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quarta-feira, 25 de março de 2015

CFC de Manicoré agora com mais comodidade

A Auto Escola Shalon, disponibiliza de 1ª habilitação

Centro de Formação de Condutores Auto Escola Shalon (Fotos: Edy Lima)

A Auto Escola Shalon quando vai realizar os exames de direção veicular

A Auto Escola Shalon, disponibiliza de 1ª habilitação, renovação e troca de categoria(Categorias AB - A - B – D).

Em 10 anos do Centro de Formação de Condutores (CFC), a Auto Escola Shalon é absoluta no ramo, quando o assunto é formar condutores profissionais do volante no interior do Amazonas, em especial do Município de Manicoré.

Somente nesse mês de março, 25 candidatos a Categoria ‘D’, fizeram exames veicular em Manicoré, que aconteceu no dia 18 março de 2015. Já o Curso de Legislação teve seu inicio no dia 10 de fevereiro de 2105 e foi realizado no Auditório da Escola Estadual Pedro Aguirre. Os exames foram realizados no dia 17 março de 2015.    

A Auto Escola Shalon, disponibiliza de 1ª habilitação, renovação e troca de categoria.  O Centro de Formação de Condutores Shalon, agora está funcionando com novas instalações. Ambiente arejado, totalmente climatizado, com muito mais comodidade aos interessados em tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH), seja ela para carro ou motocicleta. (Categorias AB - A - B – D).

A Auto Escola Shalon quando vai realizar os exames de direção veicular, seja nas balizas ou nas ruas, os candidatos são acompanhados por profissionais do DETRAN-AM, que vem a Manicoré somente para realizar exames veicular, tudo regulamentado como manda a Lei.

O CFC está localizado na Travessa Santo Domont- Centro, próximo ao Colégio estadual Pedro Aguirre. Celulares para Contatos: (097) 99153 – 7270; (92) 99103 – 4653.

Edy Lima DRT-AM 1823

    

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CMM aprova projeto que limita 200 concessões para transporte Alternativo e 120 para Executivo

O projeto foi aprovado no plenário após a rejeição de 14 emendas apresentadas pelo vereador



O PL tramitava em regime de urgência na Casa Legislativa(Foto: Tiago Correa)




A Câmara Municipal de Manaus (CMM) aprovou na manhã desta quarta-feira (25), o Projeto Lei (PL) nº 350/2013 do Executivo Municipal, com a Emenda conjunta das comissões de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), Finanças, Economia e Orçamento (CFEO), de Transportes, Viação e Obras Públicas (COMTVOP) e de Serviço Público (COMSERP), que reduz de 260 para 200 o número de concessões do transporte alternativo e de 260 para 120 o número de executivos em circulação na cidade de Manaus.

O PL, aprovado com votos contrários dos vereadores petistas Waldemir José, Professor Bibiano e Rose Matos, além dos vereadores Massami Miki (PSL) e Gilmar Nascimento (PDT), será encaminhado para a sanção do prefeito Arthur Neto (PT).

O projeto foi aprovado no plenário após a rejeição de 14 emendas apresentadas pelo vereador Waldemir José (PT) e a aprovação da emenda nº 015, originada da proposta negociada pelo líder do prefeito Wilker Barreto (PHS) em reunião das comissões com as categorias na terça-feira (24).

Com a aprovação da Emenda, o serviço de transporte executivo será prestado sob o regime de permissão pública para pessoas físicas na proporção de 7,5% do número de veículos do Sistema de Transporte Público Coletivo de Passageiros, vedado ao permissionário mais de uma permissão (artigo 47). A concessão terá prazo de dez anos, prorrogáveis por mais dez (artigo 51). Com a emenda, o número de concessões propostas no PL original encaminhado pelo prefeito, sobe de 80 concessões (5%) previstas para 120 concessões.

Quanto ao sistema de transporte alternativo, a Emenda estabelece que o serviço seja prestado também sob o regime de permissão para 200 pessoas físicas (parágrafo 1º do Artigo 56), vedado ao permissionário mais de uma permissão e prazo de dez anos, prorrogáveis por mais dez.

O PL tramitava em regime de urgência na Casa Legislativa. Ao defender a proposta, Wilker Barreto explicou que a bancada do prefeito entendeu que a proposta passou por vários ciclos de conversas, especificamente quanto ao quantitativo das frotas. Quanto às propostas apresentadas pelo vereador Waldemir José, que foram rejeitadas, ele explicou que poderiam ser apresentadas como destaques ou em forma de Indicações.

Além de estabelecerem rodízios nos itinerários do centro da cidade, publicação de planilhas do sistema nos sites da prefeitura de Manaus e criação de uma Ouvidoria para atender as reclamações dos usuários do sistema, Waldemir José defendeu, em uma de suas Emendas, a manutenção do quantitativo de alternativos e executivos baseado na decisão anterior da Câmara e do Prefeito que sancionou a Lei de regulamentação dos mototaxistas estabelecendo 3 mil o número de mototáxis em circulação. Para ele, além de mais seguro, o serviço prestado pelos micro-ônibus atende um número muito maior de passageiros. O presidente da Comissão de Transportes, Viação e Obras Públicas (COMTVOP), Rosivaldo Cordovil via avanço na aprovação da Lei, uma vez que o número de concessões do projeto original do prefeito saiu de 5% (estabelecido em lei anterior) para 7,5%.

Inconformados

A presidente da Federação das Cooperativas de Transporte do Estado do Amazonas (Fecootram), Walderizia Carvalho Melo considerou injusta para a categoria a aprovação do projeto. Ele afirmou que em nenhum momento a categoria teve participação nas discussões para a deliberação das Emendas. A categoria lutava pela manutenção dos 260 permissões. “Foi uma injustiça com o transporte Executivo. Por que o Alternativo ficou com 200 permissões e o nosso que tem o mesmo quantitativo ficou apenas com 120”, disse Walderizia questionando o critério técnico usado para chegar a esse resultado das concessões estabelecidas.

Medidas jurídicas

O advogado do Sindicato dos Proprietários de Transporte alternativo e executivo, Marcos Palheta, informou que após a resposta do prefeito em relação ao projeto (sanção ou rejeição da emenda) é que as categorias poderão entrar com medidas jurídicas. “Por enquanto não podemos fazer nada”, disse ele, ao falar que a categoria decidiu pela mobilização para tentar abrir o debate com o prefeito Arthur Neto.

Segundo ele, até o presente momento a PMM não oportunizou para a categoria um debate a respeito do que está acontecendo, a exemplo dos mototaxistas. Ele argumentou que trafegam em Manaus 260 ônibus do executivo e mais 260 do alternativo com selo e autorização concedida pela prefeitura.

Disse ainda que um estudo feito pela gestão municipal anterior justificava o aumento da frota. Em contrapartida, a gestão atual realizou outro estudo em que afirmou que haveria necessidade de redução da frota. Para o Marcos Palheta, há um paradoxo entre os estudos, ao observar que a população aumentou.

O advogado ressaltou que de acordo com a Lei Orgânica do Município (Loman), artigo 258, o permissionário do transporte público deve renovar a frota por ano em 25% e que a frota deve aumentar de acordo com o crescimento populacional. “Até hoje, o então prefeito nunca exibiu um documento a respeito desse estudo. Quem fez o estudo, quem assinou quem foi o responsável?”, questionou.

A reivindicação da categoria, antes da votação do Projeto 350/13, seria que houvesse a suspensão da votação para que oportunizasse à categoria a discussão junto ao prefeito, como foi feito com os mototaxistas e taxistas. “Se temos permissão do Poder Público para exercer as atividades, porque não querem nos dar essa oportunidade de debate?”, perguntou Palheta.

Segundo ele, de acordo com o texto a ser sancionado, o Sindicato dos Proprietários de Transporte alternativo e executivo irá verificar quais medidas judiciais serão adotas. Como afirmou, a estudo da instituição mostra que com a redução prevista no PL, aproximadamente 103 mil usuários ficarão sem o transporte.

Marcos Palheta garantiu também que o transporte executivo e alternativo não concorre com o transporte convencional, uma vez que o itinerário das linhas é diferente. “Apenas dividem alguns corredores viários principais, porém eles (Alternativo e Executivo) cumprem uma função que os convencionais não cumprem. Isso precisa ser exposto para o prefeito. Talvez o técnico que realizou o estudo para a prefeitura baseou seu estudo na frieza dos números. Não tem conhecimento da realidade dos fatos”, garantiu.



Com  Informação da Assessoria

sábado, 21 de setembro de 2013

Manaus terá R$ 120 milhões de investimento em gás natural veicular nos próximos três anos

Na Base Petrolífera de Urucu há reservas de gás natural suficientes para abastecer toda a região Norte do país


Para enriquecer o debate e mostrar ainda mais a importância do uso do GNV nos veículos automotores(Foto/Internet)




Nos próximos três anos, serão investidos R$ 120 milhões para o desenvolvimento do Gás Natural Veicular em Manaus, afirmou o gerente comercial da Companhia de Gás do Amazonas (Cigás), Frederico Paixão durante o 1º Seminário sobre o gás de Coari como fonte de energia e fator de desenvolvimento - Energia Termoelétrica e Gás Natural Veicular- realizado nesta quinta-feira (19) no Plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM).

O representante da Cigás apresentou as metas, planos e a campanha “Instale e economize”, que ainda será lançada, com o objetivo de incentivar o consumo do GNV. A campanha dará bônus de R$ 400,00 para os que converterem seus veículos para o uso do gás natural, apenas exigindo do consumidor a instalação do Kit 5ª geração.

Os debates do Seminário sobre o gás de Coari tiveram o objetivo de chamar a atenção das autoridades do setor para o incentivo e benefícios proporcionados pelo uso do Gás Natural Veicular (GNV) nos veículos de transporte coletivo, frotas de taxis, carros particulares, e principalmente da necessidade de abrir mais postos de distribuição para o combustível.

De acordo com o autor da Audiência Pública, vereador Mário Frota (PSDB), o GNV está associado à disponibilidade e ao alto potencial financeiro que confirmam a sua importância como fator de desenvolvimento, distribuição de renda e melhoria da qualidade de vida para a população do Estado do Amazonas.

Porém, o parlamentar considerou ainda, que o uso do combustível em Manaus ainda é um tabu, e que precisa ser discutido para que se torne realidade no Estado. “O gás está aí há quase cinco anos e a população ainda não foi beneficiada. É preciso debater com segmentos do setor qual a melhor forma do gás ser usado e entender que o uso do GNV será um avanço para a nossa cidade”, argumentou Mário Frota.

O Seminário contou com a participação do coordenador da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasming), Welder Luiz de Souza, o gerente de Comercial da Gasming, Hilton Correa Vale, o presidente da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, o representante da Federação do Comércio do Amazonas (Fecomércio), José Fernandes Ferreira, o representante da Confederação Nacional do Comercio (FNC), José Fernando Silva, o secretário executivo da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), Sérgio Alexandre Pereira, sócia-proprietária da Empresa Lubricar, Carla Martins e o gerente comercial da Companhia de Gás do Amazonas, Frederico Paixão.

Revolucionário e econômico

Para enriquecer o debate e mostrar ainda mais a importância do uso do GNV nos veículos automotores, o gerente comercial da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), Hilton Correa Vale apresentou um projeto sobre o uso do GNV, implantado no Estado de Minas Gerais, o qual tem objetivo principal o uso do combustível como matriz energética automotiva.

Na ocasião, ele mostrou que o investimento é revolucionário e econômico, não somente para a população da capital, mas também para o setor de mineração e agrícola. Ele ressaltou ainda que o estado mineiro já dispõe do uso do gás natural nos transportes ferroviários e coletivos, frotas de taxis, carros particulares, além de motocicletas. “O que queremos mostrar aqui é o desenvolvimento do GNV e como a sua utilização vai viabilizar a economia e melhorar o meio ambiente”, assegurou Hilton.

Na mesma linha, o coordenador da Gasming, Welder Souza, apresentou o Projeto ‘ Fralda Verde’, também implantado em Minas Gerais. De acordo com o coordenador, a motivação para a criação do projeto se deu pelo aumento do índice de poluição atmosférica. “O projeto é um incentivo para o uso do gás natural”, disse ele. Ele disse ainda que se o Amazonas começar a desenvolver o uso do combustível trará mais desenvolvimento para o Parque Industrial, gerando emprego e renda, mais desenvolvimento para a questão social, redução de emissões, aumento da infraestrutura e redução no impacto na balança comercial.

Obras para distribuição de gás

O representante da Cigás, Frederico Paixão informou também sobre as obras de expansão da distribuição do gás na Avenida Torquato Tapajós, que atendem as sete indústrias, as quais a partir do uso do gás natural já economizaram R$ 12 milhões em um ano, entre elas, o Posto Equador, a multinacional Coca Cola, a empresa Vídeo Lar e Ambev.

 “Além dos trabalhos na capital, incluindo a inauguração de mais um posto de Gás Natural Veicular, a Cigás também está atuando no interior. Vamos oferecer gás para quatro novas termelétricas nos municípios de Anamã, Codajás, Anori e Caapiranga”, completou.

Para abreviar a explanação aos presentes, Frederico resumiu o Projeto de Lei que está em tramitação na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e trata do Marco Legal para o estabelecimento da política do Amazonas e ao serviço de distribuição de gás no Estado, em três pontos principais: plano de metas; relação Cigás e direitos do consumidor e política tarifária.

Como explicou o gerente, no Projeto de Lei estão elencados os objetivos, entre os quais o mais importante, o que permite que o gás seja um negócio, ao mesmo tempo definir que seja o indutor do desenvolvimento. “A lei também estabelece uma política tarifária transparente para que o gás tenha preço módico e esse insumo possa contribuir efetivamente para a diminuição de custos das empresas, principalmente as do Polo Industrial de Manaus (PIM)”, explicou o gerente da Cigás.

Privatização

Como parte do processo de privatização da Cigás, ele informou que a Companhia  entregou ao Governo do Estado o relatório final do que pode ser o futuro da empresa. “O relatório descreve a avaliação das ações da empresa para um eventual novo investidor, além das alternativas que o consórcio acha que o mercado entende que é o melhor para o Estado, tais como: atração de novos investidores; aumento da participação estatal; ou a disposição do negócio à iniciativa privada. Ele disse ainda que a comissão de desestatização irá analisar o relatório e emitirá um parecer, o qual será entregue ao governador do Estado, que tomará a decisão final”, explicou.

Sobre o GNV

O Gás Natural Veicular (GNV) é uma solução técnica e economicamente viável que traz benefícios ao meio ambiente e à economia. Quando utilizado em veículos pesados contribui para a melhoria da qualidade do ar.
A província de Urucu, no município de Coari, no interior do Amazonas, é o maior produtor terrestre de gás natural do Brasil e também responsável pela terceira maior produção de petróleo. De lá são retirados diariamente cerca de 11 milhões de metros cúbicos de gás natural e 54 mil barris de óleo condensado.

Na Base Petrolífera de Urucu há reservas de gás natural suficientes para abastecer toda a região Norte do país, e outras áreas, como uma das principais fontes de energia elétrica. A disponibilização do gás natural de Urucu faz parte do programa de massificação do uso do gás lançado pelo Governo, na qual o Amazonas foi contemplado com a instalação do gasoduto Coari-Manaus.

De acordo com o vereador Mário Frota, o gasoduto Urucu-Coari-Manaus deverá proporcionar inúmeros benefícios para o Amazonas e para o Brasil. A redução da taxa de energia elétrica, a geração de emprego e renda e a redução do risco ambiental são alguns dos mais importantes. A operação do gás natural também significa redução da queima de combustíveis para atender à demanda do Amazonas.



Com Informação da Assessoria