Mostrando postagens com marcador Projeto de Lei. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Projeto de Lei. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Assembleia encerra o ano legislativo com aprovação de mais 36 projetos de lei

Os projetos que tratam do reajuste dos servidores do Tribunal de Justiça

(Foto: Aleam) Outros dois projetos do Executivo que tratam da indicação de nomes para a composição


A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou, nesta sexta-feira (18), na última sessão plenária do ano legislativo, 36 propostas, sendo sete do Poder Executivo e o restante de autoria dos deputados estaduais. Dois projetos foram retirados de pauta. O presidente Josué Neto (PSD) adotou o tom conciliador para conduzir os trabalhos, que terminaram por volta das 14h30, com a pauta esgotada.

Foi aprovado o projeto nº 352/2015, que altera a Meta Fiscal do Estado para se adequar à queda de arrecadação de R$ 1,4 bilhão, com 22 votos favoráveis e duas abstenções. Segundo o líder do governo na Casa, deputado David Almeida (PSD), a mudança foi necessária porque a meta anterior foi fixada sobre uma previsão de crescimento econômico, mas com a crise econômica, e a consequente queda de receita, obrigou o Governo do Estado a rever a meta.

Outro projeto aprovado foi o nº 352/2015 que cria o Fundo Estadual de Esporte e Lazer (FEEL), destinado ao incentivo de atletas e atividades desportivas e paradesportivas. O projeto foi aprovado por unanimidade, com duas emendas da deputada Alessandra Campêlo (PCdoB). Uma delas ampliou o incentivo para todas as atividades esportivas do Estado, inclusive olímpicas.

Também foi aprovado o Projeto de Lei nº 357/2015 que trata sobre medidas necessárias para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, de acordo com as regras fixadas pelo Comitê Olímpico Rio 2016. Entre as regras estão a disposição de profissionais de atendimento à saúde e segurança durante os jogos e competições. 

Os deputados aprovaram também o Projeto de lei nº 350 que cria o Fundo Estadual de Segurança Pública (FESP-AM), destinado à reestruturação das Polícias Militar e Civil. De acordo com o projeto, os recursos do Fundo poderão ser oriundos de convênios do Estado, União, Municípios do Amazonas, doações de pessoas físicas e jurídicas, além de juros e rendimentos de depósitos, e poderão ser aplicados na aquisição de materiais permanentes, na capacitação de servidores e na manutenção das instalações físicas dos órgãos de segurança do Estado.

Também foi aprovado o projeto de lei nº 355/2015 que autoriza o Estado a promover ajustes no Plano Plurianual de 2016/2019, porque alguns recursos estavam destinados a órgãos que foram alterados na recente reforma administrativa, entre eles a Fundação Vila Olímpica, que hoje é administrada pela Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), e a Secretaria de Povos Indígenas, que hoje é uma Fundação.

Outros dois projetos do Executivo que tratam da indicação de nomes para a composição do Conselho de Administração e Conselho Fiscal da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur) e do Conselho Permanente de Disciplina da Polícia Militar do Amazonas, também foram aprovados.

Os projetos que tratam do reajuste dos servidores do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) e de mudanças no preenchimento de vagas no quadro de servidores do Tribunal de Contas do Estado (TCE) foram retirados de pauta, por nove votos a oito, porque a maioria dos deputados presentes entendeu que as propostas precisam ser mais bem discutidas.

O presidente da Casa, deputado Josué Neto (PSD) disse, no final da sessão, que os projetos serão analisados em plenário após o recesso parlamentar, em fevereiro do ano que vem. 

Projetos dos Deputados

Foram aprovados ainda 29 projetos de autoria dos deputados estaduais, entre eles o nº 06/2012, do deputado Luiz Castro (REDE) que proíbe o corte do fornecimento de energia ou água, por falta de pagamento, nos dias que antecedem fins de semana e feriados. O projeto prevê ainda que as empresas responsáveis por este serviços notifiquem o consumidor 30 dias antes do corte.

Outro projeto aprovado foi o nº 324/2015, do deputado Orlando Cidade (PTN) que cria a Frente Parlamentar de Defesa da BR-319, destinada a cobrar e acompanhar as medidas que visam a recuperação da rodovia.

Também foram aprovados os projetos de lei nº 52/2015, do deputado José Ricardo (PT), que proíbe o uso de recursos públicos para contratação de shows que desvalorizem , ofendam, ou incentivem a violência contra a mulher ou exponham as mulheres a situações constrangedoras.
Todos os projetos aprovados foram encaminhados para sanção do governador José Melo (PROS).


Com Informação da Assessoria




quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Assembleia Legislativa aprovou LOA 2016, PPA, e mais 12 projetos

O Parlamento aprovou ainda o projeto de lei nº  342/2015


(Foto: Aleam) Outros 10 projetos de autoria dos deputados foram aprovados, entre eles o nº 4/2015

 


A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou, nesta terça-feira (15), 14 propostas, entre elas o Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) que define onde serão aplicados os recursos do Estado ano que vem, estimados em R$ 16,2 bilhões, e o Plano Plurianual do Estado 2016-2019, um planejamento das metas que devem ser executadas pelo Estado nos próximos quatro anos.

A LOA foi aprovada por maioria de votos, sem emendas parlamentares. O deputado Sabá Reis (PR) que encaminhou a votação, disse que a maioria dos deputados entendeu que a melhor opção era manter o projeto na forma original por conta das dificuldades financeiras que o Estado vem passando. “Nós estamos vendo o governador José Melo fazer malabarismo com o orçamento para arcar com todos os compromissos do Estado. Acredito que é melhor manter do jeito que está por conta dos estudos que o Estado fez”, disse.

A área que receberá o maior aporte de recursos, segundo o projeto, é a Educação para onde está previsto investimento de 25,5% do orçamento de 2016, cerca de R$ 2,4 bilhões.
Os deputados Alessandra Campelo (PCdoB), José Ricardo (PT), e Luiz Castro (REDE) que juntos apresentaram 111 emendas, votaram contra a proposta. O PPA 2016-2019 também foi aprovado pela maioria dos deputados e recebeu os votos contrários dos deputados Luiz Castro, José Ricardo e Alessandra Campelo.

O Parlamento aprovou ainda o projeto de lei nº  342/2015, de autoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que altera a lei orgânica do órgão e prevê que todos os cargos comissionados sejam preenchidos por pessoas que tenham escolaridade de acordo com o cargo.
Os deputados aprovaram ainda o Projeto de Resolução Legislativa nº 06/2015, de autoria do deputado José Ricardo (PT) que altera o Regimento Interno na Aleam e prevê que “o deputado não poderá se ausentar do plenário durante o rito de votação”, e nem deixar declaração de voto.

Outros 10 projetos de autoria dos deputados foram aprovados, entre eles o nº 4/2015, do deputado Luiz Castro, que prevê a inclusão de informações educativas sobre cuidados e precauções contra a pedofilia na programação da TV e Rádio Aleam; o nº 95/2015, do deputado Josué Neto (PSD), que obriga que seja disponibilizado um exemplar da lei Maria da Penha para consulta da população, em local visível e de fácil acesso, nas delegacias de polícias, nas bibliotecas das escolas públicas da rede estadual de ensino e nas bibliotecas públicas do Amazonas; e o nº 178/2015, da deputada Alessandra Campelo, que prevê que a manutenção de parques infantis, brinquedos, e afins, obedeçam as normas de Segurança de Brinquedos de Playground, fixada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).



Com Informação da Assessoria 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Dilma veta novamente regras para criação de municípios

O PLS 104/2014, do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), estabelece regras para a comprovação da viabilidade municipal (econômico-financeira, político administrativa e sociambiental e urbana) e a consulta à população afetada


O projeto para regular a criação de municípios tinha sido aprovado no Congresso Nacional (Divulgação)


A presidente Dilma Rousseff vetou integralmente projeto aprovado pelo Congresso para regular a criação de municípios (PLS 104/2014 - Complementar). É a segunda vez que uma proposta com essa finalidade é rejeitada por Dilma.

O PLS 104/2014, do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), estabelece regras para a comprovação da viabilidade municipal (econômico-financeira, político administrativa e sociambiental e urbana) e a consulta à população afetada. Além disso, exige que tanto o novo município quanto o que venha a perder parte do seu território mantenham, após o processo, uma população mínima: 6 mil nas regiões Norte e Centro-Oeste, 12 mil na região Nordeste; e 20 mil nas regiões Sul e Sudeste.
O novo projeto foi apresentado como alternativa ao PLS 98/2002, também de Mozarildo, integralmente vetado pela presidente Dilma Rousseff em outubro de 2013. À época, a Presidência da República manifestou preocupação com o aumento do número de municípios e das despesas decorrentes.
Ao vetar o PLS 104/2014, agora, Dilma reconhece o "esforço de construção de um texto mais criterioso", mas afirma que a proposta não afasta o problema da responsabilidade fiscal.
"Depreende-se que haverá aumento de despesas com as novas estruturas municipais sem que haja a correspondente geração de novas receitas. Mantidos os atuais critérios de repartição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o desmembramento de um município causa desequilíbrio de recursos dentro do seu estado, acarretando dificuldades financeiras não gerenciáveis para os municípios já existentes", diz na justificativa do veto.
Votação no Senado
O PLS 104/2014 foi aprovado inicialmente no Plenário do Senado em maio. Na Câmara, os deputados retiraram do projeto a exigência de uma extensão territorial mínima para os novos municípios, mantendo as demais regras. Na votação final no Senado, no início de agosto, os senadores confirmaram, por 52 votos a 4, o texto vindo da Câmara.
Para a maioria dos senadores, a definição de regras para a criação de municípios pode trazer benefícios como a redução das desigualdades regionais, expansão da presença do poder público e geração de empregos.
Agora, o assunto se juntará a uma pauta com mais de 30 vetos presidenciais à espera de exame pelo Congresso, inclusive o que rejeitou o projeto anterior de Mozarildo.
Existem no país 5.570 municípios. Os cinco mais recentes foram criados em 1º de janeiro de 2013: Balneário Rincão (SC), Mojuí dos Campos (PA), Paraíso das Águas (MS), Pescaria Brava (SC) e Pinto Bandeira (RS).
AGÊNCIA SENADO

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Pesca comercial do tambaqui deve ser proibida no AM

A redução da quantidade e do tamanho da espécie na natureza são as principais justificativas para projeto de lei que tramita na ALE-AM, de autoria do deputado estadual Wilson Lisboa (PCdoB)




De acordo com especialistas, o tamanho médio do tambaqui está reduzindo
De acordo com especialistas, o tamanho médio do tambaqui está reduzindo (Arquivo A Crítica)


A proibição da pesca e comercialização do tambaqui (Colossoma macropomum) em todo o Amazonas pelo período mínimo de quatro anos é a única maneira de se preservar essa espécie da extinção comercial, afirmou nessa quarta-feira (20) o diretor da Secretaria Executiva da Pesca e Agricultura (Sepa) da Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), José Leland Barroso.

Ao defender a aprovação de um projeto de lei que está tramitando na Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM), Leland diz que o tambaqui, atualmente, está sendo capturado tão pequeno nos rios e lagos do Amazonas que, em pouco tempo, perderá o valor comercial.

Na última terça-feira (19), o projeto foi aprovado na Comissão do Meio Ambiente Assembleia Legislativa do Amazonas, apresentado pelo deputado Wilson Lisboa (PCdoB), com o objetivo de proibir não só a captura, mas o transporte, comercialização e armazenamento dessa espécie que, segundo levantamentos, está a caminho da extinção.

Leland garante que essa “moratória” não terá impacto sobre a alimentação da população manauense porque só quem consome essas espécies da natureza são as pessoas de maior poder aquisitivo, devido ao alto preço.

ANA CÉLIA OSSAME

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Expressão 'Deus seja louvado' poderá ser obrigatória em cédulas do Real

O projeto será analisado de forma conclusiva pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados

Notas deverão sofre alteração caso a ação do Ministério Público Federal seja aceita
Notas deverão sofre alteração caso a ação do Ministério Público Federal seja aceita (Reprodução)
Proposta em tramitação na Câmara torna obrigatória a impressão da frase "Deus seja louvado" em todas as cédulas do Real. O autor, deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), argumenta que o Projeto de Lei 4710/12 pretende evitar que a expressão seja suprimida das cédulas, como solicitou recentemente a Procuradoria da República em São Paulo.

Na ação civil pública, apresentada em novembro último, o Ministério Público Federal aponta que não há previsão legal para a inclusão da frase nas notas do Real e que o Estado brasileiro é laico e deve se desvincular de manifestações religiosas. Além disso, para o MP, a expressão privilegiaria uma religião em detrimento das outras.

Eduardo da Fonte, no entanto, entende que há um erro de interpretação da palavra “laico”. Ele afirma que Estado laico é aquele que não adota uma religião oficial e no qual há separação entre a Igreja e o Estado, de modo que não haja envolvimento entre os assuntos de um e de outro, muito menos sujeição de um em relação ao outro.

“A expressão ‘Deus seja louvado’ respeita a tradição cultural de nosso povo e não necessariamente representa apoio a nenhuma religião”, argumenta. “O respeito e o culto a um ser supremo, que representa a divindade, está presente em todas as religiões”, completa Da Fonte.

O projeto altera a Lei 9.069/95, que, entre outras medidas, estabelece regras e condições para a emissão do Real.

O projeto será analisado de forma conclusiva pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

AGÊNCIA CÂMARA / MURILO SOUZA

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Senado aprova projeto que pune crimes cometidos pela Internet

Uma das penas previstas é de três meses a um ano de detenção, para quem produz, oferece, distribui, vende ou difunde programas de computador capazes de permitir a invasão de dados alheios.  

Para ter acesso, usuário deve fornecer número de CPF e nome completo
A pena pode variar de seis meses a dois anos, em casos de obtenção de dados sigilosos, comunicações eletrônicas privadas, dentre outros crimes (Divulgação)


O Senado aprovou nesta quarta-feira (31) parecer do líder do governo na Casa, senador Eduardo Braga (PMDB/AM), ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 35/2012, que tipifica e pune crimes na internet. O projeto é de autoria do deputado Paulo Teixeira (PT/SP).

Relator da matéria na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), onde foi aprovada em decisão terminativa, Eduardo Braga propôs a pena de três meses a um ano de detenção, mais multa, para quem produz, oferece, distribui, vende ou difunde programas de computador capazes de permitir a invasão de dados alheios. Caso haja obtenção de dados sigilosos, comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais ou industriais, além de controle remoto de computadores alheios – ações comumente atribuídas a rackers - a pena varia de seis meses a dois anos.

“Essa é uma matéria inovadora, que pune um crime da sociedade moderna e que preocupa milhares de brasileiros. O Senado dá um passo importante aprovado essa lei”, disse.
Quando apresentou o relatório na CCT, Braga explicou a aprovação do projeto pode dar mais tranquilidade ao sistema financeiro do Brasil, que atualmente perde cerca de R$ 2 bilhões ao ano por conta de fraudes cometidas na internet.

“São invasões de contas bancárias pela Internet ou a utilização dos chamados “chupa cabras”, colocados em caixas eletrônicos, além de outros crimes que estão no cotidiano das pessoas, como o roubo de dados pessoais e divulgação de arquivos”, acrescentou o senador.

Por ter sofrido modificações no Senado, o projeto volta para análise da Câmara dos Deputados.


ACRITICA*
*Com informações  da assessoria de comunicação