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quinta-feira, 23 de abril de 2015

CAREIRO CASTANHO INVESTE 39,9% DE SEU ORÇAMENTO EM EDUCAÇÃO

O percentual investido em Educação é incomum entre municípios

Professores que atuam na Zona Rural têm direito ainda à Gratificação de Localidade (Foto: Omar Gusmão)



A administração municipal do Careiro Castanho não só está transformando a cidade para garantir melhor qualidade de vida a seus moradores no presente, como também está cuidando para que o município tenha um futuro melhor. Prova disso é que a gestão do prefeito Hamilton Villar investe 39,9% do orçamento municipal em Educação, o que ultrapassa em muito os 25% exigidos pela Lei de Diretrizes Orçamentárias.

O percentual investido em Educação é incomum entre municípios brasileiros e busca garantir que a população do Careiro Castanho tenha um futuro próspero, já que educação é base para a formação de melhores cidadãos.

Outro dado interessante é que dos quase 40% do orçamento destinados à Educação, 75% são direcionados ao pagamento de profissionais. O resultado disso é a valorização dos trabalhadores da área, bem como pagamento de salários acima do piso nacional para professores do município.

Professores que atuam na Zona Rural têm direito ainda à Gratificação de Localidade, obedecendo ao inciso III do artigo 39 da Lei Municipal Nº 525/2012, mais uma prova do compromisso da Prefeitura Municipal com a Educação e com os profissionais que atuam na formação das crianças e jovens do Careiro Castanho.

A reforma das escolas Daniel Conrado, João Lobo, Raimunda Costa Vilar, e de todas as escolas da Zona Rural também comprova que Educação é uma das prioridades da atual administração municipal do Careiro Castanho.

Fonte: Omar Gusmão

sábado, 10 de janeiro de 2015

Estados mostram dificuldades para cumprir novo piso salarial dos professores em 2015

Valor dos salários dos professores passou de R$ 1.697 em 2014 para R$ 1.917,78, um reajuste de 13,01%, acima da inflação e superior à receita do Fundeb 

Atualmente, rendimento médio dos docentes representa 60% dos salários médios dos demais profissionais (Divulgação/Seduc)



Os estados brasileiros relatam dificuldades para cumprir o novo piso salarial dos professores em 2015. O valor passou de R$ 1.697 em 2014 para R$ 1.917,78, um reajuste de 13,01%, acima da inflação e superior à receita do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
O secretário de Educação do Rio Grande do Sul, Vieira da Cunha, disse que o cumprimento da medida depende de ajuda federal. “Eu disse ao próprio ministro que não haverá saída para o pagamento do piso, dadas as condições financeiras do estado, sem o aporte de recursos federais”, observou, em visita à sede do Centro dos Professores do Estado.
O estado é um dos que não conseguem cumprir a Lei do Piso (Lei 11.738/2008), que estabelece que o valor mínimo deve ser pago no vencimento e não com gratificações ou complementações, como é feito no Rio Grande do Sul.
O estado não está sozinho. “Como o reajuste tem sido superior à receita do Fundeb, a conta em algum momento não vai fechar. Há estados e municípios que ultrapassaram, com o pagamento da folha, o valor do Fundeb. Tivemos um ano bastante difícil”, explica o presidente em exercício do Consed, Eduardo Deschamps, secretário de Educação de Santa Catarina.
O estado, segundo ele, discutirá, a partir da semana que vem, o impacto do reajuste do piso nos demais salários, com o plano de carreira. Atualmente, o rendimento médio dos docentes representa aproximadamente 60% dos salários médios dos demais profissionais.
Os secretários não negam a importância do piso, essencial para a valorização dos docentes e também para o cumprimento do Plano Nacional de Educação, que estabelece prazo de seis anos para a equiparação do salário dos professores ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
“O piso foi uma conquista importante da educação brasileira. Eu não tenho a menor dúvida de que a melhoria da qualidade da educação básica passa pela valorização do professor”, destaca o secretário de Educação do Espírito Santo, Haroldo Rocha. O estado não cumpre o piso para os professores com formação de nível médio.
Segundo ele, são 80 docentes nessas condições. O valor do vencimento inicial para a formação é R$ 579,26 por uma jornada de 25 horas. Para cumprir a lei, mesmo antes do ajuste, o valor seria R$ 1.060. O secretário acrescenta que o estado pretende corrigir esses salários já com o reajuste.
Ainda em início de mandato, os governos se organizam para avaliar o novo valor. No Paraná, por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria da Educação informa que vai tratar do assunto “dentro da Comissão de Política Salarial, que foi criada pelo Decreto 31/2015. No momento, não temos ainda uma avaliação mais precisa”.
Na Bahia, “a Secretaria da Administração do Estado está fazendo a análise para verificar os impactos na folha de pagamento dos professores da ativa, aposentados e pensionistas com o novo piso nacional”.
A Lei do Piso estabelece o valor mínimo a ser pago aos professores com formação de nível médio, com jornada de 40 horas semanais. O reajuste é feito anualmente, com base no aumento do percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno, referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, ou seja, a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno, definido nacionalmente pelo Fundeb.
O piso salarial subiu de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011. Em 2012, o valor era R$ 1.451. Em 2013, o piso passou para R$ 1.567 e em 2014 foi reajustado para R$ 1.697. O maior reajuste foi registrado em 2012, com 22,22%.
Antes de anunciar o novo valor, o ministro da Educação, Cid Gomes, reuniu-se com representantes do Consed, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.
Segundo as entidades, o ministro tem se mostrado aberto ao diálogo. O Consed, que terá ainda novas reuniões com Gomes, discutirá novos cálculos para o reajuste anual de forma a garantir um aumento real, mas um impacto menor nas contas públicas nos próximos anos.
Além disso, demandará o cumprimento do trecho da Lei do Piso que diz que a União deverá complementar a integralização nos casos em que o ente federativo não tenha disponibilidade para cumprir o valor.
“Falta definir a forma ou o critério para analisar quais os estados ou municípios que não têm essas condições”, explica Eduardo Deschamps, destacando essa como uma das pautas em conjunto com o ministério.
Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Coordenador da Seduc de Manicoré homenageia e fala sobre a educação para a humanidade


Na década de 1960, o planeta tornou-se nossa sala de aula e nosso endereço

 

O professor necessita de maior integração entre espaços social, principalmente domiciliar (Foto: Edy Lima)

 



Na manhã desta quarta-feira (15), o Coordenador Regional da Secretaria de Educação do Estado (SEDUC), em Manicoré professor Bosco França foi  entrevistado pelo radialista Edy Lima (O maracanã da Amazônia), onde o assunto foi o ‘ Professor Bosco, em alguns momentos da entrevista se emocionou ao responder as perguntas do radialista sobre a classe dos professores.

Edy lima – Professor Bosco França. Qual o sentido de ser professor nos dias de hoje? 

Bosco: Ser professor hoje é viver intensamente o seu tempo com consciência e sensibilidade. Não se pode imaginar um futuro para a humanidade sem educadores, porque constroem sentido para a vida das pessoas e para a humanidade e buscam, juntos um mundo mais justo, mais produtivo e mais saudável para todos. Por isso os professores são de fundamental importância para a humanidade.

Edy Lima – Professor. Qual o sentido de ser professor ou professora quando ele ou ela compete hoje com tantas fontes de informação? 

Bosco – As novas tecnologias, Edy, criaram novos espaços do conhecimento. Agora, além da escola, também o espaço domiciliar, empresarial, e o espaço social tornaram-se educativos. Cada dia, mais pessoas estudam em casa, pois podem, de lá acessar o cibespaço da formação e da aprendizagem.

A distância busca “fora” a informação disponível nas redes de computadores interligados, serviços que respondem às suas demanda de conhecimento. Por outro lado, a sociedade civil (ONGs, associações, sindicatos, igrejas ect). Está se fortalecendo, não apenas como espaço de difusão e de reconstrução de conhecimentos. E o sentido é o professor continuar se fortalecendo com a constante busca do conhecimento se aperfeiçoando a cada dia. 

Edy Lima – Professor. E de que necessita essa formação continuada, ou seja, a busca constante do conhecimento? 

Bosco: O professor necessita de maior integração entre espaços social, principalmente domiciliar, no ambiente escolar, e espaços universitários. Visando preparar o aluno para viver melhor na sociedade do conhecimento. Como previa o professor norte americano Aubert Marshal, em 1911. Na década de 1960, o planeta tornou-se nossa sala de aula e nosso endereço. O espaço da aprendizagem é aqui, em qualquer lugar. O tempo de aprender é hoje e sempre.

Edy Lima – Professor. Qual a relação professor e as tecnologias?

Bosco: O professor é muito mais um mediador do conhecimento, diante do aluno que é sujeito da sua própria formação. A relação – Edy – é que o professor hoje é considerado um mediador enquanto as tecnologias são facilitadoras. As máquinas, os meios, os computadores são facilitadoras. O professor é um dirigente, sua função é político-pedagógico. 


Edy Lima DRT/AM 1823
 

terça-feira, 22 de julho de 2014

Marinha do Brasil lança novo edital para ensino superior com salário de R$ 8,8 mil

Todos os candidatos realizarão prova escrita objetiva de conhecimentos profissionais (de caráter eliminatória e classificatória) e redação (eliminatória), além de exames de aptidão física e psicológica




Após aprovação no curso de formação, no final de 2015, os militares serão nomeados Oficiais da Marinha do Brasil no posto de Primeiro-Tenente e passarão a receber remuneração de cerca de R$ 8,8 mil (Divulgação)




A Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) lançou mais um Edital para o preenchimento de vagas de nível superior. São 59 vagas destinadas a candidatos de ambos os sexos, para o Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (QT). Os candidatos interessados poderão se inscrever por meio do site www.ingressonamarinha.mar.mil.br ou em um dos Postos de Inscrição da Marinha, no período de 15 de julho a 17 de agosto de 2014. O valor da inscrição é de R$ 45.
Para concorrer a uma vaga, além de outros requisitos previstos no edital, é necessário ser brasileiro nato e ter menos de 36 anos de idade. As áreas são: Arqueologia, Arquivologia eGestão de Documentos, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas,Comunicação Social, Desenho Industrial, Direito, Educação Física, Estatística, Física, Informática, Meteorologia, Museologia, Pedagogia, Psicologia, Serviço Social e Segurança do Tráfego Aquaviário.
Todos os candidatos realizarão prova escrita objetiva de conhecimentos profissionais (de caráter eliminatória e classificatória) e redação (eliminatória), além de exames de aptidão psicofísica. Os formados em Direito farão também uma prova discursiva de conhecimentos profissionais. Somente para a profissão de Física, haverá também prova de títulos.
Após aprovação no curso de formação, no final de 2015, os militares serão nomeados Oficiais da Marinha do Brasil no posto de Primeiro-Tenente e passarão a receber remuneração de cerca de R$ 8.800,00 (soldo mais gratificações) além de diversos benefícios, tais como alimentação, alojamento, auxílio-fardamento e assistência médico-odontológica.
No momento, a Marinha do Brasil mantém aberto outros concursos: Corpo de Engenheiros e Capelães Navais (ambos para nível superior), Escola Naval (nível médio) e Colégio Naval (nível fundamental).
*Com informações da assessoria de imprensa



sexta-feira, 16 de maio de 2014

Aleam aprova reajuste, reestruturação salarial e tíquete-alimentação para servidores da Educação

Em relação às demais reivindicações da categoria não incluídas nos projetos do governo

O projeto de Lei nº 154/14, referente à concessão do tíquete-alimentação (Imagem: Ooutroladodamoeda)


A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou nesta quinta-feira (15), os três Projetos de Lei do governo que tratam do reajuste salarial, da reestruturação remuneratória e da concessão de tíquete-alimentação para os servidores da Secretaria de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc). Depois de negociações com os professores na quarta-feira (14), e articulações entre os deputados, os projetos de nº 146/14, 147/14 e 154/14 foram aprovados por unanimidade no plenário.

O presidente Josué Neto (PSD) conduziu a votação das matérias de forma conciliatória, mantendo os debates dos deputados sem alterações e controlando as manifestações dos professores ligados à Associação Movimento de Luta dos Professores de Manaus (Asprom) e ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), que representam a maior parte da categoria, e que acompanharam a votação nas galerias.

Colocado em votação, o projeto de Lei nº 146/14, que se refere ao reajuste salarial constitucional da data-base dos servidores da Seduc, com índice de 5,67%, e ao aumento real de 4,33% para o mês de janeiro de 2015, totalizando os 10% negociado entre a categoria e o governo do Estado, foi aprovado com a concordância de todos os deputados presentes em plenário.

Da mesma forma, o projeto de Lei 147/14, que trata da reestruturação remuneratória na tabela de vencimento da carreira de magistério para professor e pedagogo, conforme o reajuste concedido, abrangendo também as tabelas de vencimento da progressão diagonal, da 1ª à 4ª avaliações de progressão, para as oito categorias de referência nas duas funções e nas duas cargas horárias (20h e 40h semanais), foi aprovado pelo plenário também por unanimidade.

O projeto de Lei nº 154/14, referente à concessão do tíquete-alimentação, recebeu emenda modificativa do relator, deputado Tony Medeiros (PSL) e foi aprovado por unanimidade. Todos os projetos referentes aos servidores da Seduc foram aprovados com os votos de 13 deputados presentes no plenário da Assembleia Legislativa e três declarações de voto, dos deputados Cabo Maciel (PR), Marco Antonio Chico Preto (PMN) e Fausto Souza (PSD).

Debates continuam

O bloco de oposição fechou questão em torno das quatro emendas apresentadas ao projeto original, com os deputados Marcelo Ramos (PSB) e José Ricardo Wendling (PT) pedindo destaque para votação em separado. Na votação três emendas foram rejeitadas pelo plenário, e uma do deputado José Ricardo foi indeferida pelo relator do PL 154, deputado Tony Medeiros, com sugestão para ser transformada em indicação ao governo.

Em relação às demais reivindicações da categoria não incluídas nos projetos do governo, o deputado Sinésio Campos (PT) propôs a continuação das discussões dentro da comissão paritária criada entre governo, professores e Assembleia Legislativa. Segundo ele, é preciso uma maior discussão para a questão da implantação do plano de saúde e outras reivindicações, uma vez que os critérios não estão muito claros para que fossem amparados desde agora na lei.


Com Informação da Assessoria


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Em assembleia, professores da rede pública aceitam reajuste salarial de 10%

Contraproposta do Governo foi aprovada pelo Sinteam


Professores protestaram em frente à sede do Governo na última terça-feira (29)(Euzivaldo Queiroz)




A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores de Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) decidiu em assembleia, na tarde desta terça-feira (6), pela aprovação da contraproposta salarial de 10% apresentada pelo Governo. A reunião ocorreu no Sindicato dos Estivadores, Centro, e causou indignação em alguns grupos que cobravam aumento de 20%. Na local, professores relataram que foram impedidos de participar da reunião e a Polícia Militar foi acionada.

A assembleia começou por volta de 15h30 desta terça e durou cerca de uma hora. Além do percentual de reajuste, outras reivindicações inseridas na pauta e discutidas com o governador José Melo na última sexta-feira (2) também foram aprovadas pelo Sinteam, como o vale-alimentação, vale-transporte e plano de saúde. Na ocasião, a categoria exigiu do Governo o percentual de 15% e informou que caso não fosse aceito, uma paralisação não estaria descartada.
Durante a reunião, professores criticaram a postura do Sinteam em não permitir que um grupo composto por aproximadamente 30 professores participasse da discussão. “Sou uma das fundadoras do Sindicato e não me deixaram participar. É um absurdo não fazer parte de uma reunião onde vai se falar do próprio salário”, disse a professora Gleice Oliveira. Duas viaturas da PM foram deslocadas até o local para acompanhar a movimentação.
De acordo com Marcus Libório, presidente do Sinteam, a entrada do grupo não foi autorizada pelo fato dos mesmos não serem sindicalizados. “Estamos apenas respeitando o Estatuto, onde diz que somente as pessoas sindicalizadas podem participar de assembleias, o que não foi o caso desses trabalhadores. Apesar disso a reunião foi produtiva e o ganho será para todos”, completou o presidente.
Contrários à aprovação exigindo aumento de 20%, cerca de seis grupos componentes do coletivo ‘Educadores em Luta’ mostraram-se insatisfeitos com a atitude do Sindicato. “Não concordamos pelo fato do edital de convocação ter sido publicado somente hoje (terça-feira) e por isso iremos encaminhar um manifesto à Justiça”, disse Gleice. A categoria deve receber uma resposta do Governo até esta quinta-feira (8) sobre a pauta de reivindicações. 
 Manifestação
No dia 29 de abril (terça-feira), cerca de 250 professores realizaram uma manifestação em frente à sede do Governo, localizada na Zona Oeste de Manaus, cobrando melhores condições de trabalho, mudanças na data base e benefícios trabalhistas. A categoria foi recebida na última quinta-feira (3) pelo governador José Melo, onde foi apresentada a contraproposta de 10%. O reajuste da classe tinha vencimento no mês de março, segundo o Sinteam.


Fonte: A Crítica

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Maior parte dos royalties do petróleo em investimentos para os professores

A proposta já conta com três assinaturas de deputados estaduais e precisará de, ao menos, oito para entrar em tramitação na Assembleia 


Esse percentual deve garantir mais benefícios aos professores(Rômolo Estanrley)




O deputado José  Ricardo Wendling (PT) vai apresentar Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Estado, acrescentando parágrafo 11 ao artigo 200, destinando 60% das receitas estaduais oriundas dos royalties do petróleo e gás natural, exclusivamente, para a remuneração, vantagens e capacitação para os profissionais da educação, como reajuste salarial, total implantação da Hora de Trabalho Pedagógica (HTP) e pagamento de plano de saúde, auxílio-alimentação e vale-transporte.

A proposta já conta com três assinaturas de deputados estaduais e precisará de, ao menos, oito para entrar em tramitação na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). “Esse percentual deve garantir mais benefícios aos professores. Caso contrário, os governantes poderão utilizá-lo 100% para obras de construção, reforma e ampliação de escolas. Mas a qualidade da educação passa pelos profissionais”.

Na prática, explicou José Ricardo, a receita desses royalties para a educação do Amazonas terá um salto de R$ 37,4 milhões (2011) para 224,2 milhões (2013). “Tanto o Estado quanto os municípios terão muito mais recursos para investir na educação. Precisamos garantir que esses recursos melhorem os baixos indicadores da qualidade da educação no Amazonas. 

Para isso, precisamos investir mais nos profissionais e a sociedade pode e deve participar, cobrando a correta destinação desses recursos”, disse ele, referindo-se ao triste indicador da Controladoria Geral da União (CGU) que aponta que 73% dos recursos que vão para a educação e para a saúde são desviados por conta da má gestão e da corrupção.

José Ricardo elogiou a decisão da presidenta Dilma em sancionar, sem qualquer veto, a proposta aprovada pelo Congresso Nacional que destinará, ainda este ano, 75% dos royalties do petróleo para a educação e 25% para melhorar a saúde. “A presidenta defendia 100% desses royalties para a educação, o que seria muito bom. Mas o Congresso decidiu reduzir para investir ainda na saúde, que também necessita de mais recursos”, declarou, informando que em dez anos esses recursos do petróleo somaram R$ 112 bilhões para a educação e para a saúde.



Com Informação da Assessoria

quarta-feira, 5 de junho de 2013

ALEAM aprova Projeto de Lei para reajuste dos professores e pedagogos da rede estadual


A categoria luta por um reajuste salarial de 15%, além do direito ao pagamento do piso salarial nacional

Vamos continuar defendendo a luta dos professores(Ilustração)

Foi aprovado na manhã desta quarta-feira (5) o Projeto do Governo do Estado que reajustou o salário dos professores e pedagogos da rede estadual de ensino em 6,31%, pagos no final deste mês, retroativo a março (mês da data-base), e mais 3,69% a partir de dezembro deste ano.

Os deputados da base do Governo rejeitaram as emendas, fruto da luta dos profissionais da educação, propostas pelo deputado José Ricardo Wendling (PT), juntamente com os outros dois parlamentares da oposição, Luiz Castro (PPS) e Marcelo Ramos (PSB).

Eles defenderam a antecipação do pagamento do reajuste de 10% já a partir de junho, retroativo a março, incluindo ainda os benefícios trabalhistas não cumpridos pelo Governo: auxílio-alimentação, vale-transporte e plano de saúde.

“Acredito que somente com a categoria unida será possível mudar o quadro da educação, que é a maior categoria de funcionários públicos do Estado.

Vamos continuar defendendo a luta dos professores”, declarou José Ricardo, enfatizando que há dois meses parte da categoria se uniu em campanha por melhores condições de trabalho, chegando a fazer mobilização e a se pronunciar na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM).

Como resultado dessa mobilização, melhorou a proposta de reajuste do Estado, que antes era de 8% (também em duas parcelas), passando para 10%.

A categoria luta por um reajuste salarial de 15%, além do direito ao pagamento do piso salarial nacional e de vale-transporte, auxílio-alimentação, plano de saúde e real cumprimento da Hora de Trabalho Pedagógica (HTP), que prevê um terço da carga horária destinado ao planejamento das aulas.

Já o Sindicato dos Professores do Estado do Amazonas (Sinteam), em assembleia geral, anunciou defesa por reajuste de 12,31%, sendo 6,31% em junho e 6% até outubro.

De acordo com o deputado, numa rápida comparação entre o aumento do Orçamento do Estado nos últimos quatro anos e o reajuste concedido aos professores, sem levar em consideração o valor do acumulado, foi constatado que o Orçamento do Estado aumentou quase o dobro do que o salário dos educadores, em termos percentuais.

“O salário do professor poderia ser o dobro do que é atualmente.         

A previsão de crescimento do Orçamento do Estado do ano passado para este ano será de 17%”.



Com Informação da Assessoria


segunda-feira, 29 de abril de 2013

Agências do Banco do Brasil não abrirão na próxima terça


O Sindicato dos Bancários de Santos e Região aprovou paralisação para terça-feira, durante 24h, em todas as agências do Banco do Brasil na região

É pedida a revisão imediata do plano(Divulgação)

O Sindicato dos Bancários de Santos e Região aprovou paralisação para terça-feira, durante 24h, em todas as agências do Banco do Brasil na região.

A greve de um dia se repetirá em várias regiões do Brasil e o acesso aos caixas eletrônicos será garantido pelos manifestantes.

Sindicalistas e trabalhadores não estão satisfeitos com um plano de funções implantado pelo Banco do Brasil no começo do ano que, no entender deles, prejudica a categoria e abre a possibilidade de redução dos salários.

É pedida a revisão imediata do plano. Segundo o Sindicato dos Bancários, as regras reduzem os salários na prática e alteram as remunerações, trazendo prejuízos a futuras promoções por tempo e por mérito.

Pepino

“As gratificações dos comissionados foram reduzidas. Vamos dar um basta. O que sobra para os trabalhadores é muito assédio para cumprir metas”, explica a secretária-geral do Sindicato dos Bancários, Eneida Koury.

Procurado, o Banco do Brasil manteve o posicionamento dos últimos dias. Garantiu que o novo plano de funções é totalmente legal e amparado pela legislação trabalhista pelo fato de valorizar os funcionários.

“A adesão às jornadas de seis horas é voluntária e poderá ocorrer a qualquer tempo. No plano, há um aumento de 12% no valor da hora de trabalho para quem optar pela jornada de seis horas. Ou seja, não haverá desvalorização do salário, mas redução do número de horas trabalhadas a serem pagas”.



Bruno Rios

sábado, 27 de abril de 2013

Reajuste de salário de policiais civis e militares do Amazonas


Ele garantiu que o pagamento desse reajuste, com data retroativa, vai depender apenas do governador 

Com o reajuste concedido pelo governo em janeiro deste ano, de (Polícia Militar)


O deputado estadual Cabo Maciel (PR), disse em Sessão Plenária da última terça-feira (23), na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), que os policiais civis e militares do Amazonas irão aguardar a definição do governador Omar Aziz (PSD) para receberem, com data retroativa, todo os reajustes de 18,38% sobre seus salários.


Segundo ele, o empenho da Comissão de Segurança da ALEAM para o governo liberar esses percentuais de correção foi extenuante.

“Segunda-feira,(22) foi divulgado, finalmente, o percentual de correção dos salários dos policiais em 6,58% e a data-base foi fixada para o dia 21 de abril.

Com o reajuste concedido pelo governo em janeiro deste ano, de 11,80%, o ganho real dos policiais civis e militares subiu 18,38%, o que representa um avanço salarial para todos”, destacou Maciel.

Ele garantiu que o pagamento desse reajuste, com data retroativa, vai depender apenas do governador Omar Aziz.

Hospitais

Maciel aproveitou para cobrar do governo o cumprimento da lei que obriga todos os hospitais e postos médicos do Estado de afixarem placas contendo o total de leitos disponíveis e do total de leitos ocupados, para conhecimento da população.

Maciel contou que o seu Projeto de Lei foi aprovado há oito meses e ganhou o número de 3763, mas, até agora, não foi implantado.

Segundo ele, sua assessoria percorreu hospitais e postos médicos de Manaus e constatou que o Projeto de Lei não foi implantado.

“Ora, isso é fundamental para que os interessados tenham conhecimento sobre as vagas disponíveis na rede pública de saúde. 

Essa história de responderem que ‘não tem, vaga’ tem de acabar”, afirmou cabo Maciel.



Com Informação da Assessoria



domingo, 6 de maio de 2012

Salários chegam a R$ 15 mil

Essa é a remuneração de delegados da Polícia Civil que possuem cursos de pós-graduação e acumulam cargos comissionados

Thomaz Vasconcelos, segundo fontes, acumula salários de delegado e secretário
Thomaz Vasconcelos, segundo fontes, acumula salários de delegado e secretário (Arquivo/AC)

O salário inicial de um delegado no Amazonas é de R$ 8.003. Mas com acréscimos concedidos pelo Estado, os ganhos podem ser bem mais elevados.
Os delegados que tem pós-graduação, no currículo, por exemplo, recebem um aditivo de 25% no salário. A maioria das pessoas que ingressou na carreira de delegado recentemente concluiu cursos de pós-graduação, o que elevou os salários para R$ 10.003, 75.
Outros títulos também podem ajudar a aumentar os vencimentos de um delegado no Amazonas. Como por exemplo, nomeação em cargos comissionados. A CRÍTICA apurou que a assessoria pela qual responde uma das delegadas que assumiu a função sob suspeita, Indra Celani, corresponde ao cargo AD1. Essa categoria representa, no salário da delegada, cerca de R$ 5 mil a mais.
Só para comparar, os delegados que são nomeados para assumir a titularidade dos Distritos Integrados de Polícia (DIP) também recebem aditivos como cargos comissionados AD2. O trabalho a mais corresponde a um valor de mais R$ 4 mil nos contracheques mensais. 
Os secretários executivos do Estado recebem salários de cerca de R$ 13 mil, que é o caso do delegado e secretário-executivo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública (SSP), Thomaz Vasconcelos. As assessorias de comunicação da Polícia Civil e da SSP não souberam informar se Thomaz Vasconcelos acumula os dois salários.
No entanto, funcionários da Polícia Civil ouvidos por A CRÌTICA, que pediram para não serem identificados, afirmaram que Thomaz acumula os dois salários e que o ato encontra amparo legal.
O Swati, que é um curso oferecido a policiais que atuam no grupo de elite das instituições, tem custo que varia de R$ 5 mil a R$ 10 mil e duração entre 30 e 60 dias. Os dados podem ser obtidos no site www.cati.com.br.
O investimento é alto e deveria ser aplicado em policiais que vão fazer a diferença nas ruas colocando em prática estratégias no combate ao crime. O estranho é que o valor foi investido num delegado que dá expediente interno e administrativo  na 3ª Vara do Tribunal do Júri. Tratas-se do filho do delegado-geral Mário César Nunes, Caio César Nunes.  O curso foi autorizado e feito um mês depois de Caio César ser lotado na 3ª Vara do Tribunal do Júri, em outubro do ano passado.
Privilegiados atuam fora do cargo

Dos cinco delegados beneficiados na reclassificação publicada pelo delegado-geral Mário César Nunes, apenas Hebert Lopes atua como delegado e responde por um dos mais prestigiados departamentos da Polícia Civil, o de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).

O filho do delegado-geral, Caio César Nunes, é lotado na 3ª Vara do Tribunal do Juri. Indra Celani é chefe do gabinete do delegado-geral, Thomaz Vasconcellos. Nunca assumiu o cargo de delegado e desde 2007 é secretário-executivo de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP).

As regras do edital indicavam que apenas os 300 melhores classificados na fase objetiva teriam suas provas discursivas corrigidas. E os cinco candidatos reclassificados ficaram bem longe desse parâmetro. Tanto que a juíza Etelvina Braga extinguiu o processo antes de julgar o mérito. Ela entendeu que como as notas dos candidatos mesmo somadas às provas dissertativas eram muito inferiores às dos últimos classificados, o grupo não tinha chance de alcançar as reclassificação.

JORNAL ACRITICA