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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Aleam adota novos critérios para avaliação de Projetos de Lei

Nos últimos meses, a Assembleia Legislativa do Amazonas

(Foto: Aleam) Os critérios mais rígidos da CCJR incluem uma proposta de que os projetos



Nos últimos meses, a Assembleia Legislativa do Amazonas tem buscado aprimorar suas ferramentas de avaliação dos Projetos de Lei apresentados pelos deputados estaduais, com a finalidade de analisá-los não apenas pelo aspecto da legalidade, mas também por outros filtros que assegurem celeridade na tramitação, eficiência e transparência às proposituras. Por sugestão do presidente Josué Neto (PSD), a Mesa Diretora e a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), por exemplo, estão adotando uma “peneira” na análise dos projetos.

Há dois meses, por exemplo, a Mesa Diretora determinou à Diretoria de Apoio Legislativo (DAL) que avaliasse os projetos antes que eles fossem encaminhados à CCJR, para evitar a tramitação de leis repetidas, já existentes – e o desperdício de tempo de análise, cadastro no sistema, servidores e tecnologias, “Dessa maneira o sistema não vai ser ocupado por temas que já existem, o que tornará mais rápida a análise de outras propostas”, aponta o deputado Orlando Cidade.

Os critérios mais rígidos da CCJR incluem uma proposta de que os projetos, além da análise da constitucionalidade, passem por uma “avaliação de eficácia”. O Projeto de Resolução nº 21/2015, aprovado na última reunião da CCJR, em 12 de novembro, altera o Regimento Interno da Casa, e prevê que além dos critérios já exigidos para análise dos projetos – que são a observação da constitucionalidade, legalidade, e dos aspectos jurídico, regimental e de técnica legislativa – também seja considerada a “eficácia” da proposta. A proposta de resolução ainda precisa ser aprovada em plenário.

O presidente da CCJR, deputado Orlando Cidade (PTN), autor da proposta, disse que a mudança foi uma sugestão da maioria dos deputados, que entenderam haver a necessidade de critérios mais específicos para analisar os projetos, já que alguns não podem ser consideradas inconstitucionais mesmo tratando de assuntos de pouca relevância em relação aos projetos de interesse da população. “Às vezes o projeto é constitucional, mas não tem a relevância necessária para passar por todas as comissões, análise dos deputados, e ir a plenário”, disse o presidente da CCJR.

Utilidade Pública
Um exemplo prático dos novos filtros aplicados pela CCJR é a mudança para a concessão de títulos de “Utilidade Pública” para entidades filantrópicas. A partir de agora, além de informações como nome e endereço, os projetos deverão conter fotos do local e das atividades realizadas pela entidade, documentos que comprovem que ela está devidamente constituída no Amazonas, como estatuto e certidão autenticada em cartório.

A entidade ainda deve se enquadrar nas exigências legais, que incluem a necessidade de funcionamento há mais de dois anos, além de não remunerar seus dirigentes e a promoção de atividades compatíveis com o título.

A CCJR também definiu a formação de uma equipe que fará a visita “in loco” para comprovar as informações fornecidas pelo autor da proposta. Segundo o coordenador da CCJR, Elionai Biela, esse trabalho de averiguação é feito por membros e assessores CCJR da Aleam para evitar que entidades que existem apenas no papel recebam o título.

O presidente da CCJR, deputado Orlando Cidade (PTN) informou que muitas das entidades sugeridas pelos deputados não estão aptas a receber este título devido a pendências, entre elas a de não ter endereço fixo. “A declaração de Utilidade Pública concedida pelo Legislativo é um documento sério, porque permite que entidades não-governamentais, filantrópicas, de natureza social ou cultural recebam recursos públicos da prefeitura, governo do Estado e governo federal”, explicou.

O título de “Utilidade Pública” é o reconhecimento dado a uma entidade que presta serviços sem interesse financeiro à sociedade. Somente as entidades legalmente constituídas no Estado podem obter esse título da Aleam. A declaração é feita através de um Projeto de Lei que pode ser apresentado por um deputado, por comissão ou pelo governador. Com o título, essas entidades podem receber recursos do Estado e da União através de convênios.

Documentos
Os projetos de concessão do título de Utilidade Pública devem conter:
• cópia autenticada do Estatuto Social da entidade, registrado em cartório, com informação expressa de não ter finalidade lucrativa;
• cópia autenticada de certidão, emitida em cartório, que comprove a não interrupção, nos últimos 12 meses, do funcionamento da entidade;
• cópia autenticada da ata de eleição da atual diretoria;
• declaração original, emitida por autoridade pública, que ateste que os membros da diretoria são pessoas adequadas ao cargo.


Com Informação da Assessoria


sábado, 21 de novembro de 2015

CCJR da Assembleia Legislativa terá novos critérios para avaliação de projetos

Os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação

(Foto: Aleam) O Projeto de Resolução nº 21/2015, aprovado na última reunião da CCJR


Os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) estão definindo regras mais rígidas para análise dos projetos que passam pela comissão. Uma das medidas é que os projetos, além da análise da constitucionalidade, passem por uma “avaliação de eficácia”.

O Projeto de Resolução nº 21/2015, aprovado na última reunião da CCJR, que aconteceu no dia 12 de novembro, altera o Regimento Interno da Casa, e prevê que além dos critérios já exigidos para análise dos projetos — que são a observação da constitucionalidade, legalidade, e dos aspectos jurídico, regimental e de técnica legislativa — também seja considerada a “eficácia” da proposta. A proposta de resolução ainda precisa ser aprovada em plenário.

O presidente da CCJR, deputado Orlando Cidade (PTN), autor da proposta, disse que a mudança foi uma sugestão da maioria dos deputados, que entenderam haver a necessidade de critérios mais específicos para analisar os projetos, já que alguns não podem ser consideradas inconstitucionais mesmo tratando de assuntos de pouca relevância em relação aos projetos de interesse da população. “Às vezes o projeto é constitucional, mas não tem a relevância necessária para passar por todas as comissões, análise dos deputados, e ir a plenário”, disse Orlando.

O coordenador da CCJR, Elionai Biela, disse que esse tipo de projetos acabam demandando tempo de análise, cadastro no sistema, e outras ferramentas necessárias à tramitação, que poderiam ser dedicados a projetos de maior interesse da população.

Utilidade Pública

A Comissão também definiu regras para a análise de projetos que tratam da concessão do título de “Utilidade Pública” para entidades filantrópicas. A partir de agora, além de informações como nome e endereço, os projetos deverão conter fotos do local e das atividades realizadas pela entidade, documentos que comprovem que ela está devidamente constituída no Amazonas, como estatuto e certidão autenticada em cartório. A entidade ainda deve se enquadrar nas exigências legais, que incluem a necessidade de funcionamento há mais de dois anos, além de não remunerar seus dirigentes e a promoção de atividades compatíveis com o título.

A CCJR também definiu a formação de uma equipe que fará a visita in loco para comprovar as informações fornecidas. Segundo o coordenador da CCJR, Elionai Biela, esse trabalho de averiguação é feito por membros e assessores CCJR da Aleam para evitar que entidades que existem apenas no papel recebam o título.

O presidente da CCJR, deputado Orlando Cidade (PTN) informou que muitas das entidades sugeridas pelos deputados não estão aptas a receber este título devido a pendências, entre elas a de não ter endereço fixo. “A declaração de Utilidade Pública concedida pelo Legislativo é um documento sério, porque permite que entidades não governamentais, filantrópicas, de natureza social ou cultural recebam recursos públicos da Prefeitura de Manaus, Governo do Estado e Governo Federal”, disse.

O título de “Utilidade Pública” é o reconhecimento dado a uma entidade que presta serviços sem interesse financeiro à sociedade. Somente as entidades legalmente constituídas no Estado podem obter esse título da Aleam. A declaração é feita através de um Projeto de Lei que pode ser apresentado por um deputado, por comissão ou pelo governador. Com o título, essas entidades podem receber recursos do Estado e da União através de convênios.

Documentos

Os projetos de concessão do título de Utilidade Pública devem conter:
— cópia autenticada do Estatuto Social da entidade, registrado em cartório, com informação expressa de não ter finalidade lucrativa;
— cópia autenticada de certidão, emitida em cartório, que comprove a não interrupção, nos últimos 12 meses, do funcionamento da entidade;
— cópia autenticada da ata de eleição da atual diretoria;
— declaração original, emitida por autoridade pública, que ateste que os membros da diretoria são pessoas adequadas ao cargo.


Com Informação da Assessoria



terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Assembleia Legislativa do Amazonas apreciou 523 projetos em 2014

Balanço das atividades da Comissão de Constituição


Os deputados David Almeida (PSD) e Marcelo Ramos (PSB) relataram 80 (Foto: Aleam)



Balanço das atividades da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), presidida pelo deputado estadual David Almeida (PSD), indica que ao longo do ano de 2014, foram apreciados 523 projetos elaborados tanto pelos parlamentares, quanto pelo Executivo e outros órgãos. Desse total, 314 propostas tiveram pareceres favoráveis, 86 contrários e 123 ainda estão em tramitação.

Quanto ao tipo de propositura apresentada, a CCJ revela que foram aprovadas seis Emendas Constitucionais, duas foram rejeitadas e cinco ainda tramitam. Também passaram 11 Leis Complementares e uma foi rejeitada, enquanto outra está sob análise.

Segundo dados da CCJ, no quesito “Leis Ordinárias”, foram aprovadas 260 e 81 tiveram parecer contrário. Outras 108 estão tramitando. A CCJ ainda deu parecer favorável a 26 Decretos Legislativos e 11 Resoluções Legislativas. Outras duas Resoluções tiveram parecer contrários e nove estão em tramitação.

Os deputados David Almeida (PSD) e Marcelo Ramos (PSB) relataram 80 projetos cada. O mesmo ocorrendo com os deputados Sinésio Campos (PT) e Belarmino Lins (PMDB) com 72 projetos. Orlando Cidade (PTN) foi o relator de 57 projetos, Abdala Fraxe (PTN) relatou cinco e Wanderley Dallas (PMDB) e Luiz Castro (PPS) analisaram um projeto cada.

Com Informação da Assessoria


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Vereadores começam a analisar a prestação das contas de 2013 do prefeito Arthur Neto

Os conselheiros que analisaram as contas do prefeito


A prestação de contas do Poder Executivo Municipal recebeu o parecer (Foto: CMM)


A Câmara Municipal de Manaus (CMM) deliberou na manhã desta segunda-feira (15), o Projeto de Decreto Legislativo, de autoria da Mesa Diretora, de prestação de contas com ressalvas da Prefeitura de Manaus, exercício de 2013, de responsabilidade do prefeito Arthur Virgílio Neto (PSDB).

A prestação de contas do Poder Executivo Municipal recebeu o parecer prévio favorável à aprovação das contas do prefeito (regularidade da Gestão Fiscal), conforme reunião realizada no dia 19 de novembro deste ano. O orçamento anual da Prefeitura de Manaus, aprovada pela Lei nº 1.709 de 4 de janeiro de 2013, e publicada no Diário Oficial do Município para o exercício de 2013, compreende os orçamentos fiscal e da seguridade social, cujas despesas estão fixadas em R$ 3, 473 bilhões.

Os conselheiros que analisaram as contas do prefeito, entre os itens observados deixam claro que foi constatado na administração do prefeito o cumprimento dos limites com gastos de pessoal, conforme determina a Lei Complementar nº 101/2000. As contas foram submetidas à análise do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas, sob a responsabilidade do procurador de Contas, Ruy Marcelo Alencar de Mendonça. As ressalvas referem-se, de acordo com o relatório do TCE às prestações de contas de convênios firmados com órgãos federais e estaduais.

As contas do prefeito do exercício de 2013 devem ser votadas até quarta-feira (17) pelo plenário da Casa Legislativa. O vereador Mário Frota (PSDB), presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) disse não ter dúvidas de que as contas do prefeito serão aprovadas. “Existe o parecer dos conselheiros do Tribunal de Contas que recomendam a aprovação”, destacou ele, ao afirmar que o julgamento político das contas do prefeito ficará com o plenário.

Para esta terça-feira, já estão confirmadas reuniões da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), convocadas pelo presidente e da Comissão de Finanças (CFEO), agendada pelo presidente, vereador Dr. Gomes (PSD).


Com Informação da Assesoria


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Servidores do Programa ‘Mais Médicos’ terão reajuste nos auxílios alimentação e moradia

Na opinião do presidente da Comissão de Saúde da Casa


O benefício é estabelecido no Projeto de Lei 148/14 do Executivo  (Ilustração:Ufalsindical)




O vale alimentação para os servidores do Programa ‘Mais Médicos’, do governo federal, terá um reajuste de 34,7%, o equivalente a R$ 129 no vencimento mensal. Os médicos, que recebiam o auxílio correspondente a R$ 371, passarão a receber, com o reajuste, o valor de R$ 500, pagos pela Prefeitura de Manaus, conforme o que institui a Lei 1.790, de 12 de novembro de 2013, observados nos valores adotados pela União.

O benefício é estabelecido no Projeto de Lei 148/14 do Executivo Municipal que altera o valor do auxílio-alimentação e autoriza o Poder Executivo a reajustar os auxílios moradia e alimentação aos profissionais do Programa. O PL foi deliberado, na manhã desta terça-feira (20), e segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).

Na opinião do presidente da Comissão de Saúde da Casa, vereador Marcelo Serafim (PSB), a ponderação feita é que é melhor não gastar com o benefício e somar a mais R$ 4 mil e chamar o médico do concurso, que é brasileiro e tem especialidade comprovada, do que importar médicos sem ter a segurança de um bom atendimento. “Mas há uma designação por parte do Ministério da Saúde que a prefeitura deve pagar o auxílio enquanto existir o Programa. Eu, particularmente, sou favorável que a prefeitura abra mão desses médicos ‘importados’ e nomeie os servidores do concurso, porque esses atenderão bem à população”, completou Marcelo.

A Câmara aprovou, no ano passado, o Projeto de Lei 468/13, que fixava o auxílio-moradia em R$ 1,2 mil e o auxílio-alimentação em R$ 371 no vencimento mensal dos profissionais que participam do Programa ‘Mais Médicos’.

Texto: Valdete Araújo – DIRCOM/CMM


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Assembleia analisa, em reunião ordinária, 37 Projetos de Lei

Posteriormente vamos também emitir o relatório da CCJR, que vamos encaminhar aos órgãos competentes



Entre as matérias aprovadas estão, por exemplo, a que dispõe sobre o serviço de fisioterapia (Divulgação)



A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) analisou nesta segunda-feira (25), durante reunião ordinária, 37 Projetos de Lei. Destes, três tiveram o parecer contrário aprovado, quatro foram retirados de pauta e quatro receberam pedido de vista.

Entre as matérias aprovadas estão, por exemplo, a que dispõe sobre o serviço de fisioterapia nas unidades de saúde do Estado do Amazonas, de autoria do deputado Luiz Castro (PPS); o que dispõe sobre a obrigatoriedade de colocar brinquedos e equipamentos para as pessoas com necessidades especiais em praças, parques e outros espaços públicos destinados às práticas esportivas, ao lazer e ao entretenimento, de autoria do deputado Fausto Souza (PSD); e o que dispõe sobre aspectos da política estadual de educação no trânsito, especialmente por meio de aulas teóricas e de práticas simuladas nas escolas da rede pública e particular do Estado, de autoria da deputada Vera Castelo Branco (PTB).

O presidente da CCJR, deputado David Almeida (PSD), destacou a produtividade da reunião e que os projetos aprovados serão encaminhados para o Apoio Legislativo para serem posteriormente incluídos na pauta de votação da Assembleia. O parlamentar também informou que a CCJR fará uma nova reunião ainda esta semana e que, em breve, irá apresentar o relatório anual de atividades da comissão.

“Quero agradecer aos deputados que integram a CCJR pela assiduidade, pela forma célere como eles emitem seus pareceres e devolvem à comissão. Essa é a 11ª. reunião do ano e vamos fazer ainda essa semana uma reunião só de Propostas de Emenda à Constituição (PECs). 

Posteriormente vamos também emitir o relatório da CCJR, que vamos encaminhar aos órgãos competentes e também mostrar à sociedade através dos painéis de LED da nossa cidade, para que nós possamos então fazer com que o trabalho dos deputados da CCJR chegue até a população, para que ela tenha acesso a essas informações”, declarou.



Com Informação da Assessoria

domingo, 10 de novembro de 2013

Projeto que concede auxílios moradia e alimentação a médicos do ‘Programa Mais Médicos’ entrará na pauta da CMM nesta segunda

A Mensagem do Executivo justifica no projeto, a dificuldade de alocação de profissionais de saúde

O Projeto de Lei assegura ainda que os auxílios moradia e alimentação(Ilustração)




Nesta segunda-feira (4), será deliberado em regime de urgência na Câmara Municipal de Manaus (CMM), a Mensagem 049/13 do Executivo Municipal que concede os auxílios moradia e alimentação aos médicos participantes do ‘Projeto Mais Médicos para o Brasil’ (PMMB).

A Proposta, que chegou nesta sexta-feira (1º) na CMM, fixa o auxílio-moradia em R$ 1.200 e o auxílio-alimentação em R$ 371 no vencimento mensal dos 42 profissionais que participam do programa ‘Mais Médicos’ do Governo Federal. O pagamento será efetuado por meio de depósito em conta bancária, em banco oficial do médico participante, obedecendo ao calendário de pagamento municipal.

O Projeto de Lei assegura ainda que os auxílios moradia e alimentação tem caráter indenizatório e sobre eles não incidem quaisquer descontos patronais ou referentes ao Imposto de Renda. De acordo com o Projeto também compete à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) fornecer transporte adequado e seguro para o médico participante do programa até o local em que irá desempenhar suas atividades, nos casos de difícil acesso.
Quanto às despesas decorrentes da proposta, elas serão custeadas com recursos da Atenção Básica, por meio de dotações orçamentárias, consignadas ao Fundo Municipal de Saúde.

A Mensagem do Executivo justifica no projeto, a dificuldade de alocação de profissionais de saúde em áreas de maior vulnerabilidade econômica ou social e as necessidades das populações que vivem nas capitais e regiões metropolitanas. Além disso, enfatiza que é indispensável a regulamentação das obrigações previstas na cláusula terceira do Termo de Adesão e Compromisso ao Programa Mais Médicos para o Brasil, celebrado entre a Prefeitura Municipal de Manaus (PMM) e o Ministério da Saúde, instituído pela Medida Provisória 621, de 8 de julho de 2013, conforme descrição do PL.

Ao ser deliberado, o projeto tramitará pelas Comissões de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), de Finanças, Economia e Orçamento (CFEO), de Saúde  (Comsau) e de Serviços Públicos (Conserp) da Câmara Municipal de Manaus.



Com Informação da Assessoria





quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Cirurgiões-dentistas comemoram aprovação de reajuste salarial e aguardam sanção do prefeito

A aprovação do projeto que corrige o vencimento dos dentistas foi acompanhada pelo Sindicato os Cirurgiões 

A propositura corrige as distorções, de modo que o cirurgião-dentista da Estratégia Saúde da (Foto: Tiago Correa)



Oitenta e cinco cirurgiões-dentistas da Estratégia Saúde da Família da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) serão beneficiados com a correção das tabelas de subsídios aprovado nesta terça-feira (29), pela Câmara Municipal de Manaus (CMM). O Projeto de Lei nº 450/13, de autoria do Executivo Municipal, que segue para sanção do prefeito Arthur Neto (PSDB), corrige os salários dos ‘dentistas da casinha’ e do médico com prorrogação da carga horária do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Serviço de Pronto Atendimento (SPA) e maternidade.

A aprovação do projeto que corrige o vencimento dos dentistas foi acompanhada pelo Sindicato os Cirurgiões Dentistas do Estado do Amazonas (SINDCD-AM) e membros da categoria que comemoraram o fato histórico. 

Com pedido de urgência, o PL foi aprovado por unanimidade, em única discussão, com os pareceres favoráveis das Comissões de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), Finanças, Economia e Orçamento (CFEO), Comissão de Saúde (COMSAU) e de Serviço Público (COMSERP).

A propositura corrige as distorções, de modo que o cirurgião-dentista da Estratégia Saúde da Família possa receber os valores relativos ao dobro do valor do subsídio de sua classe padrão correspondente, em valores praticados em abril de 2008, e que os Especialistas em Saúde. No caso dos médicos com prorrogação de carga horária para 24 horas no SAMU, SPA e maternidade, os valores relativos a 20% do valor do subsídio da classe padrão, também com valores praticados em abril de 2008.

A justificativa do PL está baseada nas negociações da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) junto aos órgãos de representação de classe que verificou com os estudos de impacto orçamentário e financeiro, a possibilidade da concessão da correção a contar de agosto de 2013, atendendo às disposições legais pertinentes e recebendo a devida ratificação das partes interessadas.

Ao agradecer a aprovação da propositura, o presidente do SINDCD-AM, Alysson Soares, disse que esse é um momento histórico para os dentistas do Amazonas. “Buscamos essa correção por cinco anos para que se resgate um pouco dessa profissão”, comemorou Alysson observando que os 85 dentistas que atuam na Estratégia Saúde da Família se dedicam ao máximo para que a população tenha o sorriso resgatado. “O projeto trará um reajuste salarial para os dentistas da casinha em torno de 15%”, disse Alysson.

“Nossa dignidade ao longo desses anos foi perdida, mas hoje, cada um de vocês (cirurgiões dentistas) tem o apreço pela classe e estamos trabalhando em parceria para que a população tenha a alegria de nos receber com dignidade”, completou o presidente, ao observar que a luta ainda não terminou. O próximo passo, é aprovar um novo Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS) que se encontra em tramitação na Semsa. “Um novo PCCS está sendo analisado pela Semsa para que a proporcionalidade do salário siga o contrato das 20 horas. Isso tudo não é um ganho para nós apenas, mas principalmente para a população”, concluiu ele, na esperança de que até dezembro o PCCS seja aprovado e em janeiro comece a vigorar.

Reconhecimento e apoio

Durante a aprovação, a propositura teve apoio dos demais vereadores presentes na votação que também elogiaram a postura do prefeito Arthur Virgílio (PSDB), entre os quais o vereador Rosivaldo Cordovil (PTN). “Hoje se faz justiça à classe. O prefeito está atento a todas as ações que emanam da sociedade”, disse o parlamentar.

Na mesma esteira, o vereador Luiz Alberto Carijó  (PDT) disse que a reivindicação é histórica para a categoria pelos serviços relevantes a cidade. “É a demonstração de respeito a uma secretaria que é uma das melhores do País”. “O prefeito atendeu a essa reivindicação mais do que justa”, ressaltou o vereador.

O líder do prefeito, vereador Wilker Barreto (PHS) ressaltou o consenso e a celeridade dos 41 vereadores que não mediram esforços para aprovar o projeto. “É um direito justo que foi solicitado de forma ordeira. Esse projeto foi tratado em caráter especial”, disse Wilker, ao lembrar que outros PCCSs ainda serão discutidos ao longo deste mandato. “Devemos discutir outros assuntos de interesse da sociedade a que venham beneficiar a maioria ou minoria da população”, concluiu o vereador.

Entre outros que também se pronunciaram a favor do projeto foram os vereadores Gilmar nascimento (PDT), Ewerton Wanderley (PSDB), professora Jacqueline (PPS), professor Bibiano (PT), Waldemir José (PT), Roberto Sabino (PRTB) e Joãozinho Miranda (PTN).



Com Informação da Assessoria

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CMM aprova projeto que limita 200 concessões para transporte Alternativo e 120 para Executivo

O projeto foi aprovado no plenário após a rejeição de 14 emendas apresentadas pelo vereador



O PL tramitava em regime de urgência na Casa Legislativa(Foto: Tiago Correa)




A Câmara Municipal de Manaus (CMM) aprovou na manhã desta quarta-feira (25), o Projeto Lei (PL) nº 350/2013 do Executivo Municipal, com a Emenda conjunta das comissões de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), Finanças, Economia e Orçamento (CFEO), de Transportes, Viação e Obras Públicas (COMTVOP) e de Serviço Público (COMSERP), que reduz de 260 para 200 o número de concessões do transporte alternativo e de 260 para 120 o número de executivos em circulação na cidade de Manaus.

O PL, aprovado com votos contrários dos vereadores petistas Waldemir José, Professor Bibiano e Rose Matos, além dos vereadores Massami Miki (PSL) e Gilmar Nascimento (PDT), será encaminhado para a sanção do prefeito Arthur Neto (PT).

O projeto foi aprovado no plenário após a rejeição de 14 emendas apresentadas pelo vereador Waldemir José (PT) e a aprovação da emenda nº 015, originada da proposta negociada pelo líder do prefeito Wilker Barreto (PHS) em reunião das comissões com as categorias na terça-feira (24).

Com a aprovação da Emenda, o serviço de transporte executivo será prestado sob o regime de permissão pública para pessoas físicas na proporção de 7,5% do número de veículos do Sistema de Transporte Público Coletivo de Passageiros, vedado ao permissionário mais de uma permissão (artigo 47). A concessão terá prazo de dez anos, prorrogáveis por mais dez (artigo 51). Com a emenda, o número de concessões propostas no PL original encaminhado pelo prefeito, sobe de 80 concessões (5%) previstas para 120 concessões.

Quanto ao sistema de transporte alternativo, a Emenda estabelece que o serviço seja prestado também sob o regime de permissão para 200 pessoas físicas (parágrafo 1º do Artigo 56), vedado ao permissionário mais de uma permissão e prazo de dez anos, prorrogáveis por mais dez.

O PL tramitava em regime de urgência na Casa Legislativa. Ao defender a proposta, Wilker Barreto explicou que a bancada do prefeito entendeu que a proposta passou por vários ciclos de conversas, especificamente quanto ao quantitativo das frotas. Quanto às propostas apresentadas pelo vereador Waldemir José, que foram rejeitadas, ele explicou que poderiam ser apresentadas como destaques ou em forma de Indicações.

Além de estabelecerem rodízios nos itinerários do centro da cidade, publicação de planilhas do sistema nos sites da prefeitura de Manaus e criação de uma Ouvidoria para atender as reclamações dos usuários do sistema, Waldemir José defendeu, em uma de suas Emendas, a manutenção do quantitativo de alternativos e executivos baseado na decisão anterior da Câmara e do Prefeito que sancionou a Lei de regulamentação dos mototaxistas estabelecendo 3 mil o número de mototáxis em circulação. Para ele, além de mais seguro, o serviço prestado pelos micro-ônibus atende um número muito maior de passageiros. O presidente da Comissão de Transportes, Viação e Obras Públicas (COMTVOP), Rosivaldo Cordovil via avanço na aprovação da Lei, uma vez que o número de concessões do projeto original do prefeito saiu de 5% (estabelecido em lei anterior) para 7,5%.

Inconformados

A presidente da Federação das Cooperativas de Transporte do Estado do Amazonas (Fecootram), Walderizia Carvalho Melo considerou injusta para a categoria a aprovação do projeto. Ele afirmou que em nenhum momento a categoria teve participação nas discussões para a deliberação das Emendas. A categoria lutava pela manutenção dos 260 permissões. “Foi uma injustiça com o transporte Executivo. Por que o Alternativo ficou com 200 permissões e o nosso que tem o mesmo quantitativo ficou apenas com 120”, disse Walderizia questionando o critério técnico usado para chegar a esse resultado das concessões estabelecidas.

Medidas jurídicas

O advogado do Sindicato dos Proprietários de Transporte alternativo e executivo, Marcos Palheta, informou que após a resposta do prefeito em relação ao projeto (sanção ou rejeição da emenda) é que as categorias poderão entrar com medidas jurídicas. “Por enquanto não podemos fazer nada”, disse ele, ao falar que a categoria decidiu pela mobilização para tentar abrir o debate com o prefeito Arthur Neto.

Segundo ele, até o presente momento a PMM não oportunizou para a categoria um debate a respeito do que está acontecendo, a exemplo dos mototaxistas. Ele argumentou que trafegam em Manaus 260 ônibus do executivo e mais 260 do alternativo com selo e autorização concedida pela prefeitura.

Disse ainda que um estudo feito pela gestão municipal anterior justificava o aumento da frota. Em contrapartida, a gestão atual realizou outro estudo em que afirmou que haveria necessidade de redução da frota. Para o Marcos Palheta, há um paradoxo entre os estudos, ao observar que a população aumentou.

O advogado ressaltou que de acordo com a Lei Orgânica do Município (Loman), artigo 258, o permissionário do transporte público deve renovar a frota por ano em 25% e que a frota deve aumentar de acordo com o crescimento populacional. “Até hoje, o então prefeito nunca exibiu um documento a respeito desse estudo. Quem fez o estudo, quem assinou quem foi o responsável?”, questionou.

A reivindicação da categoria, antes da votação do Projeto 350/13, seria que houvesse a suspensão da votação para que oportunizasse à categoria a discussão junto ao prefeito, como foi feito com os mototaxistas e taxistas. “Se temos permissão do Poder Público para exercer as atividades, porque não querem nos dar essa oportunidade de debate?”, perguntou Palheta.

Segundo ele, de acordo com o texto a ser sancionado, o Sindicato dos Proprietários de Transporte alternativo e executivo irá verificar quais medidas judiciais serão adotas. Como afirmou, a estudo da instituição mostra que com a redução prevista no PL, aproximadamente 103 mil usuários ficarão sem o transporte.

Marcos Palheta garantiu também que o transporte executivo e alternativo não concorre com o transporte convencional, uma vez que o itinerário das linhas é diferente. “Apenas dividem alguns corredores viários principais, porém eles (Alternativo e Executivo) cumprem uma função que os convencionais não cumprem. Isso precisa ser exposto para o prefeito. Talvez o técnico que realizou o estudo para a prefeitura baseou seu estudo na frieza dos números. Não tem conhecimento da realidade dos fatos”, garantiu.



Com  Informação da Assessoria

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Comissões Técnicas da ALEAM encerram primeiro semestre e apresentam balanço das atividades realizadas


As Comissões Técnicas da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) apresentaram relatório

Estado e participação em quatro outros eventos internos realizados nos auditórios e quadra poliesportiva da ALEAM(Aleam.gov)



As Comissões Técnicas da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) apresentaram relatório de atividades parlamentares (dados parciais) neste primeiro semestre do ano de 2013. Esse relatório, emitido no primeiro período legislativo de 1° de fevereiro a 03 de junho, divulga e registra os dados obtidos mediante a distribuição das suas atribuições.

A Comissão de Constituição Justiça e Redação Final CCJR/ALEAM, presidida pelo deputado estadual David Almeida (PSD), no período de janeiro de 2013 a julho de 2013, efetuou a apreciação em seu seio de um total de 397 projetos. O deputado David Almeida foi o relator de 82 proposições, seguido de Belarmino Lins com 64 e Sinésio Campos com 59.

Em relação à produção legislativa, na CCJR tramitaram 15 emendas constitucionais, sendo que cinco receberam parecer favorável e dez estão tramitando, não houve parecer contrário. Leis complementares (num total de 11) receberam parecer favoráveis nove e duas ainda tramitam, contrário nenhum. 

Já sobre as leis ordinárias foram apreciados 333 projetos com 170 recebendo parecer favoráveis, 22 contrários e 141 ainda estão tramitando. 

Num total de 14 decretos legislativos, 10 receberam parecer favoráveis com quatro ainda tramitando, nenhum parecer contrário. Nas resoluções legislativas 24 estão sendo apreciadas com 15 recebendo parecer favorável, uma contrário e oito em tramitação.

No total geral 209 projetos receberam parecer favorável, 23 parecer contrário e 165 ainda em apreciação perfazendo um total de 397 projetos.

COMAM/ALEAM

A Comissão de Assuntos Municipais (COMAM), presidida pelo deputado Tony Medeiros (PSL), tem como atribuições as políticas públicas, programas, projetos, atividades e matérias relativas à habitação e defesa civil.

Neste 1° semestre, a COMAM realizou reunião itinerante para estudo de viabilidade da comunidade de Cacau Pirêra (Iranduba) em atendimento a sua proposta de emancipação, além de reuniões internas com as comunidades de Tuiué (Manacapuru), Canumã (Borba) e Acajatuba (Iranduba) para apresentação de documentos.

Realizou visitas técnicas nas comunidades do Purupuru, (Careiro Castanho), Mainã, (área rural de Manaus), onde verificou principalmente a questão do “Programa Luz Para Todos” e, em Campos Sales, periferia de Manaus, para avaliar uma área de risco com problemas de erosão, junto com a Defesa Civil. Esteve ainda no Comando Militar da Amazônia (CMA) em visita institucional.

A COMAM esteve, também, em Brasília para acompanhar a votação do Projeto de Lei 416/2008 do deputado Mozarildo Cavalcanti que devolve às Assembleias o poder de criar novos municípios. 

Além de apresentar um requerimento solicitando trabalho de infraestrutura à rua Capitão Anízio, na Vila do Puraquequara ( Zona Leste) e de um Projeto de Lei dispondo sobre a reserva de 5% dos imóveis no âmbito dos programas habitacionais no Amazonas destinadas a portadores de necessidades especiais.

CSP/ALEAM

Com sua atuação voltada para a política e condições de funcionalidade do sistema estadual de segurança pública, a Comissão de Segurança Pública da ALEAM, presidida pelo deputado estadual Cabo Maciel (PR), no período de 01 de fevereiro de 2013 a 11 de julho de 2013, atendeu mais de 350 pessoas, com demandas diversas.

Dentre essas demandas se destacam os pleitos por promoção de policiais e bombeiros militares, reintegração de policiais militares excluídos, através de recursos administrativos e judiciais, viabilização da posse em razão de concurso público, policiamento nas áreas de violência, retificação da situação jurídica de policiais e bombeiros militares e policiais civis, defesa jurídica para matrícula nos cursos de formação de praças e oficiais da PMAM, bem como orientações jurídicas diversas.

Ainda neste período, a CSP/ALEAM realizou visitas técnicas aos municípios a seguir, inclusive às comunidades rurais próximas aos mesmos: Humaitá, Itacoatiara, Presidente Figueiredo, Parintins, Silves, Barreirinha, Itapiranga, Nhamundá, dentre outros.

Também realizou Audiências Públicas nos municípios e localidades relacionados: Itacoatiara, Urucará, São Sebastião do Uatumã, Rio Preto da Eva, Vila de Novo Remanso (Itacoatiara), Vila rica de Caviana (Manacapuru), Silves e Apuí, dentre outros.

No que tange à produção legislativa, a CSP/ALEAM emitiu 16 pareceres e apresentou 16 Projetos de Lei, um Projeto de Resolução Legislativa e duas Propostas de Emenda Constitucional.

CEL/ALEAM

Voltada para a política de educação física e desportiva e análise de programas, projetos e atividades dela decorrentes, a Comissão de Esporte e Lazer da ALEAM, presidida pelo deputado estadual Fausto Souza (PSD), no período de janeiro de 2013 a julho de 2013, efetuou um trabalho em cima de proposições recebidas e relatadas nesta comissão com indicação do relator e do parecer. 

Ainda neste período, a CEL/ALEAM realizou visitas técnicas em alguns municípios e entidades ligadas ao esporte como a Arena da Amazônia. Além de ter participado de Audiências Públicas e eventos tanto na capital como no interior do Estado.

No que tange à produção legislativa, a CEL/ALEAM emitiu cinco pareceres e recebeu e relatou oito Projetos de Lei e um Projeto de Resolução Legislativa.

Teve em seu seio quatro Projetos de Lei promulgados. Realizou oito reuniões internas, duas reuniões externas e duas visitas técnicas, sendo uma na Arena da Amazônia e outra na Praça da Juventude no Careiro Castanho. 

Nesse período teve a participação efetiva em oito eventos na cidade de Manaus, além de quatro visitas ao interior do Estado e participação em quatro outros eventos internos realizados nos auditórios e quadra poliesportiva da ALEAM.


Com Informação da Assessoria

terça-feira, 16 de julho de 2013

Aprovadas as PECs de readequação da Constituição do Amazonas e o fim do voto secreto na ALEAM

“Vivemos hoje um momento histórico para esta Casa de Leis e para o Amazonas

 

Todo poder emana do povo e é exercido por seus representantes(Aleam)

Vivemos numa democracia representativa e a população precisa saber de que forma seus representantes estão votando aqui”, declarou a deputada estadual Conceição Sampaio (PP) em seu pronunciamento desta quarta-feira (10), por ocasião da votação e aprovação das três Propostas de Emenda Constitucional (PEC), apresentadas pela Comissão Mista de Readequação da Constituição do Amazonas, presidida pela parlamentar, com sugestões de alterações no texto constitucional do Estado em relação ao Federal, e que incluiu emenda para o fim do voto secreto no Amazonas

Para Conceição Sampaio não tem como existir o voto secreto. “Secreto para quem?”, questionou.

E destacou a importância das manifestações populares que contribuíram para esse momento.
A deputada acrescentou que foi uma importante decisão coletiva tomada pela Assembleia Legislativa. “O homem público que ouve a população erra menos”, frisou.

De acordo com a parlamentar, o fim do voto secreto foi apresentado como Emenda Modificativa e Supressiva à PEC No. 04/2013, a qual contempla as sugestões de alterações no texto constitucional do Estado em relação ao Federal, dos artigos 22, 24, 28, 31, 36 e 87.

E explicou que pela emenda, assinada por todos os parlamentares, foi suprimido o texto anterior do artigo 31, parágrafo 2º, e criado um novo artigo específico que proíbe qualquer possibilidade de uma votação secreta na ALEAM. 
 
O referido parágrafo ficou com a seguinte redação: “Todas as votações na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas serão nominais e abertas, vedada qualquer previsão de votação secreta.”

O deputado estadual Josué Neto (PSD), presidente da Assembleia Legislativa, apontou a aprovação do fim do voto secreto como um fato histórico para a política amazonense. “Quero estender essa vitória da sociedade amazonense a todos os parlamentares da Casa Legislativa, que realmente entenderam esse momento”, ressaltou.

Ao se dirigir à deputada Conceição Sampaio, o deputado estadual Marcelo Ramos (PSB) mencionou sobre a solução que possibilitou votar a matéria do fim do voto secreto no dia de hoje, que foi apresentá-lo como emenda à PEC No. 04/2013, sobre a readequação da Constituição do Estado, que já estava aprovada para ir à votação em plenário.

Ramos lembrou que o debate sobre o fim do voto secreto não começou com as manifestações populares, mas desde 2011 a Assembleia tem debatido o assunto, o processo amadureceu e as manifestações aceleraram o convencimento de todos os deputados para por fim a essa prática.

“Todo poder emana do povo e é exercido por seus representantes”, citou a Constituição do Brasil para enfatizar que a população precisa saber claramente como seus representantes votam.
O deputado Francisco Souza (PSC) sugeriu que todas as votações consideradas secretas no passado passem a ser feitas no painel eletrônico com divulgação de todos os nomes e votos, pois a modalidade de votação simbólica algumas vezes suscita dúvida de como votou cada deputado.
 
Readequação da Constituição
 
Conceição Sampaio destacou o trabalho da comissão mista, que começou no ano passado, com o levantamento geral para a adequação da Constituição do Amazonas ao texto da Constituição Federal. Foram mais de 100 sugestões e 60 artigos revisados, apresentados em três PECs, que cumpriram tramitação pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), a qual tem atribuição regimental de julgar a legalidade e constitucionalidade das PECs.

E para seguirem para votação em plenário, receberam parecer da comissão especial formada pelos deputados estaduais Adjuto Afonso (PP), David Almeida (PSD), José Ricardo Wendling (PT), Marcos Rotta (PMDB), Sidney leite (DEM), Sinésio Campos (PT), Tony Medeiros (PSL). 
 
As PECs 4/2013, 5/2013 e 6/2013, tiveram como relatores Sidney Leite, Sinésio Campos e Adjuto Afonso, respectivamente.
 
 
Com Informação da Assessoria

 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

50 projetos para esta quarta-feira e promete enxugar a pauta

A Comissão de Orçamento está tratando das emendas parlamentares. Amanhã serão votados

A Comissão de Orçamento está tratando das emendas parlamentares(Arquivo Aleam)

A Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) começa a Sessão Plenária desta quarta-feira (10) pela Ordem do Dia, para votar cerca de 50 projetos, entre eles a Lei de Diretrizes Orçamentárias do Estado (LDO) e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que propõe o fim do voto secreto. 

A inversão de pauta foi decidida pelo presidente Josué Neto (PSD) que, em entrevista coletiva, explicou a necessidade de se concluir o esforço concentrado iniciado no final de fevereiro para limpar da pauta os projetos remanescentes dos anos de 2010 a 2012.

Antes de encerrar a Sessão Plenária desta terça-feira (9), Josué Neto pediu ao relator da LDO, deputado Adjuto Afonso (PP), que reunisse a Comissão de Finanças Públicas para finalizar a análise das 50 emendas parlamentares apresentadas ao texto do governo. 

Adjuto, que é presidente da comissão, convocou a reunião para após a sessão plenária.
“Amanhã (quarta) nós vamos votar a LDO. 

A Comissão de Orçamento está tratando das emendas parlamentares. 

Amanhã serão votados mais de 50 projetos, entre os polêmicos, pendentes, a LDO e os encaminhados pelo governo”, afirmou Josué Neto. O presidente pretende fechar toda a pauta de votação.

Outra matéria que tramita na Casa, na CCJR é a representação do Instituto Amazonense de Cidadania (Iaci) contra o deputado Ricardo Nicolau, mas esta, segundo o presidente, está tramitando de acordo com o rito do Regimento Interno. “Está nas mãos do relator que deverá entregar o relatório nas próximas horas e existe uma orientação que seja entregue até amanhã. 

Nós estamos esperando a entrega e a divulgação pela CCJ através do seu relator”, explicou.

O deputado Josué  Neto disse que não poderia mais falar sobre a questão para não se antecipar ao relator e entrar no mérito. “Não cabe ao presidente da casa entrar no mérito de qualquer situação que envolva algo que é estritamente técnico, e que está seguindo os trâmites legais. 

A Assembleia está atendendo uma representação dentro do que especifica a lei”, afirmou.


 Com Informação da Assessoria



quinta-feira, 20 de junho de 2013

CCJ aprova projeto de Josué Neto que beneficia o Festival Folclórico de Parintins


O estabelecimento do Festival Folclórico como patrimônio histórico favorece essa manifestação cultural

Amazonas e no Brasil que atenda a tantos requisitos em uma única forma de expressão(Divulgação)


A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) aprovou, nesta segunda-feira (17), o projeto de autoria do deputado Josué Neto (PSD), presidente do Legislativo estadual, que define o Festival Folclórico de Parintins como o Patrimônio Cultural e Imaterial do Amazonas.  Já nesta terça-feira (18), o projeto vai para votação em plenário.

Em defesa de seu projeto, o deputado Josué Neto explicou que o conceito de patrimônio intangível se encaixa na festa, lembrando que o IPHAM definiu que “o patrimônio cultural abrange expressões culturais e as tradições que um grupo de indivíduos preserva, em respeito aos ancestrais, para as gerações futuras”.

Josué Neto argumenta também que o Festival Folclórico “é o único com a efetiva participação popular, onde o público não é coadjuvante e sim um dos atores” e ainda apresenta “a maior ópera a céu aberto em três dias consecutivos”.

Reforçando a justificativa, Josué Neto destaca que os 21 itens julgados no Festival de Parintins expressam com arte as lendas, rituais, personagens, culinária e o “jeito caboclo de ser” dos amazonenses, encantando “aqueles que têm o privilégio de participar de tão empolgante evento”.

O deputado Josué Neto lembra, ainda, que “não há nenhuma outra manifestação no Amazonas e no Brasil que atenda a tantos requisitos em uma única forma de expressão, como o Festival Folclórico de Parintins”.

O estabelecimento do Festival Folclórico como patrimônio histórico favorece essa manifestação cultural com uma série de suportes financeiros e técnicos, inclusive facilitando a criação de museus e centros de documentação sobre a cultura dos bumbás parintinenses.

Além disso, essa iniciativa estabelece a obrigação, por parte do Poder Público, de documentar a manifestação – sua origem, sua trajetória, as modificações por que passou, seus produtores, seu modo de produção, a forma como circula, entre outros aspectos relevantes – e dar ampla divulgação dessas informações a toda sociedade.



Com Informação da Assessoria