Mostrando postagens com marcador Mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mulher. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de novembro de 2015

PMB - PARTIDO DA MULHER BRASILEIRA NOMEIA PRESIDENTE MUNICIPAL

Jane Farias,  será a primeira mulher presidente do partido em Manaus.

(Bahianapolitica.com.br) Ela comenta ainda sobre o descrédito das pessoas ao se filiarem aos partidos



Jane Farias,  será a primeira mulher presidente do partido em Manaus.
O Partido da Mulher Brasileira realiza amanhã (25), a partir das 10h, no auditório do Líder Hotel, localizado na avenida 7 de setembro, Centro, a nomeação da primeira representante mulher do partido.  O evento contará com a presença do vice-presidente nacional da sigla Sidclei Bernardo e alguns militantes.

Na ocasião a advogada e corretora de imóveis Jane Picanço de Farias Lima, será nomeada presidente municipal do PMB, que já nas próximas eleições municipais, pretende lançar um candidato próprio à prefeito de Manaus.

Jane Farias 56 anos e já foi presidente do SINDIMOVEIS -AM em 2009 até 2013. Também assumiu a presidência na FENACI - Federação Nacional dos Corretores de Imóveis da Região Norte. Hoje é secretaria jurídica da UGT - União Geral dos Trabalhadores e está no PMB há 5 anos, acompanhando a luta para fundação do partido.

Jane afirma que o partido preza pela igualdade de gêneros e o fortalecimento dos direitos das mulheres. “O fato do partido ser das mulheres, não significa exclusividade feminina. Obedecemos a igualdade de gênero. O partido abre portas, dando oportunidades para as mulheres mostrarem seu trabalho diante da sociedade. Ainda estamos iniciando. Não se pode fazer um juízo de valor nesse momento”.

Ela comenta ainda sobre o descrédito das pessoas ao se filiarem aos partidos. “Embora estejamos às vésperas de um pleito municipal, há de se colocar em tese o momento político em que o país está atravessando. Observa-se um desvalor político neste momento, o que faz com que as pessoas pensem bastante antes de se envolver em política”.

O Partido

Fundado em 2008 por Suêd Haidar, o partido tem como uns dos principais objetivos reconhecer e buscar, a consolidação e a valorização tanto da mulher quanto do homem no cenário de um mundo globalizado que pressupõe à igualdade dos direitos, tendo como foco um país socialmente justo e igualitário. O partido já possui 15 deputados federais no plenário e vem ganhando força no país.

Depois de conseguir mais de 500.000 assinaturas o partido conseguiu registro em setembro deste ano, o que autoriza o partido a lançar candidatos nas próximas eleições inclusive a Prefeito de Manaus. O PMB chegou ao Estado do Amazonas em 2011 através dos esforços de Marcelo Amil e Charles Sampaio, atual Presidente Estadual do Partido. Jane Farias será a primeira presidente municipal do partido, após o registro junto ao TSE, porém, a primeira mulher a liderar o PMB em Manaus.


Com Informação da Assessoria




quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Caminhada Rosa em Manicoré

O secretário de saúde do município Yuri Reis e o Vice-prefeito

(Foto: Edy Lima) A concentração será na Praça da Bandeira – Centro Comercial de Manicoré


A prefeitura de Manicoré, através da Secretaria Municipal de Saúde do Município de Manicoré (Semsa), estará realizando no dia 23 de outubro de 2015, à Caminhada Rosa, em alusão a Campanha do Outubro Rosa (Prevenção do Câncer de Mama e Cólo Uterino). O evento terá o envolvimento de todos os profissionais da área da saúde do município, e de convidados especiais.  

A concentração será na Praça da Bandeira – Centro Comercial de Manicoré, às 16h30min, sexta-feira. O secretário de saúde do município Yuri Reis e o Vice-prefeito de Manicoré, Paulo Sérgio (PSC), convidam á todas às mulheres e a população em geral da cede do município, para participarem dessa caminhada, em prol da saúde da mulher manicoreense.



Edy lima DRT/AM 1823   

segunda-feira, 9 de março de 2015

Justiça expede 2,8 mil mandados de prisão de maridos violentos, mas apenas 347 foram cumpridos

Cabe às polícias efetuarem as prisões dos agressores, porém muitos deles não têm endereço fixo. Prisão preventiva é decretada quando há risco à 

Em agosto de 2014, Rita de Cássia teve casa e roupas incendiadas pelo ex-marido(Márcio Silva)




Mesmo com a prisão preventiva do ex-companheiro tendo sido decretada há seis meses, a atendente Rita de Cássia de Jesus, 38, ainda tem medo de sair de casa e frequentar espaços públicos com a filha. O motivo? Até hoje, o ex-marido, Railton Teixeira dos Santos, 27, não foi preso e, segundo ela, motivos não faltam para se sentir em apuros.  “Ele me liga e me ameaça. Diz que o serviço ainda não está concluído”, declarou Rita.
No ano passado, a mulher denunciou o companheiro após ter sofrido várias agressões físicas, inclusive, atentados de morte, quando ele incendiou a casa em que ela morava com a filha. Segundo a atendente, tudo isso foi motivado por ele não aceitar o fim da relação.  O caso, enquadrado na Lei 11.340/2006, mas conhecida como Lei Maria da Penha, segue em segredo de Justiça.
Muitos mandados
Assim como Rita de Cássia, pelo menos outras 2.475 mulheres podem estar na mesma situação, segundo os dados informados pelo 2º Juizado Especializado no Combate a Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher. Só no ano passado, segundo a juíza titular, Luciana Eira Nasser, o juizado expediu mais de 2,8 mil mandados de prisões preventivas, mas apenas 347 foram cumpridos. Nos dois primeiros meses deste ano, outros 32 mandados foram decretados.
De acordo com Luciana Nasser, cabe as polícias efetuarem as prisões dos agressores, mas ela também explicou que muitas das vezes isso não acontece pela dificuldade de localização dos endereços dos agressores.  “As vezes esses homens não são presos porque a polícia tem dificuldade de encontrar o endereço deles, porque nem sempre eles possuem residência  fixa ou fugiram para outra cidade”, justificou.
Ainda segundo a magistrada, a prisão preventiva do agressor é decretada quando ele representa algum risco à vítima e, geralmente, o pedido é formalizado pela delegacia onde o caso foi registrado. “É comum haver ameaças e, como nunca se sabe o que pode acontecer lá na frente, é importante a vítima procurar ajuda imediatamente”, orientou Luciana Nasser.
Delegacia explica
A titular da Delegacia Especializada em Combate a Crimes contra as Mulheres (DECCM), no Parque 10, na Zona Centro-Sul, Andreia Pereira, também explicou que a prisão pode ser feita porque qualquer delegacia, dependendo de onde o inquérito policial foi instaurado. “Se o homem não foi preso e as ameaças continuam acontecendo, ela (a vítima) precisa ir à delegacia de origem e conversar com o delegado para que ele tome as providências necessárias”, explicou. 
A delegada informou ainda que só no mês de fevereiro a DECCM representou por seis mandados de prisões, onde cinco deles foram deferidos e cumpridos. O sexto foi negado, mas a Justiça converteu o pedido em monitoramento eletrônico. Mandados de prisões preventivas podem ser cumpridos em qualquer delegacia. Se o suspeito for considerado foragido, cabe também a Delegacia Especializada em Capturas e Polinter (DECP) cumprir o mandado.
Em 2015
Tanto para a Justiça quanto para a Polícia Civil, o monitoramento eletrônico veio para reforçar o acompanhamento de mulheres que sofreram algum tipo violência doméstica. Sistema recentemente implantado em Manaus, atualmente 49 pessoas são monitoradas eletronicamente.
No entanto, apenas em nove desses casos, tanto a vítima quanto o agressor fazem o uso do “botão do pânico” e da tornozeleira. “Se o agressor se aproximar, o sistema emite um sinal alertando a vítima de que ele está próximo. Automaticamente, o Centro de Operação e Controle entra em contato com a pessoa e se for necessário, a polícia é acionada e ele pode ser preso por descumprimento à medida protetiva”, complementou a juíza  Luciana Eira Nasser.
Necessidade de proteção
“Fico assustada porque sempre que peço a preventiva de alguém, eu cumpro. Até porque se pedimos é porque existe uma necessidade  de proteger a vítima”. Essa é a afirmação da delegada titular da Delegacia  Especializada em Combate a Crimes contra a Mulher (DECCM - Anexo), localizada no bairro Cidade de Deus, na Zona Norte, Débora Mafra.
Ela estranhou os números de prisões preventivas aplicadas pela Lei Maria da Penha (Lei 11.340) que ainda não cumpridas em Manaus, já que as prisões visam proteger as vítimas de futuras agressões, quando é o caso. Ela também afirmou que, geralmente, quanto representa pela preventiva é porque já possui  as informações necessárias para localizá-lo.
 “Quando eu peço, eu cumpro”, afirmou. No início do mês de fevereiro, Débora Mafra prendeu o mecânico Wanderson Carlos da Silva Pinheiro, o “Wan Wan”, 33, por tentativa de homicídio. Segundo ela, o suspeito esfaqueou a ex-companheira dele, de 35 anos, e usou uma chave de fenda para perfurar a barriga dela. O motivo, segundo o homem, seria porque a vítima não queria reatar o relacionamento.
Em números
Segundo a Justiça do Amazonas, existem 7.329 processos relacionados à Lei Maria da Penha tramintando apenas na 2º Juizado Especializado em no Combate a Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).
Kelly Melo

quarta-feira, 4 de março de 2015

Câmara aprova e feminicídio passa a ser considerado um crime hediondo no Brasil

Em dez anos, 43,7 mil mulheres foram assassinadas no Brasil, sendo que mais de 40% das vítimas foram assassinadas dentro de suas casas

Assassinato de mulher por razões de gênero passa a ser incluso no Código Penal entre os tipos de homicídio qualificado (Alexandre Fonseca)


 
A Câmara aprovou o projeto de lei do Senado que classifica o feminicídio como crime hediondo e o inclui como homicídio qualificado. O texto modifica o Código Penal para incluir o crime - assassinato de mulher por razões de gênero - entre os tipos de homicídio qualificado. O projeto vai agora à sanção presidencial.
A proposta aprovada estabelece que existem razões de gênero quando o crime envolver violência doméstica e familiar, ou menosprezo e discriminação contra a condição de mulher. O projeto foi elaborado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher.
Ele prevê o aumento da pena em um terço se o crime acontecer durante a gestação ou nos três meses posteriores ao parto; se for contra adolescente menor de 14 anos ou adulto acima de 60 anos ou ainda pessoa com deficiência. Também se o assassinato for cometido na presença de descendente ou ascendente da vítima.
Na justificativa do projeto, a CPMI destacou o homicídio de 43,7 mil mulheres no Brasil de 2000 a 2010, sendo que mais de 40% das vítimas foram assassinadas dentro de suas casas, muitas pelos companheiros ou ex-companheiros. Além disso, a comissão afirmou que essa estatística colocou o Brasil na sétima posição mundial de assassinatos de mulheres.
A aprovação do projeto era uma reivindicação da bancada feminina e ocorre na semana do Dia Internacional da Mulher (8 de março). Em outra votação, os deputados aprovaram o projeto de lei que regulamenta a profissão de historiador e estabelece os requisitos para o exercício da profissão. O texto retorna ao Senado para nova apreciação.
IOLANDO LOURENÇO (AGÊNCIA BRASIL)


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Semsa realiza nesta sexta-feira (10), a abertura do ‘Outubro Rosa’ em Manicoré.

Secretário de Saúde do Município de Manicoré, Yuri Lelo Reis

O evento acontecerá na Praça da Bandeira – Centro (Foto: Internete)


A quarta equipe de Acadêmicos de Medicina, Enfermagem e Odontologia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) Estágio Rural, estão desde o dia (08) de setembro de 2014, estagiando na cede do município, e no sábado (11) seus estágios se encerram completando 33 dias de estudos voltados à saúde rural.

Pensando nisso, o Secretário de Saúde do Município de Manicoré, Yuri Lelo Reis (SEMSA), em parceria com os Acadêmicos da Universidade do Estado do Amazonas (UEA): Yasmim Gouvêa, Jackeline Farias, Aron Batalha, Felipe Frazão e Diego Santos vão realizar nesta sexta-feira (10) a abertura do Outubro Rosa.

O evento acontecerá na Praça da Bandeira – Centro, as 18:30h. Haverá palestra sobre o câncer de mama e de colo de útero. Também vai haver o cinema na praça, com o filme “Uma chance para viver”.

O evento contará com todos os profissionais da área de saúde do município e terá também a presença do Excelentíssimo Vice-prefeito de Manicoré Paulo Sérgio Barbosa (PSD). A população em geral está toda convidada, inclusive as mulheres manicoreenses.


Edy Lima DRT/AM 1823

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Pesquisa mostra que 56% dos homens já foram agressivos com a companheira

Além disso, estudo revela que a mulher ainda é vista como responsável pelo trabalho doméstico, já que 89% dos homens não aceitam que a esposa não mantenha a casa em ordem

Cerca de 35% dos homens desconhecem parcialmente ou totalmente sobre a Lei Maria da Penha
Cerca de 35% dos homens desconhecem parcialmente ou totalmente sobre a Lei Maria da Penha (ACRITICA/AC)
Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (29) elaborada pelo Data Popular a pedido do Instituto Avon revelou que 56% dos homens já tiveram atitudes que caracterizam violência doméstica contra suas parceiras. Para fazer a pesquisa foram entrevistados 995 homens e 505 mulheres a partir de 16 anos em 50 municípios das cinco regiões do país.

A pesquisa mostrou ainda que 16% dos entrevistados admitem já ter sido agressivos com a companheira. Mas quando listada uma série de atitudes consideradas violentas, é que se chega ao resultado de 56% deles admitindo terem sido agressivos. Entre os itens apontados estão: xingou, empurrou, ameaçou com palavras, deu um tapa, um soco, impediu de sair de casa, arremessou algum tipo de objeto, humilhou em público,obrigou a fazer sexo sem vontade e ameaçou com arma.

Segundo o estudo 53% dos homens entram no casamento com expectativa de felicidade, mas a mesma porcentagem atribui à mulher a responsabilidade pelo sucesso da união. Ainda dentro das expectativas 85% acham inaceitável a mulher ficar alcoolizada 69% não concordam que ela saia com amigos sem sua companhia e 46% consideram inaceitável o uso de roupas justas e decotadas.

O estudo indicou também que a mulher ainda é vista como responsável pelo trabalho doméstico, já que 89% não aceitam que a mulher não mantenha a casa em ordem. Em outro aspecto a pesquisa constatou que 29% dos entrevistados acreditam que o homem só bate porque a mulher provoca e 23% batem porque só assim a mulher "cala a boca", além de que 12% acha que têm razão em bater na mulher caso ela os traia.

De acordo com o estudo o ambiente na infância pode ser o fator influente no comportamento do homem adulto 67% dos agressores presenciaram discussões dos pais quando crianças, enquanto entre os não agressores esse número cai para 47%. Entre os agressores 21% viram violência física e entre os não agressores esse índice cai para 9%.

Quando questionados sobre a Lei Maria da Penha 92% dos homens se disseram favoráveis, mas 35% afirmaram que a desconhecem parcial ou totalmente. A maioria dos homens não entende que a lei atua para diminuir a desigualdade de gênero. Para  37%  as mulheres desrespeitam mais os homens por causa da lei e 81% defendem que os homens também deveriam ser protegidos pela lei.

O presidente da Avon, David Legher observou que a pesquisa mostrou que a sociedade ainda está muito longe de poder dizer que a violência doméstica não existe. Segundo ele a ideia de ouvir homens nesta edição da pesquisa que é feita desde 2009, veio para sentir as impressões do gênero sobre o tema e o resultado impressionou.

"No Brasil a cada quatro minutos uma mulher é vítima de violência doméstica e a cada minuto uma morre em função disso. Temos que erradicar esse comportamento da sociedade. A pesquisa mostra que a mulher acha normal que isto aconteça. O primeiro passo é a mulher acordar desta situação. Tem que perceber e contar esta história para alguém", ressaltou.

A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, destacou que o poder público não tem condições de enfrentar esta realidade sozinho e para acabar com a violência contra as mulheres é necessário que os movimentos sociais e empresas participem.

“As parcerias com empresas e movimentos sociais são uma determinação do Governo Federal. Temos que aproveitar e transformar isto em políticas pública, porque neste momento se  reconhece a existência do fenômeno. E estas políticas públicas devem reverter de fato estes dados”.
O fato de muitas atitudes violentas serem consideradas normais pelos homens e nem serem lembradas por eles é cultural e patriarcal, como se fizesse parte do contrato do casamento. Eleonora lembrou que até dez anos atrás as feministas ficavam isoladas sem conseguir mostrar essa realidade.

“No governo de Luiz Inácio Lula da Silva as políticas ficaram mais sérias e punitivas. O machismo existe e temos que mudar essa sociedade sexista. Nas novas gerações já há mudanças de comportamento”.

A ministra disse não ver muitas mudanças entre os homens adultos. “Depende do meio em que vive, a cultura em que está envolvido, mas acredito que estamos no caminho certo porque a sociedade está inteiramente mobilizada. Esta mudança de mentalidade é para mim os maiores desafios. Devem ser feitas campanhas acesso maior das mulheres à informação, acolhimento maior e julgamentos exemplares”, explicou.

AGÊNCIA BRASIL

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Trocou a mulher pelo Princesa !

Curiosidades sobre o fanatismo no futebol



Torcedor levou paixão pelo time ao limite
Torcedor levou paixão pelo time ao limite (Ney Mendes)


Que os homens são capazes das maiores loucuras por causa do futebol, isso todo mundo sabe. Mas quando juntam sentimentos como amor, paixão e loucura, num coração apaixonado de torcedor, tudo pode acontecer. É o caso do empresário Diego Matos Pinheiro, 24, que é torcedor fanático do Princesa do Solimões que deixou a esposa e um casamento de seis anos, para não perder a oportunidade de ver o Tubarão jogar.
A partida era válida pelo Campeonato Amazonense de 2009, entre Princesa e Rio Negro no estádio Gilberto Mestrinho (mais conhecido como Gilbertão) em Manacapuru (a 86 quilômetros de Manaus). Membro da torcida organizada Tubarão do Norte, Diego estava pronto para mais um jogo de rotina. Vestiu a camisa, pegou a bandeira e colocou no carro para participar da carreata quando recebeu o ultimato da mulher: “O Princesa do Solimões ou eu”. Ele não pensou duas vezes: escolheu o time do coração.





Por: AUGUSTO COSTA

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Testes farmacogenéticos chegam ao Brasil e são aliados da saúde feminina

Os testes farmacogenéticos são relativamente novos no Brasil que é o segundo país do mundo a utilizá-los nas áreas de Cardiologia, Cérebro e Comportamento e Saúde da Mulher

Testes são aliados na hora de decidir qual tratamento seguir
Testes são aliados na hora de decidir qual tratamento seguir (Divulgação)
Quando ouvimos falar em análise do DNA e seqüenciamento do Genoma Humano, descoberta feita em 2003, ainda pensamos nestes assuntos como realidades muito distantes de nós. Mas, o avanço científico proporcionou aliados à saúde como é o caso dos testes farmacogenéticos que chegaram ao Brasil há poucos meses. O lançamento aqui é da Gntech Tests. 

Na área de saúde de mulher, por exemplo, a análise do DNA é uma aliada valiosa no tratamento e prevenção de doenças como, por exemplo, o câncer de mama.  Pesquisas científicas mostram que substâncias provenientes do metabolismo do estrogênio foram reconhecidas como fatores de risco primários para o desenvolvimento deste tipo de câncer.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que até 2030 aproximadamente 1 bilhãos de mulheres sofrerão a menopausa , em todo o mundo. Atualmente no Brasil, 13, 5 milhões de mulheres estão no climatério, o período que antecede a menopausa. O uso da análise do DNA das pacientes, por meio do teste farmacogenético do estrogênio pode ajudar na  hora de médico e paciente decidirem pelo tratamento de reposição hormonal.

Pelo teste são avaliados complexos algoritmos que cruzam os dados clínicos da paciente, as características individuais de seus genes( genótipo) e as propriedades farmacológicas de medicamentos, neste caso, o estrogênio. As informações determinam como o código genético de cada indivíduo pode influenciar na sua aceitação e resposta a determinada medicação.

As pessoas interessadas podem adquirir os testes diretamente pelo site www.gntechtests.com.br . O valor de lançamento é de R$ 3.651,60 que pode ser parcelado. O paciente receberá o teste com todos os itens, instruções e documentos necessário para coleta a amostra biológica(células bucais).

Alguns convênios já reembolsam pacientes, mas este número ainda é  pouco já que esta ferramenta ainda é novidade no Brasil. Os testes são realizados pelos laboratórios da Iverson Genetics, nos Estados Unidos e distribuídos no Brasil pela GnTech Tests.

O material biológico das células bucais, por ser de simples coleta e totalmente indolor, poderá ser coletado pelo próprio paciente, pelo médico ou por outro profissional da saúde. Quando o material é coletado por terceiros, recomenda-se o uso de luvas descartáveis.

Depois de feito o procedimento de coleta, o paciente preenche oo formulário de identificação do teste é a data e horário da coleta do exame. Os formulários de identificação da Área da Cardiologia e da Saúde da mulher devem ser preenchidos pelo médico.

O envio das amostras, análises e resultados ocorrem, em média, em 10 dias úteis. Importante ressaltar que os médicos são os responsáveis exclusivos pela utilização e interpretação do resultado.  

Descobrir se a mulher possui alto, médio ou baixo risco de desenvolver câncer de mama, no caso de terapia de reposição hormonal, ajudará em uma tomada de decisão mais segura pela paciente e pelo próprio médico, que terá uma base científica para orientar as opções de tratamento no caso específico e rapidamente.

ACRITICA