas empresas de telefonia móvel.

A operadora Vivo registrou no mês de janeiro deste ano 2 milhões, trezentos e setenta e quatro mil e 228 linhas de celulares. No mês de julho, esse número aumentou  para 2 milhões, quinhentos e trinta e seis mil e 557. Foram 162.329 novos chips habilitados no estado pela operadora, totalizando cerca de 27.054  mensalmente no primeiro semestre.

A segunda maior operadora do estado, a TIM, em janeiro, alcançou o número de 1 milhão, doze mil e 432 chips habilitados. Em julho, foram registrados 922. 976 linhas. A diminuição foi de 89 mil, quatrocentas e cinquenta e seis chips que foram cancelados do percentual total da operação no Amazonas.

A Oi operava em janeiro com 300.663 mil linhas e já no mês de julho este número cresceu para 322 mil e duzentos e sessenta e dois chips no mercado amazonense, um aumento de 21 mil, quinhentos e noventa e nove, divididos em aproximadamente 3.600 mil chips habilitados mensalmente.

Para o bancário Nindberg Barbosa, 50, o uso de mais de uma linha de celular é motivado pela necessidade de se ter mais economia e também pelo serviço em lugares de difícil acesso.

"Com a minha profissão, viajo rotineiramente pelos municípios do estado e necessito ter diferentes linhas para não ficar sem me comunicar, além da economia promovida pelas promoções de cada operadora", comentou.

Outro ponto apontado para o aumento da habilitação dos chips pelas operadoras é a venda de celulares que comportam dois a três chips e um único aparelho.
Na região Norte, em linhas habilitadas, o Amazonas perde apenas para o Pará, que tem oito milhões, quatrocentos e noventa e uma mil e 24 linhas ativadas.



quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

É previsto um crescimento de 13,67% da telefonia móvel em 2012

Em dezembro de 2011, o setor de telefonia móvel registrou o maior número de habilitações na história do Brasil, e analistas acreditam que esse ritmo de crescimento deve ser um pouco mais lento em 2012, de acordo com o Link Estadão.
De acordo com dados na Anatel, em dezembro foram realizados 6,1 milhões de acessos móveis, elevando o número de acessos móveis no país para 242,2 milhões, caracterizando assim um mercado em expansão, com penetração superior a 100%.
Segundo Diego Aragão, da corretora Flow, a telefonia móvel terá um crescimento de 13,67% nesse ano, alcançando 275,3 milhões de acessos. Porém esse segmento sofrerá uma pequena desaceleração, uma vez que em 2011 foram 39,3 milhões de novas linhas e a previsão para 2012 é de 33,1 milhões de novas linhas.