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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Suspensão do WhatsApp mostra fragilidade da internet brasileira, diz idealizador do Marco Civil

Segundo Ronaldo Lemos, decisão de juíza de SP afronta o estabelecido na lei: "O que ocorreu foi uma gambiarra, uma coerção indevida não prevista em lei com efeito colateral gigantesco"


Ronaldo Lemos(Divulgação/VEJA)


A juíza Sandra Regina Nostre Marques conseguiu chamar a atenção de Mark Zuckerberg. Diante dasuspensão do WhatsApp determinada - e já revogada - pela juíza em todo o Brasil, o CEO do Facebook, dono do WhatsApp, publicou um texto criticando a decisão. 

Com o despacho, a juíza chamou também atenção para a fragilidade legal da internet brasileira, avalia o advogado Ronaldo Lemos, idealizador do Marco Civil, lei sancionada neste ano que estabelece os direitos e os deveres dos personagens da rede no país. Segundo Lemos, a decisão da juíza foi "equivocada", frontalmente em desacordo com o Marco e também com a Constituição, impondo censura a quase 100 milhões de usuários do serviço. "O episódio revela nossa fragilidade: com aval da Justiça, quatro empresas, as operadoras de serviços de telecomunicações, têm condições de derrubar qualquer serviço de internet. É uma situação muito perigosa". Quatro empresas e uma juíza, diga-se. Leia a seguir a entrevista que Lemos concedeu a VEJA.com.

O que significa a decisão de bloquear o WhatsApp aos olhos do Marco Civil? É uma interpretação equivocada. A ideia de suspender sites e aplicativos não está prevista em nenhum lugar do Marco Civil. Ao contrário, a lei prevê a proteção da liberdade de expressão. Além de ferir o Marco, a decisão é inconstitucional e fere a Convenção Americana de Direitos Humanos, que estabelece que qualquer situação de censura é inadmissível. O que ocorreu é uma gambiarra, uma coerção não prevista em lei com efeito colateral gigantesco.

Que prerrogativas, afinal, tem a Justiça em relação aos serviços de internet, segundo o Marco Civil? O artigo 12 do Marco Civil estabelece sanções aos serviços que desrespeitem normas estabelecidas na própria lei. O artigo 11, contudo, deixa claro que as sanções não incluem a retirada do ar dos serviços, mas apenas a suspensão das atividades de coleta, armazenamento e tratamento de dados pessoais ou de comunicação por provedores de conexão e de aplicações de internet. Ou seja, o que o Marco autoriza é uma sanção econômica, o que é grave por si só. Não sei de onde a juíza retirou a ideia de que é permitido tirar do ar o serviço.

Consta que a juíza tomou a decisão após requerer do WhatsApp, sem ser atendida, dados de um criminoso que usava o serviço. O que a Justiça poderia ter feito em lugar de derrubar o aplicativo?Há várias formas de lidar com situações como essa, quando a empresa está estabelecida em outro país, caso do WhatsApp. O caminho correto é recorrer aos acordos de cooperação judicial que o Brasil tem assinado com diversos países, como o firmado com a Suíça, que permitiu recentemente trazer para o país os dados relativos às contas bancárias do Eduardo Cunha. Já temos acordos com os Estados Unidos também. Para ter ideia do absurdo dessa decisão judicial, imaginemos se um banco brasileiro com serviços nos Estados Unidos fosse acionado pela Justiça americana: um juiz daquele país jamais determinaria a suspensão dos serviços. Impressiona-me o fato de a decisão ignorar essas questões institucionais.

Qual a lição do episódio? O episódio revela nossa fragilidade: quatro empresas, as operadoras de serviços de telecomunicações, têm condições de derrubar qualquer serviço de internet. É uma situação muito perigosa. Mais: uma juíza estadual de primeira instância consegue derrubar o serviço de 90 milhões de usuários do país todo. Então, o que nos salva é o Marco Civil, aparato legal que impede que a rede seja usada com intenção de censura. O Marco proíbe, por exemplo, o Poder Executivo de exercer influência na internet, como ocorre na Turquia e Rússia, onde os governos podem simplesmente desligar a rede, sem sequer ouvir a Justiça. No Brasil, o Executivo está proibido de fazer isso. Apenas o Judiciário pode determinar a remoção de conteúdo - apenas isso -, mas não a remoção de aplicações, como aplicativos e sites. O que espero é que tribunais superiores usem o Marco Civil da forma certa e nos defendam. Isso já aconteceu antes e os tribunais entenderam.

Como evitar que os casos como esse se repitam? O que me surpreendeu neste caso foi a posição das teles. Aparentemente, apenas a Oi recorreu da decisão. Então, parece ter havido mudança de posicionamento das empresas, que aparentemente lavaram as mãos. Existe responsabilidade das operadas. Quando se tentou tirar o Secret das lojas da Apple, a empresa recorreu. As teles já haviam resistido em outras situações. Houve mudança de posicionamento.

O que fazer agora? Reforçar institucionalmente a questão da libertdade. Os tribunais precisam cassar essa decião o mais rápido possível. E precisamos nos defender contra projetos de lei, como o PL 215, que querem aumentar controle sobre a internet.


Veja.com


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

‘Há tanta vida lá fora...’: conheça casos de pessoas que decidiram se afastar do Facebook

Estudo recente apontou que obsessão por curtidas e compartilhamentos pode nos causar mal. Pessoas que saíram da rede e uma especialista comentam o tema


"Acordava e ia direto com a mão no smartphone para verificar as notificações e notícias do dia", disse a estudante Karoline Zany (Aguilar Abecassis)


Quando foi a última vez que você olhou seu Facebook na última hora? Talvez nem você mesmo(a) consiga responder essa pergunta. A verdade é que as redes sociais entraram de vez no cotidiano das pessoas nos últimos anos, de maneira que não nos percebemos à sua mercê.
No entanto, é válido perguntar: até que ponto isso nos afeta? Em estudo divulgado este mês, o Instituto de Pesquisa da Felicidade, sediado em Copenhagen, apontou que nossa obsessão em chegar novas curtidas e compartilhamentos pode nos causar mal.
Eles testaram a tese separando um grupo de aproximadamente 1,1 mil pessoas em dois grupos, um dos quais passaria uma semana fora da rede social de Mark Zuckerberg e outro continuaria a usá-la normalmente pelo mesmo período.
Pedidos para avaliar seu grau de satisfação pessoal antes e depois do experimento, os participantes que ficaram fora ranquearam a sua vida melhor dos que os que permaneceram na rede. Ao fim da semana, a média de “índice de satisfação pessoal” do grupo que continuou no Facebook era de 7,75, enquanto o do grupo que saiu era de 8,12.
O presidente do instituto, Meik Wiking, disse a um jornal dinamarquês que acredita que a distorção de realidade provocada pela rede é fator que contribui muito para o resultado, o que encontra ecos em estudiosos aqui no Brasil. 
Aline Restano, psicóloga que integra o Grupo de Estudos Sobre Adições Tecnológicas (Geat), baseado no Rio Grande do Sul, em entrevista ao VIDA&ESTILO comentou que, para certas pessoas na web, “parece mais importante parecer que está feliz do que estar feliz de verdade”. 
Por esse e outros motivos, há pessoas que realmente optaram por se desconectar mais um pouco, como na experiência na Dinamarca, vivendo mais momentos e menos “likes”.
‘Motivo de sofrimento’
A estudante Karoline Zany era uma daquelas pessoas que quase nunca ficava offline. “Acordava e ia direto com a mão no smartphone para verificar as notificações e notícias do dia. No caminho para o trabalho, casa, faculdade, a grande distração era o uso das redes sociais, mas com o tempo aquilo se tornou monótono e percebi a baixa produtividade em outras atividades como estudos, conversas face a face com os amigos, em casa com a família, etc”, falou.
Incomodada, ela acabou saindo das redes. “O Facebook se tornou motivo de sofrimento, é uma ferramenta  que escraviza aqueles que não têm autocontrole. O impacto pelo mal uso é muito grande, destrói relacionamentos e amizades. [Fora], você passa a ter mais tempo para si, o fator ansiogênico de ver as notificações foi totalmente desativado (risos). A sensação é realmente de liberdade”, explicou.
Karoline afirmou que teve quatro contas no Facebook desde 2010, das quais ela só possui e-mail e senha de uma, a qual não usa ativamente desde o ano passado.
“Não tenho vontade de usar, não sinto falta, não é algo que tem importância ou que me faz ficar bem. Às vezes a gente pensa: ‘Poxa, vamos deixar de ver o que as pessoas postam e compartilhar de certos momentos’, mas sinceramente estou melhor sem o uso dessas ferramentas do mal. Sério, são coisas que causam dependência”, reflete.
Mais dedicação
Para o aluno de Engenharia da Computação Avelino Morganti, o intervalo de um ano e meio que ele se deu do Facebook lhe proporcionou vários prêmios acadêmicos e a aprovação em um intercâmbio em Portugal, onde ele ficará até o ano que vem.
Ele disse que reativou a rede duas vezes desde então: uma por pressão de colegas de faculdade para compartilhar informações sobre aulas, que durou até ele usar ferramentas como o Google Drive e o Dropbox para isso, e outra por conta do intercâmbio.
“Eu voltei a ativar o Facebook um pouco antes de vir para Portugal, pela pressão da família e de amigos. Achei também que era a maneira mais fácil de compartilhar fotos e ‘dizer que estou bem’”, comentou o estudante.
Avelino aponta que ferramentas como o feed infinito de notícias tornam a rede aditiva. “O usuário tem a sensação de ‘estou perdendo algo se não rolar o feed até o fim’ e isto faz com que ele sempre tenha ‘vontade de dar uma olhadinha’”, exemplificou.
Ele reflete que, dada a sua área de estudo (computação), é difícil abandonar por completo as redes sociais. “Esta é a razão pela qual eu ainda tenho Facebook. No entanto, com o surgimento de outros serviços, eu tenho ficado vários dias seguidos sem usá-lo”, explicou.
‘Como uma droga’
Segundo Aline Restano, psicóloga integrante de Geat, grupo de estudo da UFRGS sobre o tema, nem sempre o tempo gasto na rede é o que influencia na felicidade do indivíduo.
“O que temos que avaliar é se a rede social gera prejuízo na vida da pessoa, no seu convívio social ou familiar, na sua condição física, no seu desempenho acadêmico... Não é o número de horas que define se uma pessoa está dependente. O que define o uso problemático é o prejuízo”, comentou.
“Assim como uma droga, ela gera um prazer quando você vê curtidas e comentários positivos, então você tende a repetir o comportamento”, explica a psicóloga.
A base desse prazer, segundo Aline, varia de pessoa para pessoa, ainda que a questão da aprovação seja um fator. “[Um artigo apontou] que pessoas que têm muita necessidade de aprovação social tendem a ter um uso mais problemático de redes sociais, porque ela vai ter que conferir muito mais vezes”, comentou, destacando, no entanto, que as pessoas mais ansiosas, deprimidas ou com mais fobias sociais também se encontram particularmente vulneráveis aos encantos da web.
Potencializador
Aline Restano também enfatiza um aspecto das redes sociais que ela vê constantemente ignorado em reportagens que as demonizam: o de potencializador de questões prévias.
“Não é a rede social que gera o problema. [...] É preciso entender o que estava se passando com a pessoa antes, [o] porquê da sua vida real estar tão empobrecida a ponto de uma rede social se tornar tão mais interessante”, destacou a psicóloga.
Ela também aponta o contexto cultural problemático do qual as redes fazem parte: “Vivemos numa cultura em que temos que mostrar tudo o que estamos fazendo. Isso é anterior às redes sociais e é humano, mas agora a gente enxerga mais forte”, disse.
Sobre o estudo feito na Dinamarca, Aline é cautelosa quando o assunto é a “felicidade” dos participantes, mas admite que é natural sentir um alívio quando uma meta é obtida (no caso, ficar fora das redes sociais).
Para quem está incomodado com a influência de redes como o Facebook em sua vida, ela recomenda terapia para se chegar à raiz do problema. Para quem só quiser se afastar delas, Avelino Morganti faz a provocação: “Se eu pudesse dar um recado aos seus leitores, diria para tentarem viver sem Facebook durante um mês. Eu me arriscaria dizer que poucos vão conseguir, pois é tão difícil como largar um vício como álcool ou cigarro”. Está lançado o desafio!

Lucas Jardim


domingo, 22 de novembro de 2015

Site Tambaqui Urbano ganha nome de ‘Meu Tambaqui’ e traz novidades aos clientes

Com a mudança, sistema se transforma em site de descontos, de até 90% do valor original. “Meu Tambaqui” traz uma série de novos serviços e facilidades para os clientes


Novo sistema se adapta em telas de tablets e celulares (Márcio Silva)



Se você estava acostumado em realizar compras pelo site Tambaqui Urbano, agora é possível afirmar que ele é um espaço só seu. Isso porque, a partir de agora, o famoso peixinho ganha o nome de “Meu Tambaqui” e traz uma série de novos serviços e facilidades aos clientes que não aceitam perder bons descontos nos serviços da cidade.
Há quatro anos em atividade, a plataforma lança mensalmente mais de 100 ofertas no sistema, que variam entre serviços de beleza, alimentação, eventos, viagens e produtos. A empresa faz parte do grupo Calderaro de Comunicação. 
De acordo com o diretor operacional do site, Leonardo Mêne, o Meu Tambaqui vende cerca de 7 mil cupons por mês. A mudança na marca é recente, ocorreu há uma semana, e conforme ele explica, consiste principalmente no objetivo da ideia.
“Queríamos sair da imagem de compras coletivas. Como fomos um dos únicos sites de compras coletivas que ficou no mercado, quisemos fazer uma mudança no site. Hoje eu considero que nós somos um site de descontos, ofertas e oportunidades”, explicou o responsável pela empresa Meu Tambaqui.
Adaptação
Para chegar ao conceito de site de descontos, Leonardo traz como exemplo a trajetória de outros sites que mudaram após a “onda” de compras coletivas sofrer um declínio. Entre os mais populares que se adaptaram ao mercado ele destaca o Groupon e o Peixe Urbano.
No caso do Meu Tambaqui, Leonardo explica que a alteração do produto possibilita que as ofertas sejam autenticadas com maior praticidade.
“Antigamente precisava de um número específico de pessoas para validar a oferta. Se a pessoa comprava uma promoção de sushi, por exemplo, era necessário que fossem vendidos 50 no mínimo para que essa oferta fosse válida. Hoje em dia não precisa mais disso. Se eu vender para dois ou três clientes já funciona”, explicou.
Na visão do diretor, a modalidade é positiva pois permite aos dois lados, site e empresa, apresentarem seu pontencial no mercado. “É um tira-gosto que ele vai dar ao cliente. A primeira parte da campanha quem faz somos nós, divulgando nos nossos veículos de comunicação, mas a segunda é com eles, que é tentar dar o melhor produto e tentar fidelizar essa pessoa dentro do estabelecimento”, declarou.
Muito mais que compras coletivas
Com um novo modelo de negócio, uma roupagem diferente também cai bem, não é mesmo? Pensando nisso, o Meu Tambaqui apresentou um novo layout para o site, criado pela Tape Publicidade - criadora da primeira marca do Tambaqui Urbano. As ofertas são encontradas no endereço www.meutambaqui.com. “É um site que está mais prático e moderno”, avaliou Leonardo Mêne.
Nessa nova fase, o “peixinho”, como é conhecido nas redes sociais, ainda traz mais novidades. Isso porque agora a página pode ser adequada em tablets e celulares e também está disponível por meio de aplicativos para sistemas Android e iOS, onde qualquer pessoa consegue realizar cadastro e aproveitar as ofertas disponíveis em primeira mão.
Para aqueles que não curtem comprar pela Internet, o Tambaqui Urbano também está presente nos pontos de venda espalhados pela capital. Segundo o diretor, são seis ambientes exclusivos: no Amazonas Shopping, no Manauara Shopping, Zona Centro-Sul; no shopping Cidade Leste, na Zona Leste; no posto de combustível Equador, localizado na rotatória do conjunto Eldorado, Zona Centro-Sul, nas lojas A Crítica do Centro e na Cachoeirinha, Zona Sul. Nesses espaços, os descontos apresentados são os mesmos das páginas virtuais.
Segundo a empresa, há ofertas imbatíveis onde as reduções nos preços podem chegar a até 90% no valor original. “O nosso objetivo é continuar atraindo novos parceiros e buscando cada vez mais oportunidades de desconto para os nossos clientes”, completou o diretor do Meu Tambaqui, Leonardo Mêne, acompanhado da equipe que comanda o site amazonense.

OSWALDO NETO


quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Cartão de confirmação para o vestibular e SIS da UEA já está na internet disponível

As provas do SIS acontecerão no dia 13 de novembro e as do Vestibular, nos dias 14 e 15 de novembro. Ao todo, são 4.605 vagas para cursos de ensino superior


Para o Vestibular, são 2.745 vagas e para o SIS são 1.860 vagas(Divulgação/Joelma Sanmelo)



Já está disponível na internet o cartão de confirmação para os candidatos que farão as provas do Vestibular e Sistema de Ingresso Seriado (SIS) 2015 da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
O cartão está disponibilizado no portal da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br). O candidato deve inserir o número de seu CPF na aba “Locais de Prova” para obter as informações.
As provas do SIS acontecerão no dia 13 de novembro e as do Vestibular, nos dias 14 e 15 de novembro. As provas serão realizadas com início às 13h (horário de Manaus).
A Comissão de Ingresso do Vestibular alerta para o fechamento dos portões de acesso aos locais da prova, impreterivelmente, às 12h50, horário de Manaus. Informações: 3878-4458.
Os editais do Vestibular e SIS 2015, acesso 2016, oferecem 4.605 vagas, incluindo as vagas destinadas aos indígenas.
Para o Vestibular, são oferecidas 2.745 vagas, sendo 1.239 para a capital, 1.380 para o interior e 126 vagas destinadas aos indígenas. Já o edital do SIS, dispõe de 1.860 vagas, sendo 826 para capital e 920 para o interior do Estado, além de 114 vagas destinadas aos indígenas.
Neste ano, serão oferecidos quatro novos cursos: Tecnologia em Gestão Comercial (Interior), Tecnologia em Agrimensura (Capital), Tecnologia em Biotecnologia (Capital) e Licenciatura em Educação Física Regular.
*Com informações da assessoria de imprensa

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Relatório: liberdade de acesso à internet retrocede em todo mundo

Quase seis em cada dez pessoas (58%) em todo o mundo vivem em algum país onde internautas ou bloggers foram presos por terem compartilhado online conteúdos de conotação política, social ou religioso


Segundo a ONG Freedom House, 14 governos, de um total de 65 países, aprovaram leis ao longo do ano passado para reforçar a vigilância online (Marcos Santos,/USP Imagens)



A liberdade de acesso à internet retrocedeu pelo quinto ano consecutivo em todo o mundo, de acordo com um relatório divulgado hoje (28) pela Freedom House que aponta “recuos notáveis” na Líbia, Ucrânia e França.

Quase seis em cada dez pessoas (58%) em todo o mundo vivem em algum país onde internautas ou bloggers foram presos por terem compartilhado online conteúdos de conotação política, social ou religioso, diz o relatório anual da organização não governamento (ONG) de defesa de direitos humanos.
“A posição da França caiu, pricipalmente, por causa das problemáticas políticas adotadas após os atentados terroristas ao [jornal satírico] Charlie Hebdo” em janeiro, explica a organização.
A ONG cita, como exemplo, uma lei aprovada pelo Parlamento francês, em junho, que reforça os poderes dos serviços de informações, em nome da luta contra o terrorismo. A lei define um regime de autorização e de controle de técnicas de espionagem, como escutas, vigilância com câmaras ocultas ou acesso a redes de telecomunicações.
A Líbia, está entre as 28 nações 'parcialmente livres' e viu a sua pontuação noranking cair, depois de junho do ano passado, devido “à inquietante violência contrabloggers, novos casos de censura política e aumento nos preços de serviços de internet e celular”.
Depois da primavera árabe de 2011 e do papel desempenhado à época pelas redes sociais, a maioria dos países do Magrebe (noroeste da África) e do Oriente Médio reforçou o controlo sobre a internet, de acordo com o relatório, que avaliou o período compreendido entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2014.
Segundo a Freedom House, 14 governos, de um total de 65 países, aprovaram leis ao longo do ano passado para reforçar a vigilância online. A China apresenta a pior marca do relatório (88 pontos), enquadrando-se no conjunto de 19 países 'não livres', atrás da Síria e do Iraque.
O país melhor posicionado é a Islândia, com 6 pontos, seguida da Estônia, Canadá, Alemanha, Austrália, Estados Unidos, Japão e Itália. O Brasil divide a 18ª posição doranking, ao lado do Quênia, ambos com 29 pontos e no limite da classificação de país com internet livre.

Agência Lusa


terça-feira, 27 de outubro de 2015

Pode 'printar' sem preocupação e com segurança no WhatsApp

Notícia falsa de que nova atualização permitiria avisar usuários sobre ‘prints’ de tela deixou brasileiros assustados 




Não existe nenhum anúncio oficial do próprio WhatsApp afirmando que irá notificar usuários quando for realizado um print de seu conteúdo (Reprodução/Internet )




Na noite de segunda-feira (26), alguns portais de notícia espalharam a informação que a nova atualização do WhatsApp iria notificar os usuários quando o conteúdo de suas conversas fosse “printado”. A notícia, apesar de ter criado burburinho nas redes sociais, não passa de especulação.

Não existe nenhum anúncio oficial do próprio WhatsApp afirmando que irá notificar usuários quando for realizado um print de seu conteúdo. Embora sendo mentirosa, a informação gerou certa preocupação em alguns usuários, como na universitária Aline Maia, que ficaria constrangida se alguém “printasse” a sua conversa.
“Eu ficaria (preocupada) sim, pois existem assuntos no qual falamos que nem sempre são confortáveis para todos”, declarou.
Um usuário que não quis se identificar, explicou que não terá mais como “plantar a semente da discórdia”. “Se um dia os gestores do WhatsApp fazerem isso, não terá mais graça o aplicativo. Como vou ‘plantar a semente da discórdia’?”, brincou.
O fato é que o WhatsApp guarda todo o seu histórico – até oferecendo backup no Google Drive para você não perdê-lo – e permite copiar e compartilhar mensagens de forma nativa. O WhatsApp não avisa quando você compartilha uma mensagem, por que alertaria quando alguém tira uma captura de tela?
O boato iniciou aparentemente no site Portal Atualizado. A “notícia” não traz muitas informações: apenas diz que “quando a tela for printada, o outro usuário será notificado assim como acontece no Snapchat”, e que o recurso será liberado no dia 28 de novembro. O fato é que a notícia falsa rendeu diversos comentários e memes nas redes sociais como Facebook e Twitter.

Rafael Seixas


sexta-feira, 1 de maio de 2015

Maioria dos domicílios tem acesso à internet por meio de telefones móveis no Amazonas, aponta pesquisa do IBGE

A pesquisa mostrou, ainda, que no Amazonas 81,8% dos domicílios utilizavam a internet de banda larga móvel, que fornece acesso de alta velocidade e sem fio à dispositivos portáteis, superando o uso de banda larga fixa (51,7%) em 2013.

Adicionar No Amazonas, 39,6% dos domicílios utilizam internet apenas por telefone móvel ou tablet (Lucas Silva)



A pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) apontou que a região norte apresentou o maior percentual de domicílios que utilizavam o telefone móvel para acesso à internet (75,4%), superando os usuários que navegam através do microcomputador (64,8%) em 2013. No Amazonas, 39,6% dos domicílios utilizam internet apenas por telefone móvel ou tablet, enquanto 11,1% utilizam por meio de microcomputadores. 
A utilização do microcomputador como único equipamento para acesso à Internet prevalece na maioria dos domicílios dos Estados brasileiros. As exceções foram Sergipe (28,9%), Pará (41,2%), Roraima (32,0%), Amapá (43,0%) e Amazonas (39,6%), onde o acesso feito exclusivamente pelo telefone móvel celular ou tablet superou o do microcomputador.
Rondônia apresentou o maior percentual de acesso exclusivo por meio de microcomputador (61,1%), enquanto Santa Catarina teve a menor proporção de acesso exclusivo por telefone móvel celular ou tablet (5,0%).
A pesquisa mostrou, ainda, que no Amazonas 81,8% dos domicílios utilizavam a internet de banda larga móvel, que fornece acesso de alta velocidade e sem fio à dispositivos portáteis, superando o uso de banda larga fixa (51,7%).
Em 2013 apenas 2,3% (725 mil) dos domicílios de todo o Brasil com Internet possuíam exclusivamente a conexão discada. A banda larga estava presente em 97,7% (30,5 milhões), sendo que, destes, 77,1% (24,1 milhões) conectavam-se em banda larga fixa e 43,5% (13,6 milhões) em banda larga móvel. Em 23,0% (7,2 milhões) dos domicílios existiam as duas modalidades de conexão.
Sinal de TV digital
Com 37,8% o Amazonas possuía o maior percentual de domicílios com recepção de sinal digital de televisão aberta, melhor posição entre os Estados das Regiões Norte, Nordeste e Sul. Inclusive acima da média nacional que foi de 31,2%
O menor percentual foi registrado na Região Sul (26,2%). Considerando-se os domicílios com televisão, o Distrito Federal (49,3%), São Paulo (43,0%) e Rio de Janeiro (40,3%) apresentaram os maiores percentuais de recepção de sinal digital de televisão aberta, enquanto Alagoas (13,7%), Maranhão (13,1%) e Tocantins (11,8%), os menores. 

 A critica.com

segunda-feira, 16 de março de 2015

Aplicativos ajudam a encontrar gasolina mais barata em Manaus

Com o litro da  gasolina custando em torno de R$ 3,60 nos postos de combustível da cidade, quaçlquer ajuda para economizar é válida. Pensando nisso A CRÍTICA separou seis aplicativos que podem auxiliar o consumidor na hora de abastecer 
A CRÍTICA separou seis aplicativos que podem auxiliar o consumidor na hora de abastecer (Divulgação)



Quer aprender a economizar na hora de abastecer seu carro? Nos pergunte como. Levando em consideração que o reajuste médio de R$ 0,22 no litro na gasolina, determinado pelo Governo Federal, em fevereiro, pesa no bolso de todos os brasileiros que têm veículos próprios,  A CRÍTICA resolveu dar uma 'mãozinha' ao consumidor. 

Em uma época na qual a tecnologia faz parte do cotidiano, que tal usar o smartphone não apenas para acessar as redes sociais, mas economizar? 
Com ajuda aplicativos gratuitos é possível encontrar as melhores ofertas, caronas para compartilhar gastos ou lembrar da manutenção do motor do carro. E, ainda, adotar práticas de uso mais consciente do combustível. 

Separamos seis aplicativos que todo motorista precisa ter para economizar na correria do dia a dia. Para conhecê-los leia a reportagem complena na edição deste domingo do Jornal A Crítica (página D8).
ACRITICA.COM

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Internet será disponibilizada para 52 municípios do Amazonas

Programa ‘Amazônia Conectada’ do Governo do Estado e do Exército Brasileiro, em parceria com empresas privadas, prevê a instalação de 7,5 mil quilômetros de cabos de fibra ótica

A iniciativa também conta com parceria de empresas privadas (Foto: Raphael Alves )

O Governo do Amazonas e o Exército Brasileiro iniciam este ano o programa “Amazônia Conectada” com a meta de levar banda larga a 52 municípios do interior. A iniciativa também contam com parceria de empresas privadas e começa a sair do papel em março, com obras em Manaus, e prevê a instalação de 7,5 mil quilômetros de cabos de fibra ótica nos leitos dos rios para interligar as cidades amazonenses à rede mundial de computadores.

Pelo projeto, serão criadas cinco “infovias” alcançando municípios das calhas dos rios Negro, Solimões, Purus, Juruá e Madeira. Além de buscar verba do Governo Federal, apoio dos Ministérios das Comunicações e de Ciência e Tecnologia, emendas parlamentares e recursos de P&D da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) também são alternativas para cumprir o plano de investimentos.
Em um primeiro momento, a internet chegará às unidades do Exército, governo estadual, municipal e federal, o que vai melhorar a prestação de serviços e a segurança de dados nacionais. Hoje, toda a internet nessas cidades é via-satélite, o que é mais caro e de baixa qualidade. De acordo com o general Delcídio de Medeiros Sales, chefe do Centro Integrado de Telemática do Exército, com a infraestrutura, serão desenvolvidos projetos para oferecer internet à população e haverá as condições favoráveis para a exploração comercial.
Jornal a Crítica

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Leitores denunciam utilização de serviços clandestinos de internet e banda larga em Manaus

Os comentários sobre o furto do serviço foram registrados na matéria “Polícia Civil desarticula rede clandestina de internet e TV a cabo na Zona Oeste”



Sobre as denúncias de utilização ilegal em outros bairros, o delegado afirmou que a especializada não tem como atuar em toda a cidade e pede a colaboração da população (Divulgação)


Leitores do Acritica.com denunciam que em bairros como a Raiz, Petrópolis e Manoa a utilização, por parte de moradores, de serviços clandestinos de internet banda larga e TV a cabo é comum. O delegado Alfredo Dabella afirmou que a delegacia especializada não tem como fiscalizar todos os bairros da cidade e pede a colaboração da população para coibir a prática criminosa que prejudica tanto a empresa prestadora de serviço como, também, o cliente.

Os comentários sobre o furto do serviço foram registrados namatéria “Polícia Civil desarticula rede clandestina de internet e TV a cabo na Zona Oeste”, publicada na última quarta-feira (19). A Delegacia Especializada em Combate ao Furto de Serviços (Decfs) realizou operação para desarticular e combater a utilização clandestina de serviços de telecomunicações no bairro Santo Antônio, Zona Oeste de Manaus. No total, 16 residências foram notificadas e os moradores deverão prestar esclarecimentos na especializada.

O delegado da especializada, Alfredo Dabella, afirmou que a operação ocorreu porque a prestadora de serviços identificou o furto e registrou ocorrência na delegacia e que o funcionário responsável pela venda ilegal ainda não foi identificado. “A empresa que constatou que havia o furto e no informou. Agora estamos apurando para encontrar a pessoa que vendia o serviço ilegalmente e vamos responsabilizá-la criminalmente”, disse.
Sobre as denúncias de utilização ilegal em outros bairros, o delegado afirmou que a especializada não tem como atuar em toda a cidade e pede a colaboração da população. “Não tem como atuar de forma genérica. As pessoas ou a própria empresa tem que nos informar um ponto específico onde a prática acontece. Quando recebemos denúncias, mesmo que de forma anônima, nós vamos verificar, mas é preciso que nos digam onde isso acontece. Não temos como atuar em uma área vaga”, ressaltou.
Dabella ressaltou, ainda, que a participação da população denunciando é fundamental para coibir a prática que traz prejuízos para ambos os lados. “O ato criminoso prejudica não só a empresa, mas também os clientes que começam a receber um serviço de qualidade inferior”, disse.
As denúncias podem ser realizadas pelo telefone (92) 3622-7237 ou na sede da especializada, que fica localizada na Rua Belém, no bairro Nossa Senhora das Graças. 
ALIK MENEZES



quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Tecnologia 4G: Claro, TIM e Vivo arrematam três primeiros lotes

Algar Telecom foi única que não participou desta primeira fase da disputa por não ter apresentado garantia de proposta, mas levou o quarto lote. Tecnologia 4G levará telefonia móvel e internet de alta capacidade a áreas rurais com baixo custo


TIM, Claro, Telefônica (Vivo) e Algar Telecom entregaram propostas para disputar quatro lotes nacionais de 10 MHz cada e dois regionais (Marcello Casal Jr./ABr)


O primeiro dos seis lotes de telefonia de quarta geração (4G) na faixa de 700 mega-hertz (MHz) foi arrematado pela operadora Claro, com uma proposta de R$ 1,947 bilhão. O valor apresentado pela empresa representa ágio de praticamente 1% ante aos R$ 1,927 bilhão definido como preço mínimo da outorga para cada um dos três lotes nacionais.
O segundo lote ficou com a TIM por praticamente o mesmo valor da Claro. O terceiro lote foi arrematado pela Vivo, pelo preço mínimo de outorga. Dos seis lotes, três têm abrangência nacional. O quarto lote abrange todo o território nacional, menos as áreas destinadas aos lotes 5 (87 municípios de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo) e 6 (municípios de Londrina e Tamarana, no Paraná).
TIM, Claro, Telefônica (Vivo) e Algar Telecom entregaram propostas para disputar quatro lotes nacionais de 10 MHz cada e dois regionais. No entanto, a Algar Telecom não participou da disputa destes três primeiros lotes por não ter apresentado garantia de proposta.
A faixa de 700 MHz vai complementar a de 2,5 giga-hertz (GHz), leiloada em junho de 2012, também para a tecnologia 4G. Enquanto a frequência de 2,5 GHz tem mais capacidade e raio de cobertura menor, a de 700 MHz tem abrangência maior e necessita de menos antenas, além de ser usada por diversos países, como os Estados Unidos e a Argentina.
Segundo a Anatel, com a utilização da faixa de 700 MHz, será possível levar telefonia móvel de quarta geração e internet em banda larga de alta capacidade às áreas rurais, a um custo operacional mais baixo, uma vez que essa faixa é ideal para a cobertura de grandes distâncias.
Lotes regionais

Após nenhuma proposta válida ter sido apresentada pelas operadoras de telefonia à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para o lote 4 – no certame que definirá as empresas que operarão a telefonia de quarta geração (4G) na faixa de 700 mega-hertz (MHz) –, a Algar Telecom venceu o quinto lote, que abrange 87 municípios de Goiás, de Minas Gerais, de Mato Grosso do Sul e de São Paulo. A proposta atingiu R$ 29,567 milhões.
O quarto lote integrava todo o território nacional, menos as áreas destinadas aos lotes 5 (87 municípios) e o lote 6 (municípios de Londrina e de Tamarana, no Paraná), que também não recebeu ofertas. Não houve proposta válida para o quarto lote, porque três das quatro concorrentes (TIM, Claro, Telefônica Vivo) já haviam arrematado os três lotes nacionais na primeira rodada. A Algar Telecom não pôde participar do lote 4, por falta de garantia de manutenção de proposta de preço.
Diante desse cenário, apenas a Algar disputou o quinto lote. Por tê-lo vencido, a operadora, a exemplo das demais, também não pôde participar do sexto (e último) lote. Seguindo regras previstas no edital, os lotes 4 e 6 foram divididos em dois lotes cada. No entanto, nenhuma proposta foi apresentada pelas operadoras na segunda rodada.
PEDRO PEDUZZI (AGÊNCIA BRASIL)


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Lista com cinco milhões de senhas do Gmail é vazada na internet

Ainda não há informações precisas de como ou quando aconteceu o ataque cibernético, mas analistas de segurança aconselham que usuários mudem senhas imediatamente

O Gmail é um das contas de email mais usados em todo o mundo (Reproção/ Internet)



Um vazamento em massa de senhas do Gmail foi noticiado nesta quarta-feira (10) pelo site "The Daily Dot". A lista, com aproximadamente cinco milhões de senhas, foi exposta em um fórum russo de Bitcoins, moeda virtual que cresce a cada dia na web.
As fontes afirmam que, apesar de não haver evidências de que o site Gmail tenha sido de fato hackeado recentemente, a lista contém senhas antigas, o que indica que o ataque tenha ocorrido há mais tempo e somente agora descoberto.
Ainda assim, o site Life Hacker informou que cerca de 60% das senhas vazadas ainda são válidas. O mesmo site disponibiliza um links para verificar se a sua conta é uma das que tiveram sua senha exposta. Basta conectar seu endereço do Gmail nesta ferramenta.
Caso não deseje informar qual seu email, é recomendável que cada usuário altere a senha de sua conta. Por questões de segurança na rede, é importante que qualquer senha criada seja ‘forte’ e com ao menos duas chaves de verificação de segurança.


A Crítica.com

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Roteador via satélite leva internet a qualquer lugar do mundo

(Foto: Divulgação)

Imagine poder acessar a internet em praticamente qualquer lugar do mundo, incluindo pontos no meio do oceano, geleiras, montanhas ou florestas. Tudo isso sem ter de pagar por um plano de dados, basta estar em uma área onde o sinal do satélite seja alcançável.

Essa tecnologia já existe e será posta à venda em breve pela Iridium no roteador portátil Go. Ele não será barato, algo em torno de US$ 800, segundo a Folha de S.Paulo - o equivalente a R$ 1,9 mil. Mas compensa pelo tipo de serviço oferecido.

O pequeno Go é à prova d'água e resiste a pancadas leves. Para acioná-lo basta levantar sua antena, criando uma rede Wi-Fi com alcance de 30 metros. Então até cinco dispositivos podem ser conectados simultaneamente.

O lançamento está previsto para este primeiro semestre.